Quem disse que micro velho não presta?

Apresento-lhes a importância de um micro que você pensa que não serve mais para nada pelo fato de ser ultrapassado devido a aquisição de uma máquina mais potente. Saiba que isto é uma atitude impensada, pois os micros velhos ainda são úteis.

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Por: Perfil removido em 07/10/2008


Micros antigos



Os dias se passam e os nossos queridos micros vão se tornando ultrapassados. Os preços dos micros modernos estão mais acessíveis, com mais memória, hd gigante etc. Para você ter uma idéia, os micros velhos servem para uma infinidade de coisas. Não importa para qual finalidade terão os micros velhos, e sim, que eles ainda são úteis.

O pior de tudo é que seu micro foi adquirido recentemente, mas pelo fato da tecnologia ter acelerado na "velocidade de uma luz" digamos assim, você pensa que seu micro não possui mais utilidade nenhuma só porque as exigências - seja de hardware e/ou software - são grandes. Lembre-se: não é por aí e não pense que tudo está perdido. Mas há pessoas que acreditam nisso e querem uma máquina mais potente.

Já ouvi amigo dizendo que um técnico instalou o Windows XP numa máquina com 128 MB de RAM. A proprietária ficou arrasada porque o sistema estava lento demais. O problema é que muitos técnicos não colhem informações sobre o PC ante mesmos de instalar qualquer sistema operacional. Lembro-me que possuía um micro com 128 MB de RAM também e decidi instalar o Windows XP, há uns 7 anos. Minha máquina não ficou como a da proprietária citada agora pouco porque removi todos os efeitos que o próprio sistema traz habilitados por padrão e outros detalhes para deixar o micro rápido.

Há grandes distribuições excelentes que "voam" em micros antigos, mas isso fica a critério de cada um. Afinal de contas, como diz o ditado, "Gosto não se discute". Há pessoas que deixam o micro antigo encostado e isso não é nada bom. É melhor fazê-lo funcionar para alguma coisa ao invés de inutilizá-lo por não possuir os recursos que você almeja.

O que fazer com os micros antigos?

Isso dependerá de cada um, mas citarei alguns exemplos da utilidade desses queridos micros velhos.

Você comprou um micro novo para atender as suas necessidades. Seu micro velho pode ser doado para alguém que não teve a oportunidade de conhecer o computador. Muitos não sabem nem por onde vai. É muito gostoso ver alguém usufruindo de algo que jamais possuiu na vida por falta de condições financeiras. Podemos ver o brilho nos olhos de mais um integrante que entra no time da tecnologia. Desde cedo você pode instruir seu neto(a), sobrinho(a), irmão etc a utilizar o micro para tarefas básicas e acesso à internet. Lembre: o mundo nos dias de hoje respira internet.

Se você frequenta uma igreja e sabe que ela não possui um micro, seria muito bom doá-lo. Deus, que é o dono do ouro e da prata, ficará muito feliz e te abençoará grandemente. Muitas igrejas fazem trabalhos de digitação para fixar no mural etc, e receber um micro doado por um dos irmãos será muito gratificante. Até mesmo a impressora em perfeito funcionamento doado será muito bem vindo. Enfim, há grandes possibilidades.

Se você domina a informática poderá transformar o micro antigo em um excelente roteador e firewall de internet, ou mesmo usando como terminais burros com LTSP etc. Há muitas coisas nesta área que poderemos fazer com o micro velho. Afinal de contas, criatividade é o que não falta. Se desejar, poderá até mesmo doá-lo para alguma instituição de inclusão social e ajudar na manutenção e/ou outros problemas relacionados ao computador.

Segue abaixo os links para leitura complementar sobre micros antigos.

Guia do Hardware


Folha online


Tecnologia Comentada


Link Estadão


Jornal da Ciência


Portal do SERPRO


Abaixo alguns depoimentos de colegas.

Felipe - Técnico de micro e dono de uma Lan House em São Paulo

"Micros velhos são importantes, pois hoje em dia grande parte da frota, principalmente escritórios, operam neles. Também podem ser usados como estações de trabalho, onde poderão digitar textos e navegar na internet. Além disso pode ser aplicado como servidores de internet com Squid. Há alguns usuários que o usam para seus filhos iniciantes."

