Quebrando o gelo!! [RESOLVIDO]

277. Essa é boa.

Glauber GF
mcnd2

(usa Debian)

Enviado em 31/01/2008 - 19:11h

Prezado Técnico,

Há um ano e meio troquei o programa [Noiva 1.0] pelo [Esposa 1.0] e verifiquei que o Programa gerou um aplicativo inesperado chamado [ Bebê.exe] que ocupa muito espaço no HD.

Por outro lado, o [Esposa 1.0] se auto-instala em todos os outros programas e é carregado automaticamente assim que eu abro qualquer aplicativo.


Aplicativos como [Cerveja_Com_A_Turma 0.3], [Noite_De_Farra 2.5] ou [Domingo_De_Futebol 2.8], não funcionam mais, e o sistema trava assim que eu tento carregá-los novamente.

Além disso, de tempos em tempos um executável oculto (vírus) chamado [Sogra 1.0] aparece, encerrando abruptamente a execução de um comando. Não consigo desinstalar este programa.

Também não consigo diminuir o espaço ocupado pelo [Esposa 1.0] quando estou rodando meus aplicativos preferidos.

Eu gostaria de voltar ao programa que eu usava antes, o [Noiva 1.0], mas o comando [Uninstall.exe] não funciona adequadamente. Poderia ajudar-me? Por favor!

Ass: Usuário Arrependido

RESPOSTA:

Prezado Usuário,

Sua queixa é muito comum entre os usuários, mas é devido, na maioria das vezes, a um erro básico de conceito: muitos usuários migram de qualquer versão [Noiva x.0] para [Esposa 1.0] com a falsa idéia de que se trata de um aplicativo de entretenimento e utilitário.

Entretanto, o [Esposa 1.0] é muito mais do que isso: é um sistema operacional completo, criado para controlar todo o sistema.

É quase impossível desinstalar [Esposa 1.0] e voltar para uma versão [Noiva x.0], porque há aplicativos criados pelo [Esposa 1.0], como o [Filhos.dll ], que não poderiam ser deletados, também ocupam muito espaço, e não rodam sem o [Esposa 1.0].

É impossível desinstalar, deletar ou esvaziar os arquivos dos programas depois de instalados. Você não pode voltar ao [Noiva x.0] porque [Esposa1.0] não foi programado para isso.

Alguns usuários tentaram formatar todo o sistema para em seguida instalar a [Noiva Plus] ou o [Esposa 2.0], mas passaram a ter mais problemas do que antes (leia os capítulos 'Cuidados Gerais' referente a 'Pensões Alimentícias' e 'Guarda das crianças' do software [CASAMENTO].

Uma das melhores soluções é o comando [DESCULPAR.EXE/flores/all] assim que aparecer o menor problema ou se travar o micro.

Evite o uso excessivo da tecla [ESC] (escapar).

Para melhorar a rentabilidade do [Esposa 1.0],aconselho o uso de [Flores5.1], [Férias_No_Caribe 3.2] ou [Jóias3.3].

Os resultados são bem interessantes.

Mas nunca instale [Secretária_De_Minisaia 3.3],[Antiga_Namorada 2.6] ou [Turma_Do_Chopp 4.6], pois não funcionam depois de ter sido instalado o [Esposa 1.0] e podem causar problemas irreparáveis no sistema.

Se você tivesse procurado o suporte técnico antes de instalar o [Esposa1.0] a orientação seria: NUNCA INSTALE O [ESPOSA 1.0]

Agora..... Boa sorte!

Suporte Técnico


  


278. A PIRÂMIDE E O BOPE

Ricardo Brito do Nascimento
rbn_jesus

(usa Fedora)

Enviado em 01/02/2008 - 09:53h

A PIRÂMIDE E O BOPE

Dois milionários estavam passeando pelo deserto, quando um deles caiu do camelo porque o animal tropeçou em alguma coisa. Ele então foi ver a 'pedra' e começou a cavar em volta dela, achando assim um monumento enterrado.
Como os dois eram ricos, compraram aquela parte do deserto e contrataram uma empresa para cavar a fim de descobrirem o que era.
Após algumas semanas de escavação, descobriram que era uma pirâmide.
Ficaram discutindo quem deviam chamar, e optaram pelos Americanos, afinal, eles tinham muita tecnologia e estudos avançados.
Os americanos vieram com jeeps, helicópteros, computadores, especialistas...

