Fundamentos do sistema Linux - comandos do Linux

A linha de comando é o método mais usado por administradores de sistemas, pois é o que oferece o maior número de possibilidades, além de ser o método mais rápido de fazer as coisas. Nesse artigo, você terá uma lista detalhada dos principais comandos do GNU/Linux, divididos em categorias, com exemplos práticos de aplicação, incluindo associações com outros aplicativos.

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Por: Davidson Rodrigues Paulo em 28/05/2006 | Blog: http://davidsonpaulo.com/


Administração do sistema



fuser


Esse programa é utilizado para descobrir quais processos estão utilizando determinados arquivos ou soquetes.

Sintaxe:

$ fuser [-a/-s/-c] [-4/-6] [-n [espaço]] [-k [-i] [-[sinal]] ] [-muvf]

Parâmetros:
  • -a: Mostra todos os arquivos especificados na linha de comando. Por padrão, somente os arquivos que estão sendo usados por pelo menos um processo são mostrados;
  • -s: Modo silencioso;
  • -c: O mesmo que -m, usado para compatilidade com o padrão POSIX;
  • -4: Procura apenas por sockets de IPv4;
  • -6: Procura apenas por sockets de IPv6;
  • -n [espaço]: Especifica o espaço de nomes a usar. Pode ser:
    • file: o modo padrão, procura por arquivos;
    • udp: procura por portas UDP;
    • tcp: Procura por portas TCP:

  • -k: Matar os processos que estão acessando o arquivo;
  • -i: Pergunta antes de matar o processo;
  • -[sinal]: Informa qual o sinal deve ser usado para matar os processos. Só pode ser usado junto com o parâmetro -k;
  • -m: Utilize quando estiver se referindo ao um sistema de arquivos montado ou a um dispositivo de blocos montado;
  • -u: Exibe o nome do usuário que iniciou o processo que está utilizando o arquivo;
  • -v: Modo detalhado, com diversas informações sobre os processos.

Exemplos de uso:

Uma utilidade grande desse programa é a seguinte: suponhamos que você queria desmontar o disquete, e seja surpreendido por uma mensagem de erro, dizendo que o dispositivo de disquete está ocupado:

$ umount /dev/fd0
umount: /media/floppy0: device is busy
umount: /media/floppy0: device is busy

Se você não conseguir descobrir qual o processo que está "travando" o disquete, você pode fazer isso utilizando o fuser. Você precisará ser o administrador do sistema.

# fuser -m /dev/fd0
/dev/fd0: 2877

Agora, você pode matar o processo:

# kill 2877

Ou, se quiser, pode matar o comando automaticamente com o fuser:

# fuser -m -k /dev/fd0

Se o processo não for encerrado, utilize o sinal -9 para destrui-lo:

# fuser -m -k -9 /dev/fd0

Repare que, nesse caso, utilizamos -m porque se trata de um dispositivo de blocos, /dev/fd0. Se fosse um arquivo comum, esse parâmetro não seria usado.

Outro uso que pode ser usado por administrador de rede é procurar por processos que estejam utilizando determinadas portas. Por exemplo, pra saber qual o processo que está utilizando a porta TCP 445, utilizamos:

# fuser -n tcp 445
445/tcp: 2674

df


Mostra o espaço utilizado de cada partição.

Sintaxe:

$ df [opção] [partição]

Opções:
  • -a: Inclui na verificação os sistemas de arquivos com 0 blocos;
  • -B [tamanho]: Usa blocos do tamanho especificado;
  • -h: Exibe os tamanhos num formato de fácil compreensão (1K, 23M, 2G);
  • -H: Igual ao -h, mas usa múltiplos de 1000 ao invés de 1024;
  • -i: Mostra as informações dos inodes;
  • -k: O mesmo que -B 1K;
  • -l: Só exibe informações dos sistemas de arquivos locais;
  • -P: Usa o formato de saída POSIX;
  • --sync: Executa o sync antes de obter as informações;
  • -t [tipo]: Só mostra informações dos sistemas de arquivos do tipo especificado;
  • -T: Mostra qual o tipo do sistema de arquivos de cada partição exibida;
  • -x [tipo]: Mostra todos os tipos de sistemas de arquivos exceto o tipo especificado aqui.

