Guerra no Rio

25. Re: Guerra no Rio

Alex
Lordmetalex

(usa Linux Mint)

Enviado em 29/11/2010 - 23:22h

Clodoaldops, eu sei como se sente, acho que quase todos brasileiros compartilham do mesmo sentimento seu. Realmente esses bandidos não pensam duas vezes antes de atirar covardemente em um pai de família, que por susto e medo tenta fugir de um roubo. E o pior, quando a polícia manda um fdp desses pro caixão, aparecem os fdp dos "direitos humanos" defender esses vagabundos. Cadê os direitos dos cidadãos de bem?


  


26. Pinduvoz

Jonatan Gomes
BarbaNegra

(usa Ubuntu)

Enviado em 29/11/2010 - 23:24h

Os homens que os policiais estão matando, não tem direito de liberdade natural a partir do momento em que eles começam a traficar (nem tanto), roubar, matar entre outros, porque essas pessoas tiram o direito de liberdade natural dos homens e tiram também sua propriedade natural e conquistada com o trabalho, dai em diante eles perdem o direito de viver nessa sociedade "democrática"(até parece) em que vivemos, jamais deveriam ao menos serem presos, devido aos crimes hediondos que cometeram pois é dinheiro público indo pro lixo pois dados revelam que eles saem piores, então só resta a morte essa é a verdade nua e crua. "E não vem com aquele dilema que a sociedade os tornou assim, que nada fazem para reverter isso, simplesmente usam esse motivo como desculpa para seus erros"


27. Re: Guerra no Rio

Ednilton Santos de Oliveira
ednilton_so

(usa KUbuntu)

Enviado em 30/11/2010 - 00:46h

Jonatan,

Quando você diz "Os homens que os policiais estão matando, não tem direito de liberdade natural a partir do momento em que eles começam a traficar (nem tanto), roubar, matar entre outros" tem razão. Porém, isso não significa que por isso eles têm que ser assassinados. Nós não estamos mais na Idade da Pedra, quando a ordem era matou, morreu. Além disso, nos tornando assassinos como eles não vai melhorar em nada a nossa sociedade. Se não for como o André falou, com educação e oportunidade de vida digna, você pode matar quantos bandidos quiser, mesmo assim sempre surgirão outros.

De qualquer forma, a conclusão que eu tiro dessa discussão é que estamos todos fodidos mesmo. Pois, vivendo numa democracia, o que vale é a vontade da maioria. Ou seja, se os usuários do Linux, que eu julgava serem mais lógicos que outras pessoas, acreditam que ASSASSINATO é solução pra violência, imagina o resto da população, em particular, nossos políticos.

Abraços.

PS: Você acha que a ideia de que Madalena fosse apedrejada é muito mais absurda que a sua ideia que todo bandido tem que morrer?


28. Re: Guerra no Rio

Clodoaldo Santos
clodoaldops

(usa Linux Mint)

Enviado em 30/11/2010 - 00:49h

Edinilton
Abater num cara que aponta um AR15 p/ vc não é ASSASSINATO!
Abater um cara que não é militar ou policial que carrega uma fuzil de uso exclusivo das forças armadas não é ASSASSINATO!
Abater um cara que carrega granadas ou coquetel molotove não é ASSASSINATO!
No dia que vc ver, como eu já vi mais de uam vez, um menino ou pai de familia chegar num PS sangrando até a morte por causa de um tiro de fuzil disparado por um "membro do movimento" que tava chapado, tenho certeza que vc mudará de idéia!
MSou um cara paciente mas minha tolerancia tá chegando ao fim!


29. Re: Guerra no Rio

Sergio Teixeira - Linux User # 499126
Teixeira

(usa Linux Mint)

Enviado em 30/11/2010 - 01:02h

Bem, meus amigos, eu tenho uma visão privilegiada do assunto, embora esse tal privilégio não seja coisa muito agradável ou motivo de orgulho.
Pude acompanhar muito de perto alguns acontecimentos lá da década de 60, quando pessoas inescrupulosas e traidoras da pátria e de suas próprias famílias instalaram - em nome das forças armadas às quais desonraram - a "cama" que serviu de lastro para tudo aquilo que vemos de vergonhoso hoje em dia.
Tais pessoas mereceriam punição exemplar, e no entanto são consideradas oficialmente como "salvadores".
O Brasil chorou lágrimas de sangue enquanto acontecia um suceder de preparativos que entregariam nossa pátria aos interesses escusos de certos grupos estrangeiros. Não países, mas grupos lobbistas que agiam - e ainda agem - em tais países, todos de olho no Brazil.

