Minimalismo em ambientes gráficos
Hoje em dia temos ambientes desktop bons. Mas apesar de toda beleza que alguns implementam, será que estamos sabendo analisar de verdade, quando se trata de praticidade aliada a beleza das inovações que os ambientes trazem? E a simplicidade... não conta? Leia o artigo e dê sua opinião.
Introdução
Este artigo pretende ser um esboço, um resumo da minha ideia. E quero agradecer a todos que venham a criticá-lo futuramente.
No decorrer do artigo não irei dizer como deixar o seu Desktop Environment simples, mas tentarei deixar uma mensagem que possa ajudar a você, analisar de forma concisa.
Agora, vamos ao artigo ;-).
- Wikipédia, a enciclopédia livre.
Bom, não pretendo dar uma aula de artes e muito menos de filosofia, mas quero expressar a minha opinião ao ponto de trazer um pouco da minha visão.
Hoje em dia vemos grandes avanços na área de informática. Se você pensou que em hardware e software, está certo, mas só um manteve a simplicidade no decorrer da sua história. O hardware, apesar das mudanças que sofreu no último século, mudou muito pouco.
Da válvula até os chips miniaturizados, mudou bastante coisa. Mas foi uma mudança gradual e importante que teve, que se você pegar uma placa mãe ATX atual e pegar uma placa mãe feita nos anos 80, vai notar que há uma diferença de tamanho ou até mesmo de arquitetura, mas o minimalismo sempre esteve ali.
A maneira de se escrever software também não mudou muito. Mas houveram mudanças em GUI (Graphic User Interface) que fizeram com que isso despertasse bastante ideias nas cabeças de desenvolvedores e atraísse usuários para o ramo de informática.
As mudanças de alguma forma também trouxeram a negligência, quando se trata de performance* e usabilidade.
Como o minimalismo pode ajudar nas interfaces gráficas?
Fazendo temas, menus, layouts e entre outras coisas que possa tornar a usabilidade mais agradável tanto ao usuário guru*, como também ao usuário que vem do Windows ou do Mac Os X.
Quanto mais organizado, objetivo e simples for o software, mais amigável e usável ele será.
Tamanha a importância que se deve ao fazer uma interface gráfica que ontem eu estava lendo uma matéria na revista Galileu de novembro de 1998 sobre inteligência artificial, e a matéria diz que o ser humano gasta menos de 1% da capacidade cerebral quando se trata de jogar Xadrez. Mas que por incrível que pareça, a atividade que gasta para processar a visão chega um terço do cérebro humano.
Tamanha a importância da visão para o ser humano que é uma dos problemas mais intrigantes da inteligência artificial, que na própria matéria conta que um carro estava sendo montado para trafegar sem motorista e um dos problemas principais é que antes ele devia aprender o que é uma estrada e o que não é.
Em alguns testes o carro se saiu muito bem sem sair da estrada, mas em um belo dia ensolarado ele se chocou contra uma árvore, então os engenheiros responsáveis pelo projeto descobriram que o carro não tinha aprendido "o que é uma estrada" e sim "o que é escuro". Assim quando eles faziam o teste de tarde, havia sombra na pista e nesse dia somente havia sombra na árvore. Então, o carro foi direto para árvore. ;-)
Depois que eu li o artigo, pude constatar que tamanha importância a nossa visão tem... e ainda mais quando se trata de software.
E para utilizar o software de uma maneira mais prática, nada mais que aplicando um pouco de minimalismo.
* Com a evolução do hardware, não há mal algum o software usar toda potência que o hardware possa oferecer, mas a maioria dos desenvolvedores de interfaces gráficas estão esquecendo de coisas importantes como a performance e a usabilidade.
* Guru é um termo quando se trata de usuários avançado.
No decorrer do artigo não irei dizer como deixar o seu Desktop Environment simples, mas tentarei deixar uma mensagem que possa ajudar a você, analisar de forma concisa.
Agora, vamos ao artigo ;-).
O Minimalismo
A palavra minimalismo se refere a uma série de movimentos artísticos e culturais que percorreram diversos momentos do século XX e que preocuparam-se em se exprimir através de seus mais fundamentais elementos, especialmente nas artes visuais, no design, na música e na própria tecnologia.- Wikipédia, a enciclopédia livre.
Bom, não pretendo dar uma aula de artes e muito menos de filosofia, mas quero expressar a minha opinião ao ponto de trazer um pouco da minha visão.
Hoje em dia vemos grandes avanços na área de informática. Se você pensou que em hardware e software, está certo, mas só um manteve a simplicidade no decorrer da sua história. O hardware, apesar das mudanças que sofreu no último século, mudou muito pouco.
Da válvula até os chips miniaturizados, mudou bastante coisa. Mas foi uma mudança gradual e importante que teve, que se você pegar uma placa mãe ATX atual e pegar uma placa mãe feita nos anos 80, vai notar que há uma diferença de tamanho ou até mesmo de arquitetura, mas o minimalismo sempre esteve ali.
A maneira de se escrever software também não mudou muito. Mas houveram mudanças em GUI (Graphic User Interface) que fizeram com que isso despertasse bastante ideias nas cabeças de desenvolvedores e atraísse usuários para o ramo de informática.
As mudanças de alguma forma também trouxeram a negligência, quando se trata de performance* e usabilidade.
Como o minimalismo pode ajudar nas interfaces gráficas?
Fazendo temas, menus, layouts e entre outras coisas que possa tornar a usabilidade mais agradável tanto ao usuário guru*, como também ao usuário que vem do Windows ou do Mac Os X.
Quanto mais organizado, objetivo e simples for o software, mais amigável e usável ele será.
Tamanha a importância que se deve ao fazer uma interface gráfica que ontem eu estava lendo uma matéria na revista Galileu de novembro de 1998 sobre inteligência artificial, e a matéria diz que o ser humano gasta menos de 1% da capacidade cerebral quando se trata de jogar Xadrez. Mas que por incrível que pareça, a atividade que gasta para processar a visão chega um terço do cérebro humano.
Tamanha a importância da visão para o ser humano que é uma dos problemas mais intrigantes da inteligência artificial, que na própria matéria conta que um carro estava sendo montado para trafegar sem motorista e um dos problemas principais é que antes ele devia aprender o que é uma estrada e o que não é.
Em alguns testes o carro se saiu muito bem sem sair da estrada, mas em um belo dia ensolarado ele se chocou contra uma árvore, então os engenheiros responsáveis pelo projeto descobriram que o carro não tinha aprendido "o que é uma estrada" e sim "o que é escuro". Assim quando eles faziam o teste de tarde, havia sombra na pista e nesse dia somente havia sombra na árvore. Então, o carro foi direto para árvore. ;-)
Depois que eu li o artigo, pude constatar que tamanha importância a nossa visão tem... e ainda mais quando se trata de software.
E para utilizar o software de uma maneira mais prática, nada mais que aplicando um pouco de minimalismo.
* Com a evolução do hardware, não há mal algum o software usar toda potência que o hardware possa oferecer, mas a maioria dos desenvolvedores de interfaces gráficas estão esquecendo de coisas importantes como a performance e a usabilidade.
* Guru é um termo quando se trata de usuários avançado.
Eu passei um tempo usando o fluxbox, mas acabei voltando para o GNOME por achar que me faltavam algumas ferramentas que o GNOME proporcionava (agora não me lembro mais o que era... :s) . De qualquer maneira, sinto saudades de voltar para esse ambiente pela leveza do mesmo. Não tanto pela aparência porque acho o GNOME mais bonito ;)
Assim que tiver um tempo, irei ver isso.
ótimo artigo! =]