Exemplos de uso:

Um exemplo simples:

$ df -h
Sist. Arq.              Tam     Usad    Disp    Uso%            Montado em
/dev/hda2               4,9G    3,1G    1,9G    63%             /
tmpfs                   59M     0       59M     0%              /dev/shm
/dev                    4,9G    3,1G    1,9G    63%             /.dev
none                    5,0M    744K    4,3M    15%             /dev
/dev/hda1               32G     5,4G    27G     17%             /mnt/windows

du


Esse comando, sigla de disk usage (uso de disco), é usado para estimar o espaço em disco usado pelos arquivos. Em outras palavras, usamos o du para saber o tamanho dos arquivos.

Sintaxe:

$ du [opções] [arquivo] Opções:
  • -a: Exibe o tamanho de todos os arquivos dentro dos subdiretórios do diretório especificado, e não somente dos arquivos imediatamente dentro do diretório;
  • --aparent-size: Exibe o tamanho aparente, que pode ser maior ou menor que o tamanho real, dependendo de fatores com fragmentação, blocos indiretos e similares;
  • -B [tamanho]: Exibe o tamanho dos arquivos em blocos do tamanho especificado;
  • -b: Igual a -B 1;
  • -c: Exibe uma linha com o tamanho total de todos os arquivos contabilizados;
  • -D: Quando usado para links simbólicos, considera o local para onde o link aponta e não o link em si. Só considera arquivos;
  • -h: Mostra os tamanhos de forma comprensível (2K, 32M, 1G);
  • -H: O mesmo que -h, mas usa blocos de 1000 ao invés de 1024;
  • -k: O mesmo que -B 1K;
  • -L: O mesmo que -D, mas considera qualquer tipo de arquivo;
  • -S: Não mostra o tamanho dos subdiretórios;
  • -s: Mostra apenas o tamanho total de cada item (arquivo ou diretório);
  • -x: Ignora arquivos que estejam em outro sistema de arquivos;
  • -X [padrão]: Não contabiliza os arquivos que correspondam ao padrão informado;
  • -m: O mesmo que -B 1M.

Suponha que você esteja no diretório /home/davidson/, que contenha os seguintes arquivos e diretórios:

$ ls
arquivo de teste  Desktop  exe  iso           src    tmp
deb               doc      img  playlist.m3u  teste

Se quisermos ver o tamanho do arquivo playlist.m3u:

$ du playlist.m3u
8       playlist.m3u

O tamanho é exibido em KB. No caso, o arquivo tem 8 KB.

Se quisermos ver o tamanho do diretório img/:

$ du img
0       img/davidson
0       img/wallpapers
592     img/diagramacao
484     img/partition_magic
461     img/qtparted
1132    img/programacao_visual
4018    img

Veja que o tamanho em KB não é muito confortável. Usamos o parâmetro -h para que os valores sejam exibidos de uma forma compreensível:

$ du -h img
0       img/davidson
0       img/wallpapers
592K    img/diagramacao
484K    img/partition_magic
461K    img/qtparted
1,2M    img/programacao_visual
4,0M    img

Podemos também querer que sejam contabilizados os arquivos dos subdiretórios img/davidson/ e img/wallpapers/. Nesse caso, usamo o parâmetros -a:

$ du -h -a img
673K    img/bozo.bmp
44K     img/bozo.zip
0       img/davidson
0       img/wallpapers
16K     img/davidson_80x60.png
52K     img/davidson_cabeludo.jpg
172K    img/diagramacao/linux_magazine_distribuicoes.pdf
136K    img/diagramacao/linux_magazine_segurando_desktop.pdf
284K    img/diagramacao/linux_magazine_jogos.pdf
592K    img/diagramacao
28K     img/partition_magic/Thumbs.db
84K     img/partition_magic/pqmagic001.jpg
92K     img/partition_magic/pqmagic002.jpg
28K     img/partition_magic/pqmagic003.jpg
96K     img/partition_magic/pqmagic004.jpg
28K     img/partition_magic/pqmagic005.jpg
100K    img/partition_magic/pqmagic006.jpg
28K     img/partition_magic/pqmagic007.jpg
484K    img/partition_magic
565K    img/kacique01 .jpg
16K     img/qtparted/snapshot01.png
20K     img/qtparted/snapshot04.png
16K     img/qtparted/snapshot10.png
12K     img/qtparted/snapshot11.png
12K     img/qtparted/snapshot12.png
12K     img/qtparted/snapshot13.png
32K     img/qtparted/qtparted001.jpg
40K     img/qtparted/qtparted002.jpg
32K     img/qtparted/qtparted003.jpg
24K     img/qtparted/qtparted004.jpg
28K     img/qtparted/qtparted005.jpg
48K     img/qtparted/snapshot1.png
16K     img/qtparted/snapshot2.png
16K     img/qtparted/snapshot3.png
52K     img/qtparted/snapshot4.png
16K     img/qtparted/snapshot5.png
16K     img/qtparted/snapshot6.png
20K     img/qtparted/snapshot7.png
16K     img/qtparted/snapshot8.png
16K     img/qtparted/snapshot9.png
461K    img/qtparted
280K    img/programacao_visual/ferrari001.png
284K    img/programacao_visual/ferrari002.png
272K    img/programacao_visual/ferrari003.png
28K     img/programacao_visual/Thumbs.db
268K    img/programacao_visual/tux.png
1,2M    img/programacao_visual
4,0M    img

Essa lista ficou bem extensa. Se quisermos exibir somente o tamanho total de cada diretório, retiramos o parâmetro -a, acrescentamos o parâmetro -s, e nos referenciamos a img/* ao invés de img:

$ du -h -s img/*
673K    img/bozo.bmp
44K     img/bozo.zip
0       img/davidson
16K     img/davidson_80x60.png
52K     img/davidson_cabeludo.jpg
592K    img/diagramacao
565K    img/kacique01 .jpg
484K    img/partition_magic
1,2M    img/programacao_visual
461K    img/qtparted
0       img/wallpapers

Dessa última forma, porém, o tamanho total do diretório não foi informado. Para isso, basta acrescentar o parâmetro -c:

$ du -h -s -c img/*
673K    img/bozo.bmp
44K     img/bozo.zip
0       img/davidson
16K     img/davidson_80x60.png
52K     img/davidson_cabeludo.jpg
592K    img/diagramacao
565K    img/kacique01 .jpg
484K    img/partition_magic
1,2M    img/programacao_visual
461K    img/qtparted
0       img/wallpapers
4,0M    total

free


Comando muito utilizado para análise do desempenho do sistema, o free exibe informações sobre o uso de memória pelo computador.

Sintaxe:

$ free [-b / -k / -m] [-o] [-s delay ] [-t]

Parâmetros:
  • -b: Exibe as quantidades em bytes;
  • -k: Exibe as quantidades em kilobytes;
  • -m: Exibe as quantidades em megabytes;
  • -o: Não exibe a linha -/+ buffers/cache;
  • -s [tempo]: Especifica o intervalo de tempo, em segundos, entre as atualizações das informações. Se esse parâmetro não for usado, é exibida apenas uma informação. Se usado, vai exibindo as informações indefinidamente no intervalo de tempo definido, até que o usuário pressione CTRL + C;
  • -t: Exibe uma linha com os valores totais;

Vejamos o uso mais comum do free:

$ free
             total       used       free     shared    buffers     cached
Mem:        118880     116508       2372          0       2432      38216
-/+ buffers/cache:      75860      43020
Swap:       514040     127604     386436

Aqui temos as seguintes informações:
  • Memória RAM total: 118880 KB
  • Memória RAM usada: 116508 KB
  • Memória RAM livre: 43020 KB
  • Informações em buffer: 2432 KB
  • Informações em cache: 38216 KB
  • Memória swap total: 514040 KB
  • Memória swap usada: 127604 KB
  • Memória swap livre: 386436 KB
  • Buffers/Cache usados: 75860 KB
  • Buffers/Cache livres: 43020 KB

A exibição em KB pode não ser muito confortável. Se quiser que os tamanhos sejam exibidos em MB, utilize o parâmetro -m:

$ free -m
             total       used       free     shared    buffers     cached
Mem:           116        114          1          0          2         40
-/+ buffers/cache:         71         44
Swap:          501        124        377

time


Esse é um comando muito útil para medir o desempenho do sistema. Com o time podemos medir o tempo, em segundos, necessários para executar um processo ou programa.