Entraram na pirâmide e saíram de lá após 2 anos.
E então? O que vocês descobriram? - Perguntaram os milionários .
- A pirâmide foi construída entre 1.500 e '2.000 AC.
- Só isso? Bando de ianques estúpidos! Dois anos para descobrir só isso?
- Os hieróglifos são diferentes de tudo o que já vimos!
- Sumam daqui seus idiotas!
Chamaram então os alemães. Que também vieram com toda a equipe e parafernálias e se enfiaram na pirâmide por 2 anos.

Quando saíram, os milionários perguntaram:
- E então? O que descobriram?
- A pirâmide foi construída aproximadamente 2.000 A.C.
- Alemães imbecis! Só servem para beber cerveja? Sumam daqui!
- Mas a escrita é muito complicada!
- Caiam fora, seus idiotas!
Ficaram então os dois na dúvida. Quem deviam chamar?

Até que um funcionário falou para chamarem a polícia brasileira. Os policiais tinham treinamento em investigação e poderiam descobrir alguma coisa.
Como não custava nada tentar, os dois chamaram alguns PMs do BOPE, do Rio, comandados pelo Capitão Nascimento. Eles entraram na pirâmide e após 5 horas retornaram com um papel.
- Mas já saíram? - Perguntaram os dois milionários.
- Sim, já terminamos a investigação. A pirâmide foi construída entre 12 de Fevereiro de 1857 e 22 de Julho de 1858 AC., conforme as ordens do faraó Anekhetop IV, e seu arquiteto Tutmosis, o Jovem. No dia da inauguração choveu e houve um eclipse parcial da lua à noite.
Participaram da construção da pirâmide 2.118 escravos qualificados que tentaram uma revolta pelas precárias condições do trabalho, mas foi sufocada em 5 de Setembro pelos soldados do faraó, com um resultado de 42 mortos. Aí dentro tem 2 milhões de reais pelos artefatos de ouro, 5 milhões pelos diamantes e o custo da obra totaliza 23 milhões, já inclusos os artefatos....
E os policiais continuaram por mais meia hora com o blá, blá, blá...
Até que um dos milionários falou:
- Esperem, esperem! Como conseguiram descobrir isso em apenas 5
horas?!
- Cara, foi difícil! Mas no final a múmia acabou abrindo o bico...


279. A menininha loira

Sergio Teixeira - Linux User # 499126
Teixeira

(usa Linux Mint)

Enviado em 01/02/2008 - 18:36h

A menininha loira pediu para o avô fechar os olhos. O avô, é claro, atendeu ao pedido da netinha e ela, decepcionada, disse:
"Ué, não aconteceu nada!..."
E o avô muito curioso:
"Que é que você queria que acontecesse?"
E a netinha explicou:
"É qua a mamãe vive falando que quando o senhor fechar os olhos, nós vamos ficar ricos!..."


280. Êta lugarzinho atrasado, seu!...

Sergio Teixeira - Linux User # 499126
Teixeira

(usa Linux Mint)

Enviado em 02/02/2008 - 12:42h

Dizem que um cara nasceu num lugar tão atrasado, mas tão atrasado, que ali o eco ainda não aprendeu a falar, e o arco-íris ainda é em preto-e-branco.


281. A GREVE DAS RENAS

Sergio Teixeira - Linux User # 499126
Teixeira

(usa Linux Mint)

Enviado em 02/02/2008 - 12:50h

Renas em greve ameaçam deixar as crianças do mundo inteiro sem brinquedos neste Natal.
O Sindicato Internacional das Renas, filiado à CUT, entrará em greve por tempo indeterminado a partir de 15 de dezembro.
Além do salário, que está sempre congelado, as renas reclamam ter sido discriminadas por muito tempo, sendo confundidas com veados.
"Veados são veados. Nós somos RENAS!!", disse Rodolfo, a famosa rena do nariz vermelho, que há dois anos colocou um piercing com o formato da estrela do PT, aproveitando a cor natural de seu nariz.
Afirmou também que apesar da palavra ser feminina (diz-se AS renas), "somos machos pra burro".
"Eu sou highlander, espada verdadeiro", continuou Rodolfo, visivelmente exaltado.
Papai Noel está bastante desapontado, e diz que já está de saco cheio.
Enquanto perdurar a greve, Rodolfo irá dedicar-se a escrever seu livro "Veado campeiro: Esse desconhecido", o qual já iniciou há vários anos, sem que tenha conseguido terminar.
O ministro do trabalho diz que a greve é ilegal, por tratar-se de serviço essencial, e que esse movimento é mera veadagem das renas.
Ele também estranha: "Tem muito filiado à CUT fazendo greve atualmente!!!"



