O Software Livre e a Soberania Nacional

Neste artigo dissertarei sobre por que o Software Livre é a melhor opção para o Brasil (assim como para qualquer país em desenvolvimento), sobre descentralização do conhecimento, sobre o real custo do Software Proprietário e sobre a retomada do prazer de trabalhar.

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Por: Carlos em 07/04/2005 | Blog: http://nullterminated.livejournal.com/


Introdução



_ "iiii, lá vem este tal de Null sei lá o que com conversa mole novamente!"

Alguns podem exclamar. Antes que alguém pense que se trata de um artigo super conservador, hiper radical, ultra nacionalista ao gosto de um Mister George Bush dos trópicos, leia um pouco mais adiante...

Neste artigo, dissertarei sobre por que o Software Livre é a melhor opção para o Brasil (assim como para qualquer país em desenvolvimento), sobre descentralização do conhecimento, sobre o real custo do Software Proprietário e sobre a retomada do prazer de trabalhar.

Por que o Software Livre é a melhor opção para nós


Muito se comenta que o Software Livre é bom para os países em desenvolvimento por conta do benefício financeiro (por poder ser adquirido gratuitamente), mas creio que a maior contribuição que o Free Software pode dar a qualquer país, seja ele pobre ou rico, é o conhecimento embutido no mesmo! Pensem bem, antes de conhecer o GNU/Linux, onde mais você teria a inestimável oportunidade de estudar os fontes do kernel de um SO de alto nível, totalmente funcional? Onde você teria a oportunidade de participar do desenvolvimento ou da depuração de uma suíte de escritório completa como o OpenOffice.org? Quantos poucos escolhidos seriam gracejados com a dádiva de contribuir, nem que seja com um wallpaper, com um SO de distribuição global, super elogiado e conhecido como o Kurumin ou o GoblinX? Se nós ainda vivêssemos na realidade de alguns anos atrás, a resposta, tirando raras exceções, não seria diferente de NUNCA!!

A descentralização do conhecimento


O Software Livre vem para quebrar o velho paradigma do terceiro mundo (perdão aos ditos "politicamente corretos"), fornecer matéria prima aos países ricos a preço de banana e comprar tecnologia e produtos manufaturados a preços exorbitantes. Ao invés disto, estamos aprendendo e gerando nossas próprias tecnologias localmente. Alguém pode dizer:

- "Ahhh, mas o Linux foi escrito por um gringo lá da Finlândia, e o FSF foi fundado por outro lá nos EUA..."

Para esta alegação eu respondo que estes "gringos" deram o pontapé inicial e deixaram para toda a humanidade um legado inestimável! Do ponto que eles pararam, nós seguimos, não atrás, mas ao lado. Com isso preservamos nossa soberania, pois não mais dependeremos de nenhuma solução alienígena!

Para quem ainda duvida do que nós, pacatos tupiniquins, somos capazes, posso citar alguns exemplos entre soluções e pessoas: Kurumin, GoblinX, WindowMaker, Marcelo Tossati, Conectiva (ok, ok, eu sei que esta última foi comprada recentemente pela MandrakeSoftware, mas nasceu aqui!!), etc...

O verdadeiro custo do Software Proprietário


Muitos pensam no custo do Software Proprietário, assim como os reais benefícios do Software Livre, de um forma limitada. O maior ônus, a maior penalidade que o Software Proprietário nos impõe é o custo social e o custo de termos que ser empurrados por ventos que vem do norte, ventos que não sopram de nossas belas praias tropicais e que só nos empurram para um buraco sem fundo de gastos e conhecimento limitado! O Software Proprietário tem um custo social alto por ser por natureza anti-social, o compartilhamento não é incentivado, pelo contrário, é reprimido, o seu custo financeiro normalmente é alto, excluindo a massa dos benefícios que ele poderia trazer.

Com o Software Proprietário nós navegamos em um navio com um timoneiro que é nosso inimigo e que de tempos em tempos temos que parar e trocar todo o velame, pois este se tornou incompatível com o vento e o mar atual, quem não pode trocar regularmente as suas velas, fica a deriva esperando por uma tábua da salvação que nunca vem!

A retomada do prazer de trabalhar


Este é mais um paradigma que o Software Livre vem quebrar! O de que trabalho tem que ser chato, cansativo e penoso. Isso vem da tradição Judaico-Cristã, religiões predominantes no ocidente, que mandam separar trabalho de diversão (a própria palavra trabalho vem do Latim Tripalium que era um instrumento de tortura utilizado pelos Romanos - Fonte: EducaTerra - http://educaterra.terra.com.br/sualingua/02/02_trabalho.htm).