Carlos - Técnico em micro e dono de uma Lan House em São Paulo

"Tem um primo meu que vende micros com sistema para pizzaria. Os micros são antigos e o programa, que é muito bom, roda em DOS, é muito funcional. Além disso eles podem funcionar como roteador usando o Coyote. Também posso usar um micro antigo para testar monitor e gravar EPROM. Micro antigo tem muita utilidade na eletrônica e também serve para donos de escolas darem curso."

Michele Oliveira - a usuária pink do VOL

"Acredito que por mais que atualizem e acabem sobrando os antigos, onde chamam "lixo tecnológico", usando Linux podemos recuperar muitos micros. Existem muitas distros que mostram o potencial nessas máquinas. Se não te serve mais, sempre serve para outros. O que não pode é jogar fora ou deixar encostado num canto da casa. Além de ser proibido jogar, poderá estar impedindo que outros aprendam. Nós - seguidores Linux - devemos usar as 4 liberdades não só no meio computacional, mas na vida também. É bom poder compartilhar com os outros... é um ato de cidadania".

E para você, o que podemos fazer com os micros velhos?

:::... Viva o Linux ...:::

   

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Comentários
[1] Comentário enviado por nicolo em 07/10/2008 - 11:41h

Mais ou menos. Boa vontade ajuda mas não resolve tudo. Os AMD K7 e pentium III, vão bem. Seguram praticamente 100%
no Linux 32. Pode mandar um gnome que eles aguentam, não fica uma azougue (foguete) mas é usável.
Daí para baixo (Pentum 2 e K6) o caldo entorna. Precisa aceitar limitações pesadas. Se o usuário só roda um programa
de contabilidade baseado em DOS, qualquer coisa serve, mas isso é mais exceção que regra.
Essa de XFCE, ajuda...psicológicamente, chega um pouco mais rápido que um kde pesadão, mas fica nisso.
As limitações das máquinas da linha de baixo são severas. Tenho em casa K6II e K7, aqueles sempron de 454 pinos.
O sempron faz tudo, o outro funciona, mas é bem limitado, a menos que se queira encarar um DSL.
Valeu pelas dicas.

[2] Comentário enviado por ylagooo em 07/10/2008 - 12:58h

Muito bom o artigo...

Aliás, na empresa que trabalho tem um pentium III servindo de roteador, ta rodando linux, sem interface gráfica... como dizia meu pai: "Quebra galho".

Mas ainda assim, acredito que o melhor a fazer com uma máquina que não tem mais chance de vida, é reciclar...

Valeu.

[3] Comentário enviado por Teixeira em 07/10/2008 - 15:39h

Desde que não se pretenda:

- Assistir a videos do YouTube;
- Usar streaming;
- Jogar joguinhos 3D;
- Ficar pendurado no MSN, Orkut e similares;
- Descarregar fotos via infravermelho, BlueTooth ou cabo USB;

Um simples, econômico e confiável 386DX40 com apenas 4MB RAM permite:
- Rodar Windows for Workgroups com excelente velocidade e estabilidade;
- Rodar a planilha Excel daquela época (a atual efetua os mesmo cálculos, porém é super-pesada);
- Rodar o Word 6.0 (o mais simples, mais leve, e ao mesmo tempo o mais eficaz de todos);
- Navegar na internet no intuito de fazer pesquisas;
- Rodar e escrever programas em Basic, dBase III, ou Clipper, por exemplo;
- Rodar programas de CAD/CAM baseados em DOS;
- Usar todas as impressoras matriciais que sigam o padrão Centronics;

Quem já tem condições de rodar o Windows 95 com apenas 8MB, pode perfeitamente usar o StarOffice 5.1 que é uma suíte de escritório bastante completa e que nada deixa a desejar (Se for usar o Word do Office 97 o mínimo será 32MB RAM).

O segredo (se é que se pode chamar assim) em utilizar BEM um micro antigo é não querer fazer coisas impossíveis, ou seja, utilizar tecnologias que não existiam na época áurea desses veteranos.