282. O MELHOR INVESTIMENTO

Sergio Teixeira - Linux User # 499126
Teixeira

(usa Linux Mint)

Enviado em 02/02/2008 - 12:54h

Se você não tem dinheiro e quer ser um empreendedor, abra uma importadora.
Qual a vantagem?
Se não tiver dinheiro, não importa!


283. COMO CONTINUAR BEBENDO E PLANEJAR UM FUTURO PRÓSPERO

Sergio Teixeira - Linux User # 499126
Teixeira

(usa Linux Mint)

Enviado em 02/02/2008 - 12:59h

Uma vez que você já freqüentou todas as reuniões dos Alcoólicos Anônimos e continua sendo o mesmo Bêbado Conhecido, por que não abrir um bar em sua própria casa?
Seja seu único freguês e não precisará pagar impostos nem tirar alvará ou registrar razão social.
Comece agora mesmo entregando à sua esposa a quantia de R$ 24,00 com a qual ela adquirirá uma caixa com 12 garrafas de "pinga".
Uma caixa corresponde a 280 doses; Compre todas as doses à sua esposa, pagando (sempre à vista) apenas R$ 0,50 por dose e, dentro de 60 dias, quando a caixa de pinga tiver acabado, sua esposa terá nada menos que R$ 116,00 para depositar na Caderneta de Poupança, e mais R$ 24,00 para comprar outra caixa de pinga.
Se você conseguir viver 10 anos nessa vida e continuar comprando fielmente seu gole à sua esposa e de repente "bater as botas", sua viúva terá na Caderneta de Poupança a importância de R$ 8.400,00.
Isso será suficiente para pagar um belo funeral de R$ 2.500,00, sobrando R$ 5.900,00 para "dar um trato no visual", casar-se com um sujeito direito e esquecer que um dia conheceu um "pau d'água" como você...

(Obs.: Valores não atualizados)


284. CONHEÇA INNWOOD (NSW)

Sergio Teixeira - Linux User # 499126
Teixeira

(usa Linux Mint)

Enviado em 03/02/2008 - 17:48h

UM POUCO DA HISTÓRIA DE INNWOOD (NSW)

Sendo um povoado muito antigo, não se pode precisar com exatidão a sua idade e nem mesmo sua localização oficial.
Sabe-se que em linha reta fica a pouco mais de 40.000 quilómetros distante de Londres, ou de outro lugar qualquer.

Diz-se que os mouros andaram-lhe por perto, mas o que realmente se tem notícia é de que um certo Noé, ou Noah, por ali passou em um grande barco durante a maior das inundações que Innwood (NSW) jamais presenciou.

Esse Noé foi de uma crueldade tamanha que, mesmo tendo apenas oito pessoas a bordo de um barco enorme, preferiu carregar seus animaizinhos do que salvar a população daquele e de outros povoados ao derredor.

Innwood (NSW) foi possessão de povos filisteus, de mouros, de romanos, e até de esquimós e aborígenes australianos, os quais todavia desistiram de tomar posse das terras e dos bens que ali haviam, sob a alegação de que o povoado era muito distante e pobre.

Dentre os demonstrativos de grande valor daquele povo, está a história do gaiteiro de Innwood (NSW), chamado A. Nohrmall, que tocava não muito bem um instrumento chamado "recorder", uma espécie de gaita de mão.

Pois conta-se que durante uma investida de inimigos que buscavam alguma terra para saquear, esse mesmo gaiteiro que havia subido a uma colina próxima, logo os viu de primeiro, e prontamente passou a tocar a sua gaita, no intuito de advertir aos demais habitantes sobre o perigo eminente (ou seria um perigo iminente? Sabemos apenas que de qualquer forma a aldeia estava em perigo e não havia tempo para discussões de ordem gramatical).

Porém, aquele instrumento tem um timbre muito suave e como consequência foi adormecida metade daquele exército invasor, que enfadado retirou-se para bem longe.

O gaiteiro foi aclamado pelos moradores da região, que gritavam:
"A. Nohrmall! A. Nohrmall!" mas passou muitos anos no esquecimento, até a sua morte em uma data ainda não sabida.