O trabalho com Software Livre por ser tradicionalmente voluntário, joga por terra estes conceitos, que o diga o próprio Linus Torvalds que escreveu o livro "Só por prazer - Linux os bastidores da sua criação". Eu também, apesar do trabalho com Software Livre pagar minhas contas e alimentar os meus filhos, eu o faço por prazer! Sento a frente do monitor e fico horas respondendo perguntas, escrevendo algum programinha para compartilhar com a comunidade ou um novo artigo. Meus pais não entendem bem isso, eles são de outra época, mas meus filhos deverão vivenciar muito mais o prazer de trabalhar! Com certeza, se isso acontecer, eles serão mais felizes e tornarão o mundo um lugar melhor de se viver.

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Comentários
[1] Comentário enviado por georgedearaujo em 07/04/2005 - 13:18h

O software livre é a solução em um País pobre com o Brasil, mais as empresas que desenvolvem programas ainda não despertatam para isso e o próprio governo que faz propraganda a favor do software livre ainda nos limita a usar o software windows quando desenvolvem programas para está plataforma. Meu exemplo é um deles, meu servidor é linux mais minhas máquinas clientes são windows pois o meu software de gestão foi desenvolvido para windows é ainda não tem uma versão linux.

[2] Comentário enviado por removido em 07/04/2005 - 14:26h

Esse assunto é complexo. E o software livre tem o mérito de gerar alguma renda pra mais pessoas, é mais justo na distribuição de conhecimento e benefícios. Já o software proprietário fez alguns bilionários e nada mais.

Outro ítem importante é quanto ao desenvolvimento. O Linux, nas "mãos" e mentes de milhares quiçá, milhões, bilhões de usuários, ganhará vida quase no sentido literal. E isso é fantástico demais para não ser desejado ou pelo menos sonhado.

[3] Comentário enviado por brmassa em 07/04/2005 - 18:10h

1- software livre e software gratuito náo sao a mesma coisa. Releia o texto
2- prazer em trabalhar FAZENDO um software não eh a mesma coisa em prazer em trabalhar USANDO o software.
3- o pessoal da adobe, norton, mirosoft, da discreet, da macromedia, dos criadores do brazip nao tem prazer em trabalhar? não misture as coisas.
4- se quiser que o Zé da esquina, minha vó, meu irmaozinho, minha namorada para usar o computador devem "conhecer o GNU/Linux", "participar do desenvolvimento ou da depuração de uma suíte de escritório completa como o OpenOffice.org", "estudar os fontes do kernel de um SO de alto nível" ou "que seja com um wallpaper" pode crer que vão querer pagar 300 pelo windows e mais 1000 pelo office fácil.

com isso concluo que o artigo não tem o menor senso critico.

linux PODE ser bom. ou não.

[4] Comentário enviado por brmassa em 07/04/2005 - 18:11h

errei na ultima frase:

linux PODE ser bom. ou não.

[5] Comentário enviado por Ale_ em 07/04/2005 - 19:03h

Parabéns, bom artigo!!
O Software Livre pode sim contribuir muito com o desenvolvimento de um país que busca cada vez mais espaço nessa área e nos ajuda a evitar dependências internacionais.

[6] Comentário enviado por _simmons_ em 07/04/2005 - 19:45h

Parabéns Carlos, seu artigo mostrou muito bem o quanto é importante difundir não só as qualidades técnicas do Linux e dos Softwares Livres em geral, mas também as ideológicas, sociais e econômicas.

Frank Zappa é o autor da frase. ;)

[]'s

André Michi


[7] Comentário enviado por vioflex em 07/04/2005 - 20:11h

Que exagero!
Software livre é bom mesmo, mas o artigo quer muito de uma vez só.
Eu sou a pessoa mais a favor de software livre, mas há um paradoxo: o software livre só vai ser a melhor opção quando mais empresas usarem software fechado nele. :/

[8] Comentário enviado por m4sk4r4 em 08/04/2005 - 00:24h

Parabéns,

Muito bom o seu artigo, e pode ter certeza que é de extrema importancia para comunidade, e me ajudou muito a esclarecer as dúvidas e melhorou meus conceitos.

Parabéns

t+


[9] Comentário enviado por silva.rodrigo em 08/04/2005 - 07:41h

Muito bom artigo !

Esclarece muitas dúvidas em relação ao software livre.

[10] Comentário enviado por null_terminated em 09/04/2005 - 08:52h

Quanto aos comentários do colega bmassa

1- software livre e software gratuito náo sao a mesma coisa. Releia o texto

+ Eu não disse isso

2- prazer em trabalhar FAZENDO um software não eh a mesma coisa em prazer em trabalhar USANDO o software.
3- o pessoal da adobe, norton, mirosoft, da discreet, da macromedia, dos criadores do brazip nao tem prazer em trabalhar? não misture as coisas.

