Uma "fábula" sobre acessar e mapear unidades de rede do Windows no Linux

É... É mais um pouco de história, agora falando do desafiador mundo da convivência entre Windows e Linux no mesmo ambiente... Não poderia haver campo mais fértil para comparações e a conclusão de quem é o melhor...

[ Hits: 20.426 ]

Por: Perfil removido em 22/07/2010


Mais um pouco das minhas histórias



Esse meu artigo é uma espécie de versão estendida e comentada a partir de uma dica que me ajudou muito, publicada pelo Anderson Nascimento no VOL. O crédito original em si da dica é dele, eu apenas coloquei alguns detalhes a mais, fiz algumas comparações técnicas sobre o trabalho com redes híbridas, mas o contexto envolvido acabou por aguçar meu impulso de opinar e mais uma vez defender o software livre com paixão.

Bem, se você não tem muito tempo pra opiniões, pode ir sem constrangimento até o fim do artigo e ver somente a dica, mas eu não consigo me controlar, preciso falar, quero dizer, escrever... Eu gosto de compartilhar experiências, e no meu trabalho tenho tido oportunidades satisfatórias de me dedicar e aprender um pouco mais sobre o nosso querido GNU/Linux.

Temos migrado gradativamente algumas máquinas do Windows XP para o Linux Ubuntu 10.04 LTS Lucid Lynx, o que por si só já tem sido bem proveitoso por trazer consigo a solução de velhos problemas com drivers, compartilhamento de impressoras... E nem precisa falar do fator segurança, imunidade à vírus, redução de custos, organização dos sistemas de arquivos, permissões de acesso etc...

Essa nova etapa profissional abriu um pouco mais meus horizontes sobre o tema. Apesar dos vários anos trabalhando com informática, não posso negar que quase sempre via as coisas sob um prisma de programador, e agora que tenho trabalhado mais com a "parte final" da coisa, ou seja, muito mais no lado operacional, lidando com o "mundo real", tenho tido muito mais motivos pra defender o Linux, motivos que vão além dos padrões teóricos de projeto etc.

E já que estou falando de "mundo real", outro aspecto legal, que já é fato conhecido, mas que eu agora tenho constatado na prática, é a nova "expectativa de vida" que temos dado a desktops que já têm um certo período de uso e já não são mais "top de linha", máquinas boas, só que rodavam o Windows XP já "capengando", ponto de partida dessa nova fase, viviam precisando ser formatadas, até que conheceram o Tux - eu cogitei até usar o Lubuntu (versão mais leve e "seca" do Ubuntu, que usa ambiente gráfico LXDE e pode rodar até em K6-II 500 MHz, por mais que não seja o ideal), mas optei pela facilidade da versão principal, o Ubuntu, com um ambiente GNOME completo (OpenOffice.org, Firefox, Evolution, Central de Programas, multimídia) e mesmo assim o desempenho obtido foi muito satisfatório.

Nessa nova caminhada, começamos com um servidor (na verdade um PC um pouco mais "turbinado" que foi batizado como servidor, com êxito) e agora temos visto a compensação também nos terminais. E eu pessoalmente estou feliz, pois isso tem gerado interesse de meus amigos, dentro e fora do ambiente profissional, em adotar Linux nas suas vidas.

Mas, deixando a subjetividade de lado (sé é que eu consigo fazer isso), voltando para o exemplo prático que embasa meus argumentos, em um processo de migração é bem provável que por um tempo os ambientes Windows e Linux ainda convivam lado a lado (e talvez por questões óbvias isso pode durar para sempre [como eu queria que fosse deferente]). Aí surgem várias questões, uma delas é o compartilhamento de arquivos, pastas, impressoras, recursos...

Bem, não vou falar do Samba (usamos ele aqui pra compartilhar arquivos em impressoras do Linux para o Windows), ele é realmente fantástico e suplanta uma deficiência de portabilidade do próprio Windows - ora pois, vejamos o exemplo do aclamado Windows Seven, que não consegue "enxergar" direito os compartilhamentos de versões anteriores do sistema da MS na rede (se duvida tente fazer um computador com o Seven imprimir em uma impressora plugada num XP, assim de primeira; eu garanto que é mais fácil fazer isso com Linux) - o Samba faz Windows enxergar Linux.