Muito mais tarde, uma banda musical do interior da Inglaterra e que se auto-intitulava "Os Besouros" (The Beatles), houve por bem homenagear ao gaiteiro daquela terra distante com uma música intitulada "The Fool on the Hill".
Sugeria pois a música que o gaiteiro teria sido um tolo, o que invalidaria um pouco o sentido da homenagem que se desejava prestar.

Por sinal diz-se que esses besouros eram de um cidadezinha às margens do rio Mersey e que tocavam em uma caverna (The Cavern Club)!
Isso é bem possível, pois eram muito barulhentos, a ponto de eles mesmos gritarem repetidamente "Help! Help!" (Socorro! Socorro!).

Hoje em dia, existe paz e tranquilidade em Innwood (NSW).
Ali se pode visitar os incontáveis rebanhos de ovelhas do Sr. McCallum, do Sr. McCoe, do Sr. McAllister, do Sr. McDonaldson, do Sr. McCloud, e do alcaide Sr. McGuyver, e saborear um delicioso leite de ovelha, ou quem sabe um queijo ou doce de leite de ovelha!

Para os conhecedores de uma boa carne, recomendamos o guisado de carneiro, ou costeletas de carneiro assadas, um delicioso churrasco de carneiro, bem como a famosa sheep sausage, que é uma espécie de linguiça de carneiro.

À noitinha, nada melhor para aquecer os corações que uma bela e encorpada sopa de lentilha com miúdos de carneiro e vegetais da região.

Em Innwood (NSW) há mulheres muito belas, simpáticas e muitas ainda solteiras, na faixa que vai dos trinta e dois aos setenta e oito anos. São todas exímias donas de casa, e sabem muito bem cozinhar, cuidar da casa, das crianças, limpar a lareira, tratar do rebanho, lavar roupas, cortar lenha, e no tempo vago fazer um belíssimo e renomado artesanato com lã, chifres e patas de carneiros.
E com a principal carcterística, que as tornou famosas: Comem muito pouco!

Os homens de Innwood (NSW) se reunem diariamente na Estalagem principal do povoado, e ali praticam esportes tais como o dardo, o xadrês ou a batalha naval, e discutem assuntos de grande interesse local e mundial.

Ali não pode faltar uma boa cerveja feita em casa e que deve ter sempre um toque feminino, isto é, ser feita integralmente pelas mulheres.



285. COMO CHEGAR A INNWOOD (NSW)

Sergio Teixeira - Linux User # 499126
Teixeira

(usa Linux Mint)

Enviado em 03/02/2008 - 17:52h

Indo-se pela estrada principal para Innwood (NSW), logo a cerca de 600 jardas encontra-se tal bifurcação onde à direita há uma grande pedra ao lado de um antigo carvalho, orgulho da referida aldeia já há vários séculos, onde há uma grande placa indicativa onde se lê "Innwood (NSW)", sem contudo apontar-lhe a direção.

Pois que, seguindo-se sempre pela direita sem jamais esmorecer, e sem que o caminho esteja barrento devido a chuvas que assolam a região por cerca de 9 meses no ano, chega-se após uma hora e meia a um riacho calmo e tranquilo, onde se lhe podem ver os peixes, tão claras são as suas águas.

São belíssimos peixes, ora brancos, ora vermelhos, os quais pelas suas fortes cores, mais o azul, o escarlate, o negro e o verde, e mais o brasão dourado com o leão imperial, inspiraram a gloriosa bandeira de Innwood (NSW).

Contudo, se o caminho estiver barrento, não se pode ver peixe algum, pois o pequeno rio excede grandemente as suas margens e toma conta de toda aquela área com tal impetuosidade e furor, que dificilmente poderá sobreviver algum turista solitário e ousado que se arrisque por tão inusitado sítio.

Atravessando-se uma perigosa ponte de madeira, que de tão velha poderá romper-se devido ao peso de algum automóvel pouco mais pesado, logo adiante, após passar pacientemente por alguns rebanhos de ovelhas, chega-se à conclusão de que tal estrada é impraticável, e que de todo não conduz à aldeia desejada, pelo que deve-se evitá-la a todo o custo, tomando-se pois o caminho à esquerda da referida placa, e não à sua direita.

Percebe-se desta forma o quanto é prudente mantermos sempre a nossa mão de direção à esquerda e não à direita, como o fazem os americanos e outros povos.