Sintaxe:

$ time [opções] [comando]

Opções:
  • -o [arquivo]: Grava as estatísticas coletadas durante a execução do comando para o arquivo especificado, para análise posterior;
  • -a: Quando usado junto com o parâmetro -o, não apaga o conteúdo do arquivo ao gravar as estatísticas;
  • -v: Exibe os detalhes da execução do comando.

Assim, suponha que você tenha um script de backup, e queira saber quanto tempo ele demora para ser executado:

$ time backup
real    0m39.054s
user    0m28.560s
sys     0m0.689s

O campo real nos mostra quanto tempo o processo demorou para ser executado. No caso, 39,054 segundos. O campo user informa quanto tempo a CPU gastou processando apenas os dados do comando. Nesse exemplo, 28,560 segundos. O campo sys informa qual o intervalo média de espera da CPU entre cada ciclo de processamento dos dados do comando. Aqui, o tempo foi de 0,689 segundos.

uptime


Mostra o período em que o sistema permaneceu em processamento desde que foi ligado.

Uso:

$ uptime

O uptime não possui parâmetros. Basta digitar uptime no terminal. Veja um exemplo:

$ uptime
16:40:18 up  7:48,  3 users,  load average: 0.43, 0.29, 0.26

Aqui, vemos que o computador esteve ligado por 16:40 horas, mas só esteve em processamento durante 7:48 horas. Durante esse período, 3 usuários acessaram o sistema, e a carga média do sistema, que vai de 0 a 1, foi de 0,43 no último 1 minuto, 0,29 nos últimos 5 minutos e 0,26 nos últimos 15 minutos.

dmesg


Esse comando é utilizado para ver as mensagens de inicialização do sistema. Útil para analisar eventuais mensagens de erro exibidas devido a qualquer problema que esteja ocorrendo durante a inicialização.

Sintaxe:

Como as mensagens são muito extensas, utilize o more ou o less para visualizar as informações:

$ dmesg | more
$ dmesg | less


echo


Exibe mensagens na tela. Esse comando é utilizado principalmente para a construção de scripts de sistema.

Sintaxe:

$ echo [opções] [cadeia de caracteres]

Opções:
  • -n: Não insere uma nova linha;
  • -e: Ativa a interpretação de caracteres de escape, listados a seguir:
  • \NNN: Código ASCII octal do caracter;
  • \\: Barra invertida (\);
  • \a: Alerta sonoro (beep);
  • \b: Backspace;
  • \c: Não exibe a linha de final de arquivo;
  • \f: Alimentação de formulário (form feed);
  • \n: Nova linha;
  • \r: Retorno de carro (carriage return);
  • \t: Tabulação horizontal;
  • \v: Tabulação vertical.

Exemplos de uso:

$ echo "Projeto Bozolinux"
Projeto Bozolinux

$ echo -e "Primeira linha\nSegunda linha\n\tTerceira linha com tabulação horizontal"
Primeira linha
Segunda linha
        Terceira linha com tabulação horizontal

Com o uso de direcionadores, pode-se usar o echo para inserir texto em arquivos, com a seguinte sintaxe:

$ echo [mensagem] [> / >>] [arquivo]

Onde > apaga o conteúdo o arquivo, se existir, e >> adiciona o texto no final do arquivo.

Exemplos de uso:

$ echo -n > /etc/modules

Apaga o conteúdo do arquivo /etc/modules.

$ echo -e "192.168.0.35\tdavidson.bozolinux.org\tdavidson" >> /etc/hosts

Adiciona a seguinte linha no arquivo /etc/hosts:

192.168.0.35       davidson.bozolinux.org davidson

su


Esse comando é utilizado para um usuário assumir os privilégios de outro usuário do sistema.

