Continuando a série sobre programação, vamos falar sobre modularização. Como dividir adequadamente um sistema? Qual a unidade ideal? Como quebrar funções? Como saber se um módulo está realmente bom? Esse artigo vai tentar responder algumas dessas questões e dar argumentos para pensarmos em muitas outras.
Parte 6: Critério nº 02: Baixa complexidade / FAN-OUT
Cada módulo de um sistemas deve ter um nível de complexidade aceitável.
Imaginemos agora um módulo que, para poder executar suas funções, tem de invocar os serviços de uma centena de outros módulos. Controlar esse nível de complexidade é bastante difícil.
Para reduzir a complexidade de um módulo devemos quebrá-lo em módulos menores e um bom critério para observar quando isso é necessário é ver o número de subordinados que ele tem, ou seja, o seu FAN-OUT.
O fan-out é o número de procedures que um módulo precisa chamar para executar suas tarefas.
Desejamos manter o fan-out dos nossos módulos baixo, reduzindo assim a complexidade da sua lógica interna.
Uma boa metáfora para pensar num módulo com fan-out elevado é imaginar um chefe que tem de comandar pessoalmente um grande número de subordinados que devem, coordenadamente, executar uma tarefa complexa. Um sujeito assim seria um sério candidato ao stress.
#1Comentário enviado por bjaraujo em 05/05/2008 - 14:04h
parabéns, cara; acho que ainda tenho sequelas pela exposição ao BASIC. ahuahuaha
#2Comentário enviado por stremer em 05/05/2008 - 19:03h
excelente. O dificil é mesmo conhecendo tudo isto conseguir implementar nos prazos malucos que os gerentes de TI e pessoal do marketing impõe (rs)
#3Comentário enviado por rafastv em 05/05/2008 - 19:17h
De leitura agradável e rápida, parabéns!
#4Comentário enviado por kabalido em 05/05/2008 - 21:53h
Parabéns cara! Continue assim, os seus artigos são muito bons.
Valeu!!
#5Comentário enviado por EdDeAlmeida em 06/05/2008 - 08:51h
stremer,
Tem de fazer ouvido de mercador para os caras que ficam pressionando para acelerar o trabalho. Se você foge dos esquemas bem definidos, acaba perdendo mais tempo no final.
Abraço e oobrigado a todos!
#6Comentário enviado por douglascrp em 06/05/2008 - 09:04h
excelente artigo... assim como o primeiro artigo, depois que se começa a ler, é impossível parar até terminar...
parabéns
#7Comentário enviado por leowalker em 06/05/2008 - 15:18h
muito bom, estou esperando o proximo para dar continuidade...
Abraço e parabens.
#8Comentário enviado por vodooo em 07/05/2008 - 09:57h
Cara, parabéns, realmente de leitura muito agradável!
Abraços
#9Comentário enviado por EdDeAlmeida em 07/05/2008 - 19:12h
O próximo artigo já está no forno... deve estar pronto para ser postado no início da semana que vem. Aí é só esperar a fila andar. Mais uma vez obrigado pelos comentários e pelo apoio de todos.
#10Comentário enviado por rl27 em 09/05/2008 - 11:14h
Parabéns pela série de artigos. Muito boa mesmo!
Estou ansioso pela continuação. Com certeza ainda darei minhas contribuições à comunidade.
Valeu!
#11Comentário enviado por joaomc em 09/05/2008 - 13:53h
O princípio da caixa preta é bonito na teoria, mas na prática a coisa não é bem assim. Muitas vezes você *precisa* saber o que há por trás daquele método que está chamando, para, por exemplo, saber os efeitos colaterais, se o método é thread-safe, etc.
Mas estou só sendo chato, o artigo ficou bom, parabéns :)
#12Comentário enviado por EdDeAlmeida em 09/05/2008 - 19:43h
joaomc,
Concordo em parte. Mas saber se um método é thread-safe não viola necessariamente o princípio da caixa-preta. O que viola é escrever código que dependa do algoritmo usado por essa ou aquela função. Isso é uma violação grave, que cria dependência. A questão de ser ou não thread-safe é mais relacionada com o conhecimento dos requisitos do módulo. Vamos discutir isso quando formos falar em análise de requisitos.
rl27,
Obrigado pelo comentário. E tenho certeza que em breve estarei também lendo seus artigos aqui. Basta estudar e estar com a mente aberta para aprender.
Ed
#13Comentário enviado por marcio_paim em 14/02/2012 - 22:14h
Excelente série de artigos.
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