Agora o contrário é mais impressionante, voltando o foco para o compartilhamento de unidades, arquivos e pastas. O Windows nativamente só consegue enxergar sistemas de arquivos FAT e NTFS (sistemas de arquivos da Microsoft), que inclusive são mais limitados em termos de armazenagem e integridade. Já o Linux trabalha com vários tipos de sistema de arquivos nativamente, adotando os EXT como padrão - o Ubuntu 10.04 já usa a versão EXT4 cuja capacidade e integridade são incomparáveis - e enxergar um sistema NTFS (adotado a partir do Windows 2000 [na verdade este sistema vêm lá do Windows 4.0 NT, um "Windows 95" voltado pra redes]), isso o Linux tira de letra, basta montar, não precisa de nenhum outro artifício.

Há quem questione o fato de o padrão para fazer esta operação seja via terminal (aquela velha ladainha do que é amigável ou não). E sei, para fazer este processo no Windows é "só" abrir o Explorer e acessar o menu "Ferramentas - Mapear unidades de rede...", mas convenhamos, isso não é algo que uma pessoa faça todos os dias, na maioria dos casos, no máximo, o cara vai mapear uma, duas ou três unidades compartilhadas na rede e nunca mais vai mexer - pelo menos era pra ser assim se o Windows e sua estrutura de rede fosse mais estável, mas a princípio é assim (sem contar que isso e todas as características "simples e bonitinhas" do sistema da janelinha pode ser um perigo na mão de usuários "MOMY" [termo que eu conheci pelos fóruns do VOL, que designa aqueles para os quais informática é apenas MediaPlayer, Orkut, MSN e YouTube], e até mesmo na mão do pessoal do "sindicato dos sobrinhos" e suas técnicas que fazem do Windows um ambiente mais insalubre do que ele é por si só originalmente).

Como eu disse, durante os últimos anos eu trabalhei integralmente como programador, isso significa estar numa sala, fechado, sem ver gente, lidando só com códigos e problemas o dia todo (parece dramático, mas a realidade é quase isso mesmo), a agora que, digamos, tenho visto mais gente, (com o perdão da expressão e sem nenhuma prepotência, apenas ilustrando mesmo) agora que tenho mais contato com os "pobres mortais usuários de computador", e é interessante olhar pra cara de espanto das pessoas com aquela exclamação estampada:

"Cara, você usa Linux!!! Ele faz tudo isso!!! Realmente ele não é tão difícil assim!!!"

Tanto usuários comuns como os profissionais da área, é engraçado, mas eles parecem não acreditar. Mas o melhor é ver que na prática e provar que cada vez mais o Windows "faz menos falta". Eu tenho constatado que, tanto para as atividades mais simples do dia-a-dia, como enviar e-mails, acessar a internet, redigir documentos, fazer planilhas, ouvir músicas, imprimir..., até para as atividades mais complexas, como a implantação e manutenção de uma estrutura de rede e servidores com políticas de acessos, segurança e tudo mais, o Linux é de fato mais fácil.

De todos os computadores (alguns até antigos) que nós migramos pra Ubuntu, nenhum deles precisou de CDs de instalação para drivers, tudo funcionou de primeira, o que apareceu de diferente foi resolvido com o mínimo esforço (quase nada), e eu sei que tudo seria mais complicado com Windows. E na "ponta do iceberg", depois de (pra não ser tão radical nem causar choque) colocarmos uma casquinha azul no Ubuntu - pra ser mais exato tô falando do pacote de tema XPGnome - o usuário praticamente não nota diferença alguma (a casca parece a mesma, mas o sabor é bem melhor).

E o que isso tem a ver com montar unidades de rede!? Bem, tem a ver com o terminal, com a velha discussão do que é mais amigável contra o que é mais complicado, do que precisa e do que não precisa, de quem é quem. Ora, foi aí que eu cheguei a mais outra conclusão. A informática é cheia de contra-sensos, dentre eles aquele que leva as pessoas, e, mais alarmante, os profissionais da área, a confundirem o que é simplicidade com o que é banalidade.

O ato de clicar, alavancado pelo "next, next, finish" se tornou tão banal que faz com que pensemos que coisas que dão mais trabalho de fazer clicando e arrastando pareçam mais simples do que digitar uma linha de comando. Em termos, temos visto a propagação de uma geração, digo isso mais dois profissionais, pois os usuários finais não são obrigados a saber de tudo (assim como eu não sou obrigado a ser um piloto de avião pra ser passageiro de um), uma geração de pessoas medíocres, que não têm ideia do que está fazendo, mas se mete a fazer dando parecer de que tá por dentro de tudo - é o mesmo que eu querendo pilotar um Airbus A-380, dizendo que eu sou o bom porque "vôo na minha moto 150 cilindradas", e que o piloto tá por fora (foi só um exemplo, eu mal chego aos 40 Km por hora na minha moto; primeiro porque respeito a lei e depois porque não tô a fim de morrer).