Antigamente não havia traficantes aqui no patropi. Os carinhas mais "perigosos" eram os "bicheiros" (bookmakers da zooloteria inventada pelo Barão de Drummond em tempos idos, e que continuam agindo até hoje exatamente da mesma forma como agiam antes).
Se eram "perigosos" e ainda agem DA MESMA FORMA, isso significa que o tal "perigo" continua. Ou não? Ou então, não eram tão perigosos assim.
Por sinal, quando o Mike esteve por aqui entrevistando alguns "bicheiros-chefes" - e apesar de fazer perguntas bastante desagradáveis (australiano entrevistando é chato pra burro!) - fomos muito bem recebidos, com toda cortesia e urbanidade, e nenhuma das perguntas teve de ser emendada ou refeita. Nada ficou sem resposta, e ninguém saiu ofendido no final das contas. Em todos os momentos estivemos confortáveis, embora eu pessoalmente estivesse preocupado com o excesso de ousadia do futuro-sociólogo da velha Albion.

Há tempos atrás TODOS tinham empregos, e por aqui havia uma tal polícia chamada "Invernada de Olaria" que prendia sumariamente quem estivesse na rua praticando a "vadiagem" ou seja, não estivesse de posse de uma CTPS devidamente assinada.
Pelo nome "invernada" já dá para perceber que eles eram muito duros.
Mas a coisa mais rara era eles prenderem alguém por engano, pois tinham um feeling muito apurado para detectar marginais e deixar em paz os cidadãos de bem. Não se ouvia fala em arbitrariedades ou em brutalidade policial, apesar de que eles não davam mole MESMO.
Pois esse tipo de polícia foi extinta. apesar de aplaudida pela opinião popular.
Hoje temos uma polícia totalmente amarrada em face das leis e das ações de misteriosas ONGs estrangeiras que se metem por aqui para fazer valer aquilo que somente ELAS entendem como sendo "direitos humanos".
Quando estão verdadeiramente em jogo os direitos humanos do cidadão de bem, tais organizações JAMAIS aparecem.
Eles são curiosamente especializadíssimos nos direitos de certos tipos de criminosos.

Hoje não existem empregos, pois foi instalada nos anos 60 a situação ideal para isso.
Não existe um ensino decente, pois foi instalada nos anos 60 a situação ideal para isso.
A Sáude está falida, pois foi instalada nos anos 60 a situação ideal para isso.

Dois acontecimentos marcaram em definitivo a má intenção do movimento salvador da pátria:
1- O fechamento do Congresso Nacional, considerado pelos pulhas de "INCOMPETENTE" para resolver os problemas da nação.
2- A cassação sumária da profissão de Sociólogo, que ficou proibida em todo o território nacional.
Em seguida a isso, o país foi colocado à mercê dos banqueiros internacionais, para fazerem aqui o que bem lhes parecesse.
Até então, o terror de quem fazia um financiamento qualquer era a temida Tabela Price, com seus juros elevadíssimos de 1% ao mês.

Aqui para nós: Você já viu um "soldado do tráfico" de perto? Você acha que ele tem cacife para adquirir as armas moderníssimas que ostenta?
Claro que não. O que nos leva a concluir que, por mais dinheiro que possam ter em suas atividades diárias, o dinheiro dos armamentos não provém do lucro do negócio local.
Sendo mais direto: As armas estão sendo subsidiadas por alguém incerto e não sabido.

Agora talvez dê para entender por que nossos snipers não podem nem mesmo TENTAR solucionar a questão. No dia em que eles o fizerem ou ameaçarem fazer, as inúmeras ONGs alienígenas abrirão suas bocas e seus abarrotados cofres para colocar a crítica mundial contra nosso país, motivando mais uma "intervenção" para "o bem do povo".
O mais interessante é que eu trabalho com ONGs e OSCIPs, e aqui no Brasil, diferente do que parece, não é muito fácil nem barato fazer uma ONG como se espera que ela seja. Uma OSCIP, pior ainda.
Mas as que vêm de fora já vem com rios de dinheiro para investir e tudo lhes é facilitado.