286. Re: Quebrando o gelo!! [RESOLVIDO]

sactor
sactor

(usa Slackware)

Enviado em 03/02/2008 - 18:28h

No primeiro dia de aula, a professora chama os alunos um por um e pede para eles se apresentarem brevemente, dizendo o nome e a profissão dos pais.

- Eu me chamo Luciana - diz uma menina- minha mãe é dona de casa e meu pai, engenheiro.

- Eu sou o Luís Carlos - diz um garoto - minha mãe é arquiteta e meu pai, bancário.

- Eu sou o Roberto - diz um outro menino - minha mãe é [*****] e meu pai faz strip-tease numa boate gay.

Silêncio sepulcral. A professora, constrangida, muda rapidamente de assunto. No recreio, os colegas perguntam para Roberto:
- É verdade que sua mãe é [*****] e seu pai tira a roupa na frente das bichas?

- Não! - responde o Roberto - É que fiquei com vergonha de contar que eles trabalham na Microsoft!



287. Dor de barriga

Jeferson Roseira
JEFERSON_roseira

(usa Debian)

Enviado em 04/02/2008 - 08:55h



> Um dia de [*****] ...
> Luis Fernando Veríssimo (verídico)
>
> Acha seu dia às vezes difícil?
> Então leia este fato verídico.
> Aeroporto Santos Dumont, 15:30.
> Senti um pequeno mal estar causado por uma cólica
intestinal, mas nada que uma urinada ou uma barrigada
não aliviasse.
> Mas, atrasado para chegar ao ônibus que me levaria
para o Galeão, de onde
> partiria o vôo para Miami, resolvi segurar as
pontas.
> Afinal de contas são só uns 15 minutos de busão.
> "Chegando lá, tenho tempo de sobra para dar aquela
mijadinha esperta,
> tranqüilo, o avião só sairia às 16:30".
> Entrando no ônibus, sem sanitários. Senti a primeira
contração e tomei
> consciência de que minha gravidez fecal chegara ao
nono mês e que faria um parto de cócoras assim que
entrasse no banheiro do aeroporto.
> Virei para o meu amigo que me acompanhava e, sutil
falei:
> "Cara, mal posso esperar para chegar na [*****] do
aeroporto porque preciso largar um barro."
> Nesse momento, senti um urubu beliscando minha
cueca, mas botei a força devontade para trabalhar e
segurei a onda.
> O ônibus nem tinha começado a andar quando, para meu
desespero, uma voz disse pelo alto falante:
> "Senhoras e senhores, nossa viagem entre os dois
aeroportos levará em
> torno de 1 hora, devido a obras na pista.
> "Aí o urubu ficou maluco querendo sair a qualquer
custo.
> Fiz um esforço hercúleo para segurar o trem [*****]
que estava para chegar
> na estação [*****] a qualquer momento.
> Suava em bicas. Meu amigo percebeu e, como bom amigo
que era, aproveitou para tirar um sarro.
> O alívio provisório veio em forma de bolhas
estomacais, indicando que pelo menos por enquanto as
coisas tinham se acomodado.
> Tentava me distrair vendo TV, mas só conseguia
pensar em um banheiro, não com uma privada, mas com um
vaso sanitário tão branco e tão limpo que alguém
poderia botar seu almoço nele.
> E o papel higiênico então: branco e macio, com
textura e perfume e, ops,
> senti um volume almofadado entre meu traseiro e o
assento do ônibus e
> percebi, consternado, que havia cagado.
> Um cocô sólido e comprido daqueles que dão orgulho
de pai ao seu autor.
> Daqueles que dá vontade de ligar pros amigos e
parentes e convidá-los a
> apreciar na privada.
>
> Tão perfeita obra, dava pra expor em uma bienal. Mas
sem duvida, a
> situação tava tensa.
> Olhei para o meu amigo, procurando um pouco de
piedade, e confessei sério:
> "Cara, caguei.".
> Quando meu amigo parou de rir, uns cinco minutos
depois, aconselhou-me a relaxar, pois agora estava
tudo sob controle.
> "Que se dane, me limpo no aeroporto", pensei, "Pior
que isso não fico".
> Mal o ônibus entrou em movimento, a cólica recomeçou
forte.
> Arregalei os olhos, segurei-me na cadeira, mas não
pude evitar, e sem
> muita cerimônia ou anunciação, veio a segunda leva
de [*****]. Desta vez, como uma pasta morna.
> Foi [*****] para tudo que é lado, borrando,
esquentando e melando a bunda,
> cueca, barra da camisa, pernas, panturrilha, calças,
meias e pés. E mais
> uma cólica anunciando mais [*****], agora líqüida, das
que queimam o fiofó
> do freguês ao sair rumo a liberdade.
> E depois um peido tipo [*****], que eu nem tentei
segurar. Afinal de contas,
> o que era um peidinho para quem já estava todo
cagado...
> Já o peido seguinte, foi do tipo que pesa. E me
caguei pela quarta vez.
> Lembrei de um amigo que certa vez estava com tanta
caganeira que resolveu botar absorvente na cueca, mas
colocou as linhas adesivas viradas para cima e quando
foi tirá-lo levou metade dos pêlos do rabo junto.
> Mas era tarde demais para tal artifício
absorvente.tinha menstruado tanta
> [*****] que nem uma bomba de cisterna poderia me
ajudar a limpar a
> sujeirada.
> Finalmente cheguei ao aeroporto e saindo apressado
com passos curtinhos, supliquei ao meu amigo que
apanhasse minha mala no bagageiro do ônibus e a
levasse ao sanitário do aeroporto para que eu pudesse
trocar de roupas.
> Corri ao banheiro e entrando de boxe em boxe,
constatei falta de papel higiênico em todos os cinco.
> Olhei para cima e blasfemei: "Agora chega, né?"
> Entrei no último, sem papel mesmo, e tirei a roupa
toda para analisar
> minha situação (que concluí como sendo o fundo do
poço) e esperar pela
> minha salvação, com roupas limpinhas e cheirosinhas
e com ela uma lufada de dignidade no meu dia.
> Meu amigo entrou no banheiro com pressa, tinha feito
o "check-in" e ia
> correndo tentar segurar o vôo.
> Jogou por cima do boxe o cartão de embarque e uma
maleta de mão e saiu
> antes de qualquer protesto de minha parte.
> "Ele tinha despachado a mala com roupas". Na mala de
mão só tinha um
> pulôver de gola "V".
> A temperatura em Miami era de aproximadamente 35
graus. Desesperado
> comecei a analisar quais de minhas roupas seriam, de
algum modo, aproveitáveis.
> Minha cueca, joguei no lixo. A camisa era história.
As calças estavam
> deploráveis e assim como minhas meias, mudaram de
cor tingidas pela [*****].
> Meus sapatos estavam notas 3, numa escala de 1 a 10.