+ Eu não disse que eles não tem prazer. Mas eles não trabalham "somente" por prazer, eles são muito bem remunerados por isso... Eu mesmo, trabalhei em SoftwareHouses, trabalhava unicamente pelo dinheiro... Ao contrário de muitos (não todos) desenvolvedores de SL.

4- se quiser que o Zé da esquina, minha vó, meu irmaozinho, minha namorada para usar o computador devem "conhecer o GNU/Linux", "participar do desenvolvimento ou da depuração de uma suíte de escritório completa como o OpenOffice.org", "estudar os fontes do kernel de um SO de alto nível" ou "que seja com um wallpaper" pode crer que vão querer pagar 300 pelo windows e mais 1000 pelo office fácil.

+ Sim... Mas cabe aqueles que tem condições técnica contribuir (apesar de achar que não é preciso muito conhecimento para mandar um e-mail falando que as imagens de seu documento não estão aparecendo após o último salvamento)... eu não me referi a todo mundo...
E tenho quase que certeza que o "Zé da Esquina" não vai comprar o Office o Windows para poder utiliza-lo, ele sim, vai alimentar o mercado informal, que não paga impostos e só prejudica o país.

com isso concluo que o artigo não tem o menor senso critico.

+ Por que?

linux PODE ser bom. ou não.

+ É... mais uma vez cabe a nós, técnicos, torna-lo sempre bom! Liberdade nunca é demais!!

[]'s

[11] Comentário enviado por Grobsch em 09/04/2005 - 10:37h

Quero um dia também ganhar meu sustento com o software livre... K=°]
Acho que o pior do software livre são os primeiros meses e anos porque é difícil um projeto já famoso como o Kde, o Gimp, ou distribuições se manterem, quanto mais projetos iniciantes, e com isso muita coisa boa se perde no meio do caminho...
Acho também que de certo modo o software livre é bem mais interessante ao usuário do que para aqueles que cuidam da inserção social, porque em um valor menor e limitado há menos chance de algum levar algum por fora...
Para dar certo o uso do software livre em países menos desenvolvidos o controle tem que ser fundamental... e os beneficiados devem ser a população carente e os desenvolvedores... se mais alguém, alguém dos governos por exemplo, estiverem lucrando mais que aqueles que trabalham, usam ou desenvolvem, é porque algo está errado ou inacabado...

Abs

[12] Comentário enviado por couver em 21/10/2005 - 01:58h

Muito interesante, tb concordo com tudo q vc diz, e estarei utilizando seu artigo como base para instruir meus alunos... Obrigado


[13] Comentário enviado por lucianodrosda em 29/05/2006 - 11:09h

Concordo com toda essa parte de soberania nacional e tudo.... ok...
Isso costuma ser pauta de discussao com meus colegas da faculdade... Eles costumam discordar disso, e la vem eu pra tentar convencer eles....

Agora... dizer q o software livre sera o responsavel por um mundo melhor, isso eu acho pura besteira. Discordo que havera uma tendencia de tds trabalharem por prazer, ou que alguem vai ser mais feliz por passar o dia inteiro na frente de um computador programando.

As maquinas existem para servir ao homem, e nao o contrario. Devemos usar os computadores... o linux... o software livre para facilitar a vida das pessoas. Para as pessoas viverem melhor.

Mas tonar o software livre como razao de viver, eu acho isso exagero, e inclusive sinal de que a pessoa n sabe viver =)

[14] Comentário enviado por capsmahoo.cooura em 14/01/2007 - 13:01h

Pude tirar pelo menos três grandes motivos para a migração para o software livre nesse artigo:
A primeira é a distribuição democrática do conhecimento que qualquer pessoa com acesso à internet pode ter livre acesso gratuitamente.
A independência tecnológica que permite o países em desenvolvimento como o Brasil desenvolver produtos de qualidade sem ficar na dependência de empresas de países de primeiro mundo.
Por último a inclusão social que permite de maneira democrática que camadas sociais mais carentes tenham o acesso à informática e ao conhecimento, permitindo uma vaga no mercado de trabalho.
Esse é o futuro da informática pois todos tendem a ganhar. Só espero que todas as distribuições não deixem que o interesse comercial se sobreponha à filosofia de incentivo ao conhecimento e o bem para a humanidade do software livre como pode-se perceber em algumas distribuições que tentam de alguma forma vender pacotes de software livre.