E o poderio financeiro tem prevalecido em todos os setores.
O Prof, Janio Quadros podia ter lá seus pensamentos etílicos, porém sabia muito bem uma boa parte da verdade sobre certas "forças ocultas".
Alguém porventura sabe explicar aquela história do avião que violou o espaço aéreo brasileiro, pousou EM BRASÍLIA carregado de armamentos e foi LIBERADO em seguida?
Alguém sabe me explicar como é que um monomotor particular consegue chocar-se com o jato presidencial nas proximidades do aeroporto?
Essa nem o Murphy consegue...

Bem, esses soldados do tráfico não têm perspectivas na vida. Onde eles moram não existe saneamento básico, não existe emprego, não há um serviço de saúde, e o que eles chegam a aprender nas escolas é o dibuque izon detêibol de qualquer matéria. A saída é ir para o único lugar que os acolhe, e que já sabemos qual é;
E se pensam que eles estão "contentes" com a vida que levam, saibam que a maioria deles abre os corações e nos pede para orar por eles e por suas famílias. Em especial quando o calo aperta.
O muito dinheiro que eles conseguem ganhar, não rende para nada e se esvai tão rápido como chega.
Sua perspectiva de vida é extremamente curta, e eles são totalmente descartáveis.

Aqui para nós: Por mais snipers que possa haver no mundo, não será assim que o problema será resolvido. Não sou sniper nem nunca fui, porém atirava de Flaubert carga dupla e não perdia muitos tiros (a gente atirava através dos gargalos de garrafas tentando arrancar o fundo). A solução portanto não está na perfeição dos tiros. Teoricamente, cada um poderia treinar mais um pouco e dar tiros mais certeiros. Considerando largura versus altura, homens são alvos relativamente fáceis de atingir, sem maiores complicações. Afinal, um tiro de fuzil faz um estrago muito grande, atinja onde atingir.

Para matar um cupinzeiro tem-se que matar a rainha.
Bem, achar a rainha do cupinzeiro é fácil, pois ela se destaca de todos e afinal ESTÁ no próprio cupinzeiro.
Mas para sabermos quem realmente manda no tráfico de armas, drogas ou simplesmente barbantes de ioiô a coisa é bem mais difícil.

A função dessa guerra é nitidamente a de desmoralizar o poder público. Estão portanto nos preparando para mais um "movimento salvador".

Acham mesmo que a facção A se uniu com a facção B assim de graça? Ou acham que esses movimentos estão realmente sendo coordenados "de dentro das prisões"?
Não se admirem se quem coordena tudo isso não está neste momento tomando maltwhiskey on the rocks de frente para o mar...


30. Re: Guerra no Rio

Clodoaldo Santos
clodoaldops

(usa Linux Mint)

Enviado em 30/11/2010 - 02:10h

Teixeira.. tudo isso me lembra o filme "senhor das armas"... e faz sentido... pois há muita coisa "por baixo dos panos"!

Existem umas coisas que nunca entendi:
Como é que o moviemnto consegue armas melhores que as da policia?
Como toneladas de entorpecentes entram num país "sem ninguem saber"?
Por que a morte de 5 marginais gera "mais babrulho" que a morte de um policial?

Meus pais vieram da zona rural onde eram explorados... passaram gdes dificuldades qdo vieram p/ cidade... mas não entraram na marginalidade... conseguiram com lutas formar os 3 filhos em faculdades publicas... portanto não aceito a desculpa que as poucas oportunidades levam todas essas pessoas p/ o crime... são pessoas que não querem " dar duro" e optam pelo "caminho mais facil"... e se dão mal... encontram a morte cedo com gde parte de meus amigos de infancia que se metaram no narcotrafico... quem não morreu tá preso!




31. Discussões valiosas

Júlio Hoffimann Mendes
julio_hoffimann

(usa Ubuntu)

Enviado em 30/11/2010 - 07:21h

Oi Clodoaldo,

Parabéns pelo tópico, discussões como esta poderiam ser mais frequentes aqui no VOL. Sem tempo de escrever, mas já estou acompanhando.

Abraço!