Ok, voltemos à parte técnica. Exemplificando, no Linux (e vocês sabem que meus exemplos são todos usando a minha distro, Ubuntu, considerada uma distro mais "amigável" usada por iniciantes), para montar uma pasta compartilhada na rede do Windows, basta editar o arquivo fstab para que que a conexão com a unidade seja feita automaticamente no boot, indicando o ponto de montagem.

Primeiro você deve criar uma pasta onde a unidade será montada (observe que na raiz do sistema de arquivos já temos um diretório /mnt/, então o ideal é que esta pasta pra montagem seja criada dentro dele), conforme o exemplo:

sudo mkdir /mnt/ponto_de_montagem
$ sudo chmod 777 -R /mnt/ponto_de_montagem


Agora sim vamos editar o arquivo fstab:

sudo gedit /etc/fstab

Tendo aberto o arquivo pra edição, informando a sua senha e tudo mais (eu usei o gedit, mas você pode usar o editor nano, por exemplo), vá até o fim do arquivo e adicione a seguinte linha após a última linha do arquivo, conforme o exemplo:

//192.168.x.x/Y /mnt/ponto_de_montagem cifs username=Usuario,password=senha,user,dir_mode=0777,file_mode=0777 0 0

Explicando o que foi feito, informamos o host [//192.168.x.x], o nome do compartilhamento do Windows [Y], o ponto de montagem na máquina local [/mnt/ponto_de_montagem], o tipo do sistema de arquivos [cifs] - esse código é o usado para unidades NTFS não locais - e por fim os parâmetros de autenticação e permissão de acesso (o que interessa é a parte "username=Usuario,password=senha", que passa o usuário e a senha definido no Windows para acessar o compartilhamento).

Um exemplo completo de como fica o fstab depois disso é assim:

# /etc/fstab: static file system information.
#
# Use 'blkid -o value -s UUID' to print the universally unique identifier
# for a device; this may be used with UUID= as a more robust way to name
# devices that works even if disks are added and removed. See fstab(5).
#
# <file system> <mount point> <type> <options> <dump> <pass>


proc /proc proc nodev,noexec,nosuid 0 0
/dev/sda1 / ext4 errors=remount-ro 0 1
# swap was on /dev/sda5 during installation
UUID=a70a94b0-942b-48ad-b2fb-46c633f5938e none swap sw 0 0
//192.168.x.x/Y /mnt/ponto_de_montagem cifs username=Usuario,password=senha,user,dir_mode=0777,file_mode=0777 0 0

Aqui vemos a montagem das unidades locais e na última linha a nossa da rede. Ok, feito isso, e se tudo estiver correto, basta reiniciar o computador que a unidade será montada automaticamente e aparecerá em computer:/// (que pode ser acessado no menu superior em Locais - Computador) ou diretamente na sua área de trabalho, se assim configurado.

É claro que se você quiser acessar esporadicamente esta unidade de rede não precisa fazer todo este processo, basta, por exemplo, abrir o Nautilus (navegador de arquivos) e digitar:

smb://192.168.x.x/Y

na barra de endereços para exibir o conteúdo dela (lembrando que a partir do Ubuntu Lucid 10.04 a barra de endereços do Nautilus está oculta por padrão e até o botãozinho para exibi-la foi tirado, então você deve pressionar Ctrl+L para ativá-la). Isso é o mesmo que digitar...

\\192.168.x.x\Y

...no Windows Explorer - e no caso do Ubuntu, ou qualquer Debian-like ou até mesmo outra distro que use o ambiente GNOME, este mesmo acesso pode ser feito com opções avançadas usando o menu "Locais - Conectar ao servidor...".

Mas, voltando à montagem automática, você ainda pode criar um atalho pra acessar esta unidade de rede Windows montada em sua área de trabalho, painel do GNOME ou até mesmo num item do menu superior criando um novo lançador do tipo "Localização" informando "/mnt/ponto_de_montagem" no campo do comando.

Depois de um exemplo deste alguém pode estar dizendo: "tantos comandos, que coisa complicada". Bem, eu não pediria pra minha avó montar uma unidade no Linux ou compilar um kernel, só defendo "cada macaco no seu galho", "cada um no seu quadrado".

