Formatos de áudio sem perda sonora (lossless)
Muita gente não sabe, mas os MP3s e OGGs da vida têm perda sonora, ou seja, não são totalmente fiéis à gravação original. Este artigo propõe-se a apresentar algumas das características dos formatos sem perda sonora (lossless), falar de seus usos e elencar alguns links para referência posterior.
Parte 2: Usos
Por mais que a internet de banda larga hoje esteja popularizada, os
arquivos lossless ainda são muito grandes para serem compartilhados
à mesma maneira que os lossy. Só pra citar um exemplo, uma música
em MP3 de 3MB teria cerca de 30MB num formato lossless.
Entretanto, há sua incipiente utilização para registros que exigem total fidelidade, como gravações em estúdio, gravações de shows ou mesmo para aqueles que querem copiar um CD sem que tenham perdas, mas ao mesmo tempo, poupando espaço em disco.
Desta forma, os formatos sem perda acabam sendo largamente utilizados por quem preza pela qualidade e não se preocupa tanto pela quantidade de espaço em disco a ser ocupado.
Com mais ênfase, os colecionadores de "bootlegs", que são aquelas gravações raras ou não lançadas por artistas, como um show, uma gravação demo ou mesmo um ensaio, exigem, em sua grande maioria, que a troca seja feita em algum formato lossless, para que quando forem queimar um CD de áudio com aquelas músicas, tenham exatamente a mesma reprodução que teriam se estivessem com a mídia original.
O Metallica, famoso por suas canções e pela polêmica esdrúxula com o falecido Napster, chegou a disponibilizar via website alguns shows em formato lossless para que seus fãs comprassem por um preço camarada o direito de baixar e queimar um CD com essas músicas, sem que ficassem submetidos a uma perda sonora considerável.
Cabe ressaltar que a troca (e NUNCA venda) de bootlegs por correio ou por servidores de Direct Connect é apoiada por uma grande parcela das bandas, que entende esse mecanismo como uma forma de divulgação de seu trabalho e de aproximação dos fãs dos locais mais remotos a apresentações únicas e históricas. Há, ainda, outras que são contrárias a essa prática. No entanto, não há ainda algum tipo de legislação (em nenhum âmbito) que regule essas comunidades.
Entretanto, há sua incipiente utilização para registros que exigem total fidelidade, como gravações em estúdio, gravações de shows ou mesmo para aqueles que querem copiar um CD sem que tenham perdas, mas ao mesmo tempo, poupando espaço em disco.
Desta forma, os formatos sem perda acabam sendo largamente utilizados por quem preza pela qualidade e não se preocupa tanto pela quantidade de espaço em disco a ser ocupado.
Com mais ênfase, os colecionadores de "bootlegs", que são aquelas gravações raras ou não lançadas por artistas, como um show, uma gravação demo ou mesmo um ensaio, exigem, em sua grande maioria, que a troca seja feita em algum formato lossless, para que quando forem queimar um CD de áudio com aquelas músicas, tenham exatamente a mesma reprodução que teriam se estivessem com a mídia original.
O Metallica, famoso por suas canções e pela polêmica esdrúxula com o falecido Napster, chegou a disponibilizar via website alguns shows em formato lossless para que seus fãs comprassem por um preço camarada o direito de baixar e queimar um CD com essas músicas, sem que ficassem submetidos a uma perda sonora considerável.
Cabe ressaltar que a troca (e NUNCA venda) de bootlegs por correio ou por servidores de Direct Connect é apoiada por uma grande parcela das bandas, que entende esse mecanismo como uma forma de divulgação de seu trabalho e de aproximação dos fãs dos locais mais remotos a apresentações únicas e históricas. Há, ainda, outras que são contrárias a essa prática. No entanto, não há ainda algum tipo de legislação (em nenhum âmbito) que regule essas comunidades.
Parabéns pelo artigo! Não conhecia esse formato.
Um abraço.