32. Re: Guerra no Rio

Sergio Teixeira - Linux User # 499126
Teixeira

(usa Linux Mint)

Enviado em 30/11/2010 - 10:06h

Amigo Clodoaldo, eu infelizmente entendo MUITO de favelas e "slum areas" não somente do Brasil como de outras partes do mundo.
Eu entendo quando você fala que seus pais vieram de zonas rurais.
Naquela época havia tamanha dignidade entre o povo que mesmo se houvesse oportunidade de aderir ao tráfico de drogas, nem seus pais nem outras pessoas de igual valor optariam por esse caminho. Questão de caráter, que se adquire com a convivência e com o tempo.

Tive colegas de trabalho que moravam em favelas, onde seus pais chegaram antes que se tornassem favelas.
Sempre viveram em uma bolha de proteção familiar que lhes ensinou o respeito e a dignidade. E embora tratassem a todos os seus vizinhos indistintamente com bom dia - boa tarde - boa noite, jamais, pela educação que tiveram, se deixaram contaminar.

O Seu Zé, pai do Genildo, no meio de toda a "bandidagem perigosa", no meio de sua modéstia e mansidão, falava "não" e TODOS respeitavam, mesmo armados de fuzís ou pistolas.
O "sim" e o "não" do seu Zé tinham peso de lei para todos.
Respeito se adquire, mas não se impõe.

O outro seu J-o-s-é (não tinha apelido nem mesmo dentro de casa) veio da Paraíba com a esposa num daqueles famosos caminhões "pau-de-arara", aprendeu as profissões de pedreiro, calafate, ladrilheiro, montou uma tendinha, uma pequena mercearia, e com os frutos de seu trabalho árduo pôde propiciar uma Faculdade para TODOS os seus filhos, que jamais se despencaram para o lado das drogas ou das armas.

As poucas oportunidades não levam TODAS as pessoas para o crime, porém a FALTA delas leva realmente a maioria a buscar algum caminho.
Essa falta de oportunidades foi cuidadosamente implantada não somente no Brasil, como também em várias outras partes do mundo.

Saiba que uma parte muito grande de soldados do tráfico é exatamente aquela faixa de jovens que acabaram de dar baixa do serviço militar e aos quais não foi dada nenhuma profissão. Quase que fatalmente irão engrossar as fileiras do mal.

As pessoas hoje em dia não estão nada qualificadas para os poucos empregos para os quais existem vagas.
A maioria acha que fazer "curso" de Windows e MS-Office é fazer um curso de "informática" e "preparar-se para o futuro". No máximo o que aprendem é a abrir, fechar e copiar arquivos.
Recebo diariamente currículos assim.
Mais de 80% dos que fazem "cursos de Excel" sabe realmente desenvolver uma planilha de cálculos.
Por outro lado, os empregadores são obrigados a contratar não a mão de obra "mais adequada", porém aquela que é "mais barata".
Os encargos sociais - assim como os impostos e os financiamentos - não são pesadíssimos à toa. Foram cuidadosamente planejados para serem realmente insuportáveis.

O povo é levado a não mais dar valor à sua sociedade, à sua cidade, ao seu estado, ao seu país.
Ele é conduzido, "[*****]" a isso (agora dá para entender de onde vem essa palavra?).
E até a união familiar sofre sérios abalos com tal situação.

Analisemos: Somos "o pior país do mundo", onde "tudo acontece de errado", enquanto outros países são o "verdadeiro paraíso". Isso é o que grande parte de nós já pensa.
Ouvir tiroteios no Rio é mais perigoso e desagradável que sofrer atentados a bomba em Londres ou Paris.
Traficante e seus atos são melhores ou piores que terroristas fanatizados e seus atos?
Parece que sim, porque esse lugares que sofrem atentados e mais atentados são considerados pela maioria de nós como paraísos terrestres.
Bem ou mal, quando somos atingidos por calamidades, TODOS são solidários, TODOS se mexem no sentido de minimizar as pessoas atingidas por alguma fatalidade.
Mas o que dizer - por exemplo ao acaso - de New Orleans, onde o governo levou nada menos de 5 dias para levar um pouco de água potável e onde quase nada foi reconstruído desde então? Que dizer dos estados vizinhos que dificultaram ao máximo o acolhimento aos que puderam de alguma forma fugir da fatalidade?

Que dizer do Haiti, onda não há esperança alguma para todo aquele povo exceto a solução óbvia e salvadora que virá um dia - finalmente - do Big Brother?
Notem que o Brasil é que tem garantido PELO MENOS e por enquanto a soberania nacional daquele povo, sofrido de há muitos anos por ditaduras patrocinadas.