Dessa forma, não concordo em chamar K6 ou Pentium III de "micro velho" ou de "ultrapassado".
Acho que ultrapassada ficou a nossa imaginação e o nosso sentido de julgamento entre custo/benefício.
Tenho visto condicionadores de ar "Fedders", bicicletas "Philips", "Göricke" e até geladeiras "Crosley" em perfeito estado de funcionamento, embora modernamente haja outros dispositivos semelhantes, talvez esteticamente mais agradáveis (ou não), mas que contam com um novo conceito de obsolescência programada.
Por mais que existam automóveis cada vez mais velozes, mais modernos e confortáveis, o popular Fusca não deixará jamais de ser um automóvel bastante prático.

Referí-me até agora ao aproveitamento de micros através do Windows, todavia lembrando que se trata de software proprietário, e que não passou para domínio público.

GNU/Linux atende perfeitamente bem a esses micros veteranos, devendo-se apenas adequar a sua forma de utilização.
Existem vários projetos nesse sentido, e lembro que para micros bem mais antigos que um PIII existem dois projetos no Brasil: O do Damn Small Linux e o do Basic Linux (Puxando a brasa para a minha própria sardinha, convido-os a visitar o site http://www.bl3brasil.webspace.com.br).
São distros estrangeiras mas que estão sendo adaptadas para o nosso Português-BR.
Não podemos nos esquecer do Kurumin, do Dizinha, do Kalango e de outros, desenvolvidos aqui mesmo com base na Knoppix (Debian).
Portanto há como efetivamente aproveitar hardware antigo.
Essas máquinas custaram um bom dinheiro na época em que foram adquiridos.
Não seria inteligente jogá-las fora sob algum pretexto vazio.

Editado em 14/07/2009:
O host do site foi literalmente "para o espaço".
A url atual é http://bl3brasil.freehostia.com

[4] Comentário enviado por laleonel em 07/10/2008 - 18:06h

Outro dia instalei um Win95 em um 486 c/16MB de RAM e 500MB de disco, com office 97 e IE5, roda bem e fez a alegria da garotada (foi doado para uma família carente).

Claro q nem tudo vai rodar mas se ia pra o lixo e agora vai ter um destino muito nobre q é o de iniciar a molecada mais carente na informática eu apoio sem duvida.

[]s

[5] Comentário enviado por pink em 09/10/2008 - 12:21h

Amei ser artigo, parabéns... aqui foi apresentado a solução para os micros antigos, antes considerado como problema...
Dá-se para instalar GNU/Linux como Xubuntu, Puppy etc em micros antigos ou vale a pena procurar uma distribuição otimizada para tal. Ela já trará programas voltados ao ambiente mais leve, sem que você precise ficar estudando se determinado programa será leve ou pesado. Claro, praticamente sempre você poderá instalar outros programas. Pode não rodar aquele jogo que você tanto quer ou que tenha a velocidade em que você está acostumado, mas mesmo assim os micros antigos não deixam de serem úteis.
E obrigada pela citação sobre mim no seu artigo, fiquei muito feliz, obrigada de coração mesmo...
Sucessos a você, continue assim!
[]'s

[6] Comentário enviado por stremer em 09/10/2008 - 19:05h

podemos rodar o kernel atual 2.6.25 em qualquer maquina pentium 2 ou superior com recursos de audio e video perfeitamente.... podemos rodar em maquinas inferiores com limitações mas ai é outra história (como o teixeira falou, aproveitar o que se existia na epoca)...
diria que nesses micros é possivel ir até um pouco alem do que na epoca com algumas otimizações... interfaces graficas leves como jwm e fluxbox permitem um ambiente grafico atualizado e leve (para maquinas antigas)...
Programas compilados para a arquitetura junto a um kernel otimizado para tal melhoram muito o desempenho nestes computadores para rodar aplicações mais novas...
nao precisamos rodar a ultima versão do firefox (3.0) mas podemos usar um 1.5 ou até mesmo um opera mais antigo que permita navegar na internet em quase todo o conteudo que o firefox 3 ou ie 7 navegaria.
Podemos até mesmo ver videos com o mplayer usando svgalib desligando temporariamente o X....
enfim... com linux... e um conhecimento um pouco mais avançado neste, e um pouco de dedicação conseguimos sim com uma maquina com quase 10 anos de uso (bem antiga, mas ainda não estamos falando de 386/486 com 15, 20 anos de uso)... rodar quase tudo que se roda em um "atual" pentium 4....
lógico... nao teremos os efeitos 3d do compiz e nem muita "frescura" principalmente em multimedia... mas para as tarefas mais rotineiras podemos fazer tudo perfeitamente....
Lógico, essas distribuições "user friendly" como ubuntu ou mesmo xubuntu não visam estas maquinas pois seria perda de tempo tanta otimização e teste para tão pouco publico ja que o alvo destas é diferente...
mas temos as focadas nesse publico como o basic linux citado pelo teixeira... (alias, parabens teixeira pelo projeto)
é isso.... acho que tudo depende o que o usuário quer fazer... se o foco for ver video do youtube... realmente fica complicado (embora possa fazer o download do video, converter e rodar pelo mplayer com svgalib embora va perder horas para ver um unico video)... agora se o foco é outro.... a maquina velha pode se tornar a companheira de todos os dias...