É claro que o Windows passa a impressão de ser mais fácil, afinal ele é voltado totalmente para o usuário final, tanto que ele pode ser uma maravilha em casa, a mais completa fonte de entretenimento, mas, na outra ponta, a menos que se invista muito, mas muito mesmo, numa política de TI com profissionais habilitados para tanto (coisa que as grandes empresas que adotam Windows fazem), tenho visto cada vez mais que o sistema da MS é uma verdadeira dor de cabeça pras micro e pequenas empresas, e até mesmo pras de médio ou maior porte, primeiro porque o pessoal só "quer que funcione", não importa como, depois porque a responsabilidade cai em mãos contratadas para realizar o serviço, mas que não têm capacidade para fazê-lo, e talvez nunca chegarão a ter tal capacidade porque, por mais que sejam "profissionais", acabam atrofiando seu potencial se agarrando aos subsídios destinados aos leigos.

É claro que não espero que todos concordem comigo, estou acostumado a ser polêmico por falar demais, mas provavelmente se você que lê chegou até este ponto do artigo é porque você é um profissional da área ou um usuário muito interessado. Talvez, e principalmente se você for um técnico que trabalha com Windows, você torceu o nariz para o terminal e não consegue ver onde está o lado fácil do Linux que eu falei.

Pense mais alto, nem sempre fazer a coisa do jeito aparentemente mais fácil é o mais adequado, e aquilo que você acha ser uma grande vantagem é simplesmente o apoio pra uma preguiça que impede seu crescimento, que vai te deixar à parte do que realmente é melhor, em troca das falsas aparências.

Enfim, é isso, além da dica ficou aqui um pouco da minha opinião e dos meus argumentos a favor do Linux, porque ele é melhor, mais bonito, mais poderoso, mais simples e bem mais profissional do que qualquer outro...

   

Páginas do artigo
   1. Mais um pouco das minhas histórias
Outros artigos deste autor

Verificando a temperatura do HD no Slackware

Resumo do documentário Revolution OS

Como se comunicar com outros usuários da rede

Compilando e otimizando KDE 3.x

Liberdade, usuários e políticas de manutenção de ignorância

Leitura recomendada

ATUALIZADO 19/01: Tragédia em Nova Friburgo/RJ

Liberte seus documentos

A Microsoft morreu

Linux: For Human Beings?

Que tal conhecer mais o Linux pondo a mão na massa? Conheça o Woo Hoo, projeto para uma nova distro

  
Comentários
[1] Comentário enviado por maran em 23/07/2010 - 08:45h

Bom em si, não entendi muito bem o porque do artigo em si?
era muito melhor ter feito um artigo , apenas come ntando sua experiência, do que escrever todo este texto em cima de dois comandos oo'.
Seria mais lógico e até mesmo melhor para o leitor, enytrei pensando ser uma coisa o que não foi!

[2] Comentário enviado por removido em 23/07/2010 - 09:21h

Reconheço que fui com muita sede ao pote.
Artigos melhores estão por vir...

[3] Comentário enviado por maran em 23/07/2010 - 12:26h

Não velinho, digo apenas o escopo, o artigo em si está bom,

o que digo é que achei que trataria mais do assunto "unidades de redes", esta foi a critica, e não desmerecendo teu trabalho! :D

[4] Comentário enviado por removido em 23/07/2010 - 14:24h

Tudo bem!

Acho que eu me expressei mal no comentário!

Eu reconheço que o exemplo que usei, bem como o título, ficaram um pouco aquém do contexto. Eu queria falar um pouco mais da experiência que estou tendo.

Sobre artigos melhores, e eu espero que sejam, eu quis meio que fazer um convite pra um novo artigo meu que será publicado em breve, já está sob a avaliação dos moderadores. Eu gosto de expressar minhas opiniões, mas geralmente é mais fácil escrever artigos técnicos do subjetivo. O próximo artigo será sobre programação com PyGTK. Aguardo sua apreciação.

No meu perfil aqui no VOL você pode ver que sou do interior de Mato Grosso. Já morei e trabalhei em Cascavel (PR), mas eu gosto do sossego da Floresta Amazônica, e voltei pra trás... Aqui muitas vezes o pessoal acha que Linux é coisa de outro mundo, e é muito bom trocar experiências com o pessoal dos grandes centros, creio que a visão do pessoal tipo aí de São Paulo, igual você, têm uma visão um pouco mais ampla deste mundo de TI, a gente aprende bastante...

[5] Comentário enviado por maran em 23/07/2010 - 14:52h

Orra velinho que bacana , também sou muito apreciador destes lados, sou louco para um dia quem sabe ter uma oportunidade em algum lugar bem afastado, e por lá espalhar e pregar o dar sem receber! Liberdade!

Concerteza meu velho, a troca de informações é algo que nunca se descarta, principalmente no meio de TI.