Sintaxe:

$ su [opções] [usuário]

A digitar o comando é necessário digitar a senha do usuário selecionado. Se nenhum usuário for especificado, o sistema entende que o usuário quer assumir os privilégios de administrador do sistema (root).

Uma opção muito útil é o parâmetro -c, que permite executar um comando específico com os privilégios do usuário selecionado, e ao término da execução perder esses privilégios.

Exemplos de uso:

Um exemplo é a compilação de um pacote. O comando make install, que faz a instalação propriamente dita do pacote, só pode ser executado pelo usuário root. Assim, temos que fazer o seguinte:

$ su
password:
# make install
# exit


Ao invés disso, podemos simplesmente digitar:

$ su -c "make install"
password:

O comando será executado e, ao seu término, perdemos os privilégios de administrador de sistema.

sync


Esse comando é utilizado para gravar os dados armazenados em cache nos locais apropriados. O uso mais comum é para gravar os dados em unidades de disco removível, geralmente disquete.

Uso:

O sync não possui parâmetros. Para usá-lo, execute:

$ sync

reboot


Reinicia o computador. Por padrão, somente o root pode executar esse comando.

Sintaxe:

# reboot

shutdown


Usado para desligar o sistema. Por padrão, somente o root pode executar o shutdown.

Sintaxe:

# shutdown [opções] [hora] [mensagem de alerta]

Opções:
  • -t [tempo]: Espera o tempo especificado (em segundos) entre matar os processos e mudar de nível de execução;
  • -k: Não desliga o sistema, apenas envia a mensagem de alerta a todos os usuários que estão conectados;
  • -r: Reinicia o sistema após o desligamento;
  • -h: Desliga o computador;
  • -f: Não roda o utilitário fsck no caso de reiniciar o sistema;
  • -F: Força o uso do fsck no reinício do sistema;
  • -c: Cancela um processo de desligamento que esteja sendo executado no momento.

Em [hora] você pode especificar o horário exato para o sistema desligar, como 12:34, por exemplo, ou então utilizar +[n], para desligar o sistema daqui a [n] minutos. Para desligar o sistema imediatamente, use +0 ou a palavra now.

A mensagem de alerta será enviada a todos os usuários conectados ao sistema, para que eles tenham tempo de salvar seus arquivos e se desconectarem.

Exemplos de uso:

O uso mais comum do shutdown é para desligar o sistema o computador imediatamente:

# shutdown -h now

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Páginas do artigo
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   2. Manipulação e filtragem de texto
   3. Pesquisa e informações
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   5. Utilitários de terminal
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Comentários
[1] Comentário enviado por PCMasterPB em 28/05/2006 - 20:46h

Excelente o artigo, será muito útil pra citar como referência para os novatos e mostrar-lhes como o modo texto é poderoso no linux hehehe. ;D

[2] Comentário enviado por nataliawanick em 28/05/2006 - 22:35h

Parabéns!! Mais um excelente artigo, professor!! Por artigos como esse é que me torno mais fã a cada dia...
natalia wanick

[3] Comentário enviado por tomaz.brasil em 29/05/2006 - 00:21h

Good job ;-)

[4] Comentário enviado por loammy em 29/05/2006 - 08:28h

Como assim, " ls -A" nao mostra os diretorios, se foi isto que entendi acho que vc esta equivocado, pois na minha maquina mostra os arquivos e diretorios ocultos...

[5] Comentário enviado por feraf em 29/05/2006 - 14:29h

Fala davidson!
Eu uso um comando aqui no servidor que eu uso, que é o seguinte:

last | cut -c-9 | sort | uniq -c | sort -n | tac | head -20

Ele pode parecer monstruosamente grande, mas faz algo bem simples, lista os 20 usuários em ordem de quantidade de logins realizados no último mês. Last lista todos os logins realizados num período de 1 mes. O cut retira somente o nome do usuário. O primeiro sort ordena alfabeticamente. o Uniq junta as linhas que forem iguais (no caso os logins iguais) e adiciona esse número na frente da linha. O segundo sort ordena por esse primeiro número, só que em ordem crescente. O tac inverte isso, assim temos uma lista em ordem decrescente. E o head pega os primeiros 20.