> Teria que improvisar. A invenção é mãe da
necessidade, então transformei
> uma simples privada em uma magnífica máquina de
lavar. Virei a calça do
> lado avesso, segurei-a pela barra, e mergulhei a
parte atingida na água.
> Comecei a dar descarga até que o grosso da [*****] se
desprendeu.
> Estava pronto para embarcar.
> Saí do banheiro e atravessei o aeroporto em direção
ao portão de embarque trajando sapatos sem meias, as
calças do lado avesso e molhadas da cintura ao joelho
(não exatamente limpas) e o pulôver gola "V", sem
camisa.
> Mas caminhava com a dignidade de um lorde. Embarquei
no avião, onde todos os passageiros estavam esperando
o "RAPAZ QUE ESTAVA NO BANHEIRO" e atravessei todo o
corredor até o meu assento, ao lado do meu amigo que
sorria.
> A aeromoça aproximou-se e perguntou se precisava de
algo. Eu cheguei a
> pensar em pedir 120 toalhinhas perfumadas para
disfarçar o cheiro de fossa transbordante e uma gilete
para cortar os pulsos, mas decidi não pedir:
> "Nada, obrigado."
> Eu só queria esquecer este dia de [*****].
> Um dia de [*****]...
>
> Luis Fernando Veríssimo (verídico)



288. Maneiras de dizer

Sergio Teixeira - Linux User # 499126
Teixeira

(usa Linux Mint)

Enviado em 04/02/2008 - 16:55h

É como diz...

O ALFAIATE: "Vou tomar as medidas necessárias!"

O MOTORISTA DO REBOQUE: "Eu vou tirar você desse lugar!"

O ESQUARTEJADOR: "Vamos por partes!"

O BÊBADO: "Vou tomar uma Providência imediatamente!"

A OPERADORA DO TELEMARKETING: "Sua ligação é muito importante para nós. Boa tarde!"

O TREINADOR DE BOX: "Vamos por etapas!"

O FUNCIONÁRIO DO INSS: "Estamos em greve."






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