Tenha em mente: Onde houver conflito, desordem, guerra civil, etc., SEMPRE haverá a presença de "amigos bonzinhos" e ONGs fomentadoras dessa desordem.
O povo - nenhum povo - em si próprio tem a capacidade ou o ânimo de fazer guerras.
Porém, estímulado para isso, é capaz de ser induzido a "escolher" Barrabás ou outros da mesma espécie. Portanto, essa história não é nova.


33. Re: Guerra no Rio

Perfil removido
removido

(usa Nenhuma)

Enviado em 30/11/2010 - 12:13h

Sempre fiz essas perguntas. O filme Tropa de Elite 2 respondeu grande parte delas.


34. Re: Guerra no Rio

Alex
Lordmetalex

(usa Linux Mint)

Enviado em 30/11/2010 - 12:41h

O Teixeira falou algo que é a realidade atual, falta caráter, ser honesto hoje em dia não vale nada (é assim pra muitos). Basta ligar a televisão e ver um grupo de jovens classe média alta atacando covardemente com uma lâmpada um cidadão qualquer na rua, ou outro grupo de jovens riquinhos fazendo arrastão em condomínios. A falta de oportunidade não está presente nesses casos, o que falta é caráter, algo que adquiri em casa com a convivência familiar.


35. Guerra no Rio

Edson Harder
Harder

(usa Deepin)

Enviado em 30/11/2010 - 15:15h

A primeira invasão que o Rio de Janeiro sofreu foi coroa portuguesa.

Este conflito não é exclusividade do Rio de Janeiro, mas é o lugar quem ganha visibilidade ( tv, web, jornal, etc. ).

Há Estados ( Brasil ) onde esta atividade ilícita está na área rural, e sem maiores problemas com o poder do estado.

Quem faz a opção por está atividade ilícita, não é por falta de oportunidade de ter uma segunda opção de trabalho e renda. Faz a opção porque irá ganha muito dinheiro em um curto prazo. Para sair desta atividade existe duas formas:

A) o risco de ser preso pela pratica desta atividade ilícita.

B) o fim da linha será num caixão ainda muito jovem.

Usar a estatística descritiva, uma estimativa... ( em Reais de 3.000,00 a 10.000,00 por semana ). Os dados devem ser subjetivos e ponto final.

O que seria falta de oportunidade ?

Quem consome drogas financia a trafico.

As comunidades ( complexo, área, região ) moradores destas regiões falam mal e fazem criticas a policia, o estado, a prefeitura, mas jamais falam mal do traficantes, e em muitos casos a comunidade pactua com a atividade ilícita, porque tem benefícios diretos.

Esta atitude cria um conflito para toda a comunidade, seja no presente e futuro ( complexo, área, região ).

Quem lembra do “Escadinha”, lembra ?!

Essa historia tem um fim.

Prezado Leitor, a minha opção foi enviar.


36. Re: Guerra no Rio

Sergio Teixeira - Linux User # 499126
Teixeira

(usa Linux Mint)

Enviado em 03/12/2010 - 01:49h

Achar que o consumo de drogas é um privilégio de áreas afaveladas (as tais slum areas) é um tremendo engano.
Muitos traficantes podem afirmar de peito aberto - e sem mentir - que "não obrigam ninguém a consumir drogas".
Existem lugares onde os "soldados do tráfico" são terminantemente proibidos de consumir.
As tais favelas contudo vivem apinhadas de carros de luxo pertencentes a jovens de classes sociais mais "elevadas" que ali acorrem voluntária e pontualmente para buscar a "mercadoria".
Se o pobre usa crack, é um escândalo. É porque é pobre e mal educado.
Mas a opinião popular faz questão de se esquecer das muitas pessoas cultas e de grande notoriedade que são famosos "drugs addicts" que a mídia geralmente esconde, salvo quando deseja detonar com suas carreiras.
Não é o traficante que convence ninguém que usar drogas seja "normal" ou "benéfico". É a mídia. Seja a propósito ou não.
E hoje em dia até mesmo ser homossexual é considerado pela mídia tão "normal" e "benéfico", que "anormal" e "maléfico" passou a ser aquele que insiste em ser hétero...
Ser homossexual agora é uma "opção"; mas também usar drogas não é uma "opção"? ou roubar, ou matar?
Acho que temos de pensar melhor sobre certos conceitos "modernos demais"...