Olha só que coisa poderosa podemos fazer com esses míseros comandos =)

Felipe

[6] Comentário enviado por removido em 29/05/2006 - 14:34h

Cara deixou a desejar. Mas o conteudo desse artigo está todo ele escrito na internet em outros sites. Peguei esse bem igual ao seu na semana passada pelo google.

[7] Comentário enviado por davidsonpaulo em 29/05/2006 - 14:54h

loammy,

-A faz o mesmo que -a, a diferença é que o -A não mostra os diretórios . (ponto) e .. (ponto-ponto).

iceman,

Sim, o conteúdo desse artigo está todo disponível na Internet, no Guia Bozolinux, como escrevi na última página do artigo.

feraf,

Sim! Com direcionadores podemos fazer coisas realmente formidáveis. Inclusive, o próximo artigo da série Fundamentos do Sistema Linux tratará deles.

E você, quando é que voltará a publicar? Seus textos fazem falta. Dá uma passada na Enciclopédia de vez em quando. :-)

Abraços,

Davidson

[8] Comentário enviado por deivid.veras em 30/05/2006 - 09:24h

Ola,

Realmente isto e muito bom para os novatos pois mostra o poder e a utlidade do modo texto, e o principal a agilidade que isto proporciona!


Tec. Deivid Veras Fontenele

[9] Comentário enviado por pedrocosta em 30/05/2006 - 10:18h

Parabens!!! Vai ser muito bom pra eu que estou começando, vlw!!! =)))

[10] Comentário enviado por fboliveira em 31/05/2006 - 09:03h

É um artigo excelente, bem claro e de fácil entendimento. Muito aplicável não só para iniciantes, de um modo geral, como também para quem deseja fazer um paralelo com funções do Windows. Parabéns!

[11] Comentário enviado por claudiolima em 31/05/2006 - 09:43h

Gostei muito deste Artigo, para mim que estou iniciando no Linux foi uma excelente oportunidade para dá o pontapé inicial. Parabéns!

[12] Comentário enviado por fellkevin em 29/06/2009 - 18:59h

Muito bom esse artigo tirou muitas duvidas minhas que sou um iniciante em LINUX

[13] Comentário enviado por Lisandro em 09/07/2009 - 12:38h

Bem completinho, um pequeno guia de referência. Vai pro FAVORITOS.

[14] Comentário enviado por cesar em 23/07/2009 - 11:17h

Muito bom,

1. Nota 10
2. Favoritos ;]

Parabéns.

[]'s

[15] Comentário enviado por Teixeira em 02/08/2009 - 09:13h

Vai para os meus Favoritos.
Assim como no antigo DOS, nem sempre é possível ter todos os comandos em nossa memória humana, pois sempre escapa alguma coisa ou outra, e por vezes até nos falta o entendimento de alguns pormenores.
Além do que, o artigo é uma excelente fonte de referência, uma espécie de livro de cabeceira, e está bem claro e abrangente.
Nota-se que é voltado para o usuário comum, do dia-a-dia, e não para aqueles que tentam dar nó em pingo d'água, mas já fornece o caminho das pedras.
Parabéns!

[16] Comentário enviado por jairus em 16/08/2009 - 09:52h

Bom dia !!!

Gostei muito da idéia de colocar as funções destes comandos, apesar de trabalharmos diariamente com o GNU/LINUX, as vezes esquecemos alguns parâmetros.
Por isso fiz uma cartilha de bolso, a partir do seu artigo, assim sempre consulto quando tenho dúvida sobre algum comando.


Valeu
Abraços
Jairus Lopes
Adm System Linux

[17] Comentário enviado por santiago_br em 27/08/2009 - 09:15h

Muito Bom !!

Sou novo aki no linux, vi a muito tempo atras uma versão do red hat 7, mas muito pouko, estou recomeçando muito boa ajuda. obrigado!



