Enviado em 09/05/2017 - 08:58h
homemsemnome escreveu:
Outro problema chato do Debian é que as interfaces gráficas se "misturam". Você vai abrir o Openbox e uma caralhada de serviços e aplicativos do Gnome 3 sobem junto, pesam na memória RAM e causam uma poluição visual nos menus e tal.
E o que mais me deixou bolado nisso tudo foi o fato de que, na hora de remover o que você quer, o APT não arrasta tudo referente ao meta-pacote. Após purgar o LXDE do sistema inúmeros resquícios dele permaneceram na máquina.
albfneto escreveu:
Obrigado pela resposta Albfneto. Já conhecia essa fita aí da falta de modularidade do Debian e derivados. Dizem que no Slackware o bagulho é bem modular também. Outro problema chato do Debian é que