Usando o seu módulo IRDA no Linux
Introdução
Então, mãos à obra. Passaremos a descrever como fazer este monte de peças ser útil!
Carregando o módulo
Sabendo que o módulo que acabamos de montar é um dispositivo serial (na verdade, se conectarmos nesta mesma interface um módulo FIR - Fast InfraRed -, funcionará, o que prova que a limitação não é a interface e sim o próprio módulo), passaremos a simplificar bastante a coisa. Há vários tutoriais na Internet ensinando como iniciar e como finalizar o serviço de IRDA. No linux.org, how-to-irda, chega-se ao requinte de listar a relação de "Dongles" conhecida.
Faremos uma abordagem mais simples: primeiro, criaremos um script para iniciar o sistema e, opcionalmente, para finalizá-lo. Normalmente, a finalização eu deixo a cargo do próprio sistema, pois o comprometimento de memória para o módulo não é tão grande.
Sugiro ao leitor que crie, a exemplo do autor do artigo, uma pasta para colocar os scripts. Isto não tem relação direta com o artigo, apenas visa melhorar a organização e o controle da máquina. Mantenho meus scripts numa pasta chamada /scripts. Sugestivo, não? Coloco nesta pasta os meus scripts em Shell e a eles dou permissão de execução de acordo com o conveniente; o script que "sobe o Dongle", por exemplo, é carregado desta pasta, de modo automático (há vários métodos de invocá-los; chamo-o a partir do rc.local).