Santiago
Fedora 11

[18] Comentário enviado por Karen_Cahn em 14/12/2009 - 12:16h

Quala a resposta dessa questão: "QUAL O COMANDO UTILIZADO PARA CRIAR O DIRETÓRIO teste DENTRO DO DIRETÓRIO /mnt?
Att,
Karen Cahn

[19] Comentário enviado por B. Rodrigues em 28/12/2009 - 09:01h

Otimo!!!

Estou começando a trabalhar com linux e esse artigo e perfeito pra mim.

Valeu mesmo!!!

[20] Comentário enviado por doradu em 08/02/2010 - 18:49h

bem completo

[21] Comentário enviado por msajunior em 13/04/2010 - 14:14h

Tambem estou começando, por este motivo, me ajudou bastante. Vlw!

[22] Comentário enviado por jota88 em 14/04/2010 - 15:01h

Olá!!

Qual o comando que posso usar para ordenar alfabeticamente as linhas de um ficheiro de texto?

Obrigado ;)

[23] Comentário enviado por davidsonpaulo em 14/04/2010 - 15:04h

jota88, o comando é o sort, leia sobre ele na página 2 do artigo. Abraço.

[24] Comentário enviado por jota88 em 14/04/2010 - 15:23h

Já tinha descoberto isso. xD

Mas obrigado na mesma. ;)

Já agora.. eu tenho 2 ficheiros de texto (file.txt e newfile.txt) gostaria que concatenar o conteudo desses 2 ficheiros para um novo ficheiro catfile.txt.. só que não sei como fazer.. alguém sabe?

[25] Comentário enviado por diegopontes em 30/04/2010 - 16:06h

Jota88:
Primeiro você joga o arquivo para o novo arquivo (>), depois você joga o outro arquivo para o novo, mas dessa vez concatenando (>>) para não perder a 1° informação.

cat file.txt > catfile.txt ; cat newfile.txt >> catfile.txt

[26] Comentário enviado por ksa em 30/05/2010 - 21:49h

Meu caro ! parabéns e obrigado !
Sou um iniciante do linux que já estou começando a me "divertir" com a janela de terminal
valeu !!!

[27] Comentário enviado por miguel arcanjo3 em 22/02/2011 - 10:02h

valeu pela dica.

[28] Comentário enviado por mfop06 em 01/06/2012 - 19:22h

Olá, sou novato no Linux e gostaria de saber como criar um arquivo no Linux. Estou tentando instalar o modem da claro 3g e eles pedem para criar um arquivo no undev. Mas como se faz isso?

[29] Comentário enviado por henriquejp em 10/10/2012 - 15:47h

é..o bagulho eh doido,quanto mais sendo iniciante muahahahahaaahahaah

[30] Comentário enviado por MAPOGOS em 28/04/2014 - 19:29h

muito bom este artigo, não sei se é engano meu mjas o negócio esta começando a ficar bom aqui no VOL.
Legal isto amigo é isso que buscamos e o que queremos aprender...

[31] Comentário enviado por ricardones em 01/04/2015 - 10:03h

Para complementar o atributo -y permite executar os comandos ja atribuindo sim para todas as perguntas.

[32] Comentário enviado por DanielDutra em 17/07/2016 - 14:20h

Amigos boa tarde.

Uma duvida de iniciante.
O que significa a primeira linha que aparece quando abrimos o terminal? http://i.imgur.com/vEkG2Io.png
No meu caso é essa aqui: danieldutra@linux-eto9:~> gostaria de saber principalmente o que significa após o @(arroba)

[33] Comentário enviado por Teixeira em 17/07/2016 - 19:58h

Prezado iniciantegnu, esse é o prompt de comando do Linux.
Considerando-se que a arroba (@) significa "at" (ou "em", no Português), essa linha que você nos apresenta pode ser interpretada assim:
nome-do-usuário@nome-do-computador,
ou seja,
danieldutra(em)linux-eto9
o que significa que seu computador foi identificado no sistema Linux como sendo "linux-eto9", que é como foi registrado durante a instalação.
Para maiores informações e para tirar dúvidas básicas sobre o sistema gnu/linux, recomendamos o "guia foca linux" (www.guiafoca.org), que é excelente.



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