[7] Comentário enviado por comfaa em 10/10/2008 - 07:48h

boa materia .....

existem várias outras distro que mandam bem em PC velho, tipo o Vector, Pupy, Neo Dizinha, entre outras ...

abraços

[8] Comentário enviado por agl77 em 10/10/2008 - 09:30h

ótimo artigo.
Trabalho como técnoco, entao o q sobra aqui n é mta coisa que preste, consegui esses dias um povo q coleta peças antigas de informática para recondicionar, foram-se 30 gabinetes alguns com placas mae de 386, 486, pentium, guardei aqui 2 K6 500 c a q eu acho a pior das placas mae, a M598 pc-chips, mas eles estao funcionando, o unico problema, é monitor, nao tenho como doa-los sem monitor... entao vou usar pra fazer uma experiencia, tentarei seguir o tutorial do Cabelo pra fazer um arcade, mas quero colocar jogos de S -nes ao invés de atari....
abços

[9] Comentário enviado por JD em 12/10/2008 - 11:40h

Gostei do artigo... simples e objetivo.

[10] Comentário enviado por edersonhonorato em 12/10/2008 - 11:57h

Não acredito que Windows for Workgroups hoje em dia seria uma opção viável para qualquer micro seja ele um 386 ou 486. Eu particularmente preferiria utilizar o linux (slackware) numa máquina dessas ou mesmo o win95.

Mesmo usuários que desconhecem linux teriam dificuldades em utilizar o win 3.11 já que a interface é diferente dos Windows "atuais".

À algum tempo atrás comecei a desenvolver um sistema baseado no Basic Linux ao qual o nosso amigo Teixeira se pronunciou acima chamado Lnxmall Linux para uso próprio num 386 que tenho aqui (mais para testes).

Ela se mostrou uma distribuição muito boa para rodar em micros antigos, limitando muito o uso da memória e cpu.

No caso da minha distribuição eu desenvolvi um gerenciador de pacotes tgz utilizando a ferramenta nativa do Basiclinux e desenvolvi pacotes voltados para o Lnxmall visando o minimalismo da distribuição (ELF). Em todos os testes que fiz rodando o IceWM como gerenciador de janelas e utilizando ferramentas genéricas como Abiword(Editor de Textos), Gnumeric(Planilha), links2 (Browser), Sylpheed (e-mail), Xpdf, bitchX(icq) e mais uma pancada de aplicativos o 386 foi bem, só não rolou mp3 e vídeo (seria pedir muito!). Utilizando o modo texto então ! A performance é ótima...

Além da possibilidade de utilizar os 386/486 como terminais burros em um servidor de terminais ou como roteadores utilizando o coyote.

Bem, dá pra fazer muita coisa, basta ter curiosidade e botar a mão na massa.

T+

[11] Comentário enviado por Teixeira em 14/07/2009 - 07:46h

Além do que, em GNU Linux consegue-se a façanha de rodar vídeos sem travar e EM MODO TEXTO!

Quanto ao Win 3.11, acho que sua interface "diferente" pode até mesmo ser considerada didática, pois mostra claramente o divisor de águas entre o sistema operacional (DOS) e a interface gráfica, supostamente fundidos em seus sucessores imediatos, apresentados ao público como se fossem sistemas operacionais autônomos e completos.

Mas ainda acho que em um 386 o Win 3.11 seria bastante útil, por ser muito leve. Aqui no bairro tem uma loja de bicicletas onde o dono desenvolveu um sistema de gerenciamento em dBase, e que funciona muito bem.