[15] Comentário enviado por null_terminated em 19/09/2007 - 17:25h

Oooops, mais uma vez eu postando com mais de um ano de atraso!!! hehehehe... Mas não posso deixar de comentar o post do colega "lucianodrosda": Bem sinto muito por você não ter entendido o que eu quis dizer, creio que não fui claro o suficiente... Bem... Eu não disse, EM NENHUM MOMENTO, que devemos viver em função do computador... Mas o trabalho é uma parte importante em nossa vida, ocupa mais de 50% das horas do nosso dia, e eu garanto, quem trabalha com que gosta, é muito mais feliz!! Se você não é um escovador de bits, um programador, um analista, ou um entusiasta por tecnologia, dificilmente você vai entender o que estou te dizendo, pois embora o software livre afete vários setores da sociedade, ele é o grande brinquedo dos Entusiastas Por Tecnologia!! Bem... a respeito de não saber viver, quem fala aqui é um pai de duas filhas, cristão, bem casado, profissional feliz com suas escolhas e que tem muitos amigos!

[16] Comentário enviado por edinopereira em 29/02/2008 - 11:19h

Ótimo esse seu artigo, também sigo sua linha de trabalho por prazer e não trabalho por trabalho, ou trabalho por dinheiro, tá certo que precisamos nos sustentar, mas prefiro trabalhar para o sustento e não para enriquecer.
Penso a mesma coisa no estudo, na minha opinião gosto de estudar pelo livre compartilhamento de conhecimento e não pelo diploma, mas infelismente hoje o mercado capitalista impõe que para você poder socializar suas idéias em alguma faculdade, você tem que ter nível superior.
Em fim, a 4 anos atrás conheci realmente o que é trabalho por prazer, o trabalho social realmente justo, onde a ideologia do Software Livre abriu minha mente, mostrando o caminho correto a vida, baseado no livre compartilhamento de conhecimento, na socialização de idéias, na multiplicação de multiplicadores.

Mais uma vez, meu parabéns pelo artigo.
Peço licença(CopyLeft srsrsrs) para socializar o artigo com os demais desprovidos de conhecimento espalhados pelo mundo afora.

Forte Abraço Camarada!!!

[17] Comentário enviado por null_terminated em 14/04/2008 - 20:07h

@edinopereira

Licença integralmente concedida!

Em breve voltando as atividades normais!!

[18] Comentário enviado por librarian em 26/07/2008 - 19:08h

Por ser pró-OSI, costumo deixar textos messiânicos de lado, mas duas questões precisam ser feitas:

1. Você faz parecer ser *necessário* utilizar o Linux para estudar o kernel, contribuir com projetos de código aberto/software livre, até mesmo para disponibilizar uma fotografia de buganvílias como papel de parede. E no entanto isto não é verdade. É verdade, entretanto, que o Linux mudou drastica e significativamente o paradigma de FOSS, mas tomá-lo como única via natural para isso me parece impróprio, visto que há projetos FOSS além do Linux que incluem SO, ferramentas de programação e depuração e utilitários nascidos um pouco antes e um pouco depois do Linux, que poderiam, não tivesse o Linux a propaganda que teve, ter se tornado referências que o SO de Linus é hoje. Ademais, usuários de Windows colaboram com código aberto; eles me parecem excluídos em seu argumento, visto que eles usam um SO fechado.

2. Você diz que vem da "tradição Judaico-Cristã, religiões (sic) predominantes no ocidente", o trabalho como obrigação. Não quero transformar isso em discussão teológica porque este é um site de tecnologia; mas enquanto cristão reformado praticante, e ex-seminarista (não o indico como falácia, mas como sutento para meu contra-argurmento), gostaria que você citasse suas fontes a respeito disso.

[19] Comentário enviado por null_terminated em 17/09/2008 - 14:50h

@Librarian

É bem sabido que a iniciativa Open Source é bem mais do que o GNU/Linux, mas há de se convir que este é seu maior expoente (seguido de perto pelos projetos da fundação Mozilla e Open/BrOffice).
Quanto a "obrigatoriedade" de usar ou não um SO OpenSource... Bem... A favor de um certo "nexo filosófico" ou em uma tentativa de manter uma certa "coerência ideológica", com certeza é desejável, mas daí a ser obrigatório é um grande salto! Adjacente a esta ideia está um conhecido argumento "ad hominem" (não falacioso) em que um dos interlocutores fala a favor da iniciativa privada, ao final do seu discurso o outro participante arremata com: "Mas Fulano, você é um comunista".
Realmente agradeço por seu comentário! Este debate rende outro artigo!

Quanto a afirmação: "tradição Judaico-Cristã, religiões (sic) predominantes no ocidente"
Bem... Esta ideia de fato existe... Não advinda de suas doutrinas fundamentais e sim da tradição e do secularismo "anexado" (a má hermenêutica interpretou "Do suor do teu rosto comerás o teu pão" de forma dramática) ... Esta afirmação foi fruto de um momento X da minha vida... Isso também merece uma discussão a parte, em particular, de preferência.


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