Concerteza, estarei olhando este artigo :D

Um abraço!

[6] Comentário enviado por edertux em 25/07/2010 - 13:05h

Cara é incrível! Ainda ontem eu estava me matando para mapear uma unidade de rede no meu Ubuntu. Hoje, após um clique errado nos meus favoritos, entrei no VOL e seu artigo apareceu de cara!

Bom...sou iniciante em Linux, pois estou tentando me libertar da MS. Tenho me surpreendido com o Ubuntu à partir da versão Karmic. Atualmente estou usando o Lucyd.

Como estou escrevendo este comentário logo após ler seu artigo, é óbvio que ainda não solucionei meu problema, mas assim que possível usarei seu artigo para sanar essa pendẽncia.

Quero parabenizar-lhe não só pelo artigo, mas também pela experiência aqui compartilhada.

Valew Pedro!
Um abraço.

[7] Comentário enviado por dastyler em 03/08/2010 - 21:31h

Só um pequeno "pitaco" para caso voce nao quiser desligar seu computador para ativar o compartilhamento:
Faça como root:

mount -t cifs -o username=user,password=suasenha //enderecodoservidor/compartilhamento /mnt/pasta/

Depois adicione conforme o artigo acima do grande Pedro...:-P


[]´s



[8] Comentário enviado por luivilella em 10/08/2010 - 13:48h

Meu velho, 100%, parabéns pelo Artigo ótima argumentação e um material de qualidade!
Parabéns

[9] Comentário enviado por leonardo.dario em 20/06/2012 - 10:51h

apesar de ser um noob em linux, concordo com o colega maran acerca da 'empolgação' do seu artigo; não, pedrão, não é uma crítica. achei o artigo bem escrito, porém um usuário MS que está acostumando a fazer o mapeamento de rede no windows, porém não satisfeito, quer aprender a fazer no linux, o artigo ficou deficiente. tenho pouco menos que 2 meses de fórum, porém contente com as contribuições que os usuários, linux, em geral, proporcionam a outros profissionais ou usuários. trabalho com TI, também em MT, e aqui, como você postou de forma convincente, realmente estamos anos atrás de outros Estados com relação a TI... trabalhei muito tempo em uma Secretaria, porém lá, tínhamos uma estrutura mesclada. como só havia um analista em linux (e só curioso), montamos os servers sendo MS para AD e servidor de arquivos e o resto linux. a estrutura só não foi totalmente em linux, pois o cara não tinha esse tipo de visão da comunidade linux em geral, em compartilhar informações; vivíamos com receio do cara tirar tudo e termos que nos virar em levantar todo o serviço linux em MS...
como referi anteriormente à noobice, estou pasmo com esse tema XPGnome. se esse nosso analista tivesse sido mais acessível, talvez teríamos ido além dos servidores... afinal, usuário em órgãos governamentais são pouco exigentes com relação ao OS. digo, gostam da facilidade de clicar em avançar e terminal, sem muitas vezes nem ler; muito bem colocado por você no artigo.
hoje consigo ver o linux como um OS normal, para mim, era um treco que até pagar ligar tinha que gastar as teclas com comandos de inicialização. como já li em outros artigos, o que falta mesmo é boa vontade dos usuários/técnicos/administradores MS para sair da inércia (que na verdade nem é muito complicada) e marketing...
espero não ter dito muita besteira e parabéns pelo artigo

[10] Comentário enviado por kelvinss em 22/06/2012 - 21:49h

Um bom exemplo disso seria que um usuário "normal", ou mesmo esse "profissional", renomearia 200 arquivos abrindo o menu de contexto e clicando em renomear, para cada arquivo, e diria que isso é o "certo", o "mais fácil". Enquanto é muito mais fácil fazer operações do tipo por linha de código, ou scripts.

[11] Comentário enviado por danitux em 03/03/2014 - 02:18h

Cara, sou novo no fórum e também no mundo Linux, mas sempre fui um admirador do Linux. Gostei muito do post li até o final e ainda consegui o meu objetivo que era como saber mapear uma unidade de rede ou impressora no ubuntu vlw pela dica.

[12] Comentário enviado por oliviofarias em 19/09/2014 - 10:30h

Muito obrigado pelo maravilhoso artigo. Quebrou um galho enorme aqui no trabalho.
Até favoritei pra dar 100 pontos, pois merece. Abraços.


Contribuir com comentário




Patrocínio

Site hospedado pelo provedor RedeHost.
Linux banner
Linux banner
Linux banner

Destaques

Artigos

Dicas

Tópicos

Top 10 do mês

Scripts