Tem empresa de descartáveis onde até há pouco tempo sua rede era formada por 386, controlando estoque, contas a pagar e receber, emitindo notas fiscais, etc. Alguns dos proprietários daquela empresa foram analistas de sistemas nos tempos em que somente existiam mainframes.
Aqueles 386 se tornaram "veteranos de guerra" e foram substituídos - não porque se tornaram inúteis - mas por causa do longo
tempo de uso. Antes que começassem os problemas de manutenção (falta de peças, por exemplo) eles foram substituídos.

Em Friburgo havia um Curso de Informática onde sua rede de 386 (baseada em Novell) rodava redondinho...
Hoje em dia, esses 386 não seriam atraentes para os alunos, pois a busca natural pelas novidades tecnológicas os faria escolher
outros cursos.

Observe-se o seguinte fenômeno:
Monitores LCD em alguns casos (texto, por exemplo) podem ser bastante inferiores aos CRT.
No entanto, e apesar do preço maior, os usuários - principalmente os novatos - preferem o LCD, sendo esse o seu sonho de consumo.
Da mesma forma, algumas pessoas trocam de máquina simplesmente por questões de possibilidade econômico-financeira, e não por motivos de necessidade premente de alguma tecnologia mais nova.

No ano de 2007 os americanos jogaram fora os seus 386, e hoje já estão jogando os Pentium 100.
Ora, isso NÓS brasileiros já fizemos há muito tempo atrás...
Anteriormente a isso, podiam ser encontrados esses micros por 50 dólares no e-Bay. No entanto, e embora não o pareça, mesmo 50 dólares podem ser muito para quem tem algum aperto financeiro, seja americano, africano, europeu ou o que seja.

Atualmente, descobri pela internet um grande lote de cpus Pentium II com 64MB ram a preço de banana, e monitores de 15" CRT a menos de 30 Reais. Segundo os anunciantes, tudo está em perfeito funcionamento, e são mais de 1000 unidades disponíveis.
Eles também tem uma enorme quantidade de HDs de 3,2 GB.
O problema é o frete, por vezes mais caro que o próprio equipamento.
Mesmo assim, para quem deseja botar a mão na massa, pode ser um bom negócio.

[12] Comentário enviado por edersonhonorato em 19/07/2009 - 11:43h

É como o Teixeira disse, o que leva muitas vezes a troca de um PC é a estética, tanto da máquina quanto do sistema operacional. Diga-se de passagem um gabinete bonito cheio de frescuras, monitor LCD e o sistema operacional com efeitos 3D que sempre exige mais memória, placa de vídeo e tudo mais... E na maioria das vezes essas pessoas utilizam o computador basicamente para internet (MSN, ORKUT, etc...) e algumas vezes o Office.

Pra rodar em 486 e P133 eu tenho aqui o Slackware 7, RedHat 6.2, Conectiva 6, Kurumin 2.16, DSL 3.0 e também o Vector, além de ter o BeOS Max Edition que roda bem em hardware antigo e que roda o firefox e vem com Abiword também.

No Pentium 133 que tenho aqui rodo o RedHat 6.2 extremamente bem e no 486 DX100 32 MB instalei o Conectiva 6 com o brasileiríssimo WindowMaker(que adoro e que infelizmente o Alfredo Kojima parou de desenvolver, pois tá muito ocupado com o MySQL) rodando bem também...

Existe uma certa resistência em utilizar distribuições antigas hoje em dia por conta da segurança, mas acredito que em um desktop isso não se torne realmente um problema.

No caso de gabinetes, dá muito bem pra fazer alguns casemods em gabinetes AT que o resultado fica muito bom. Aqui em casa peguei um gabinete AT e troquei a fonte dele para ATX, fiz um Casemod pintando a estrutura de dourado e preto e dourado por fora e um desenho na lateral com acrilico e alguns leds de alta luminosidade. Gastei uns 30 reais e a galera fica bobo como ficou bonito. Instalei nele uma PCCHIPS 810LMR com um Duron 1.2Ghz velhão e 512 MB, rodando o Debian Sarge com KDE 3 muito bem, e é esse que meu filho tá usando na maior felicidade...

Tendo criatividade, não se precisa gastar muito e aproveitar o que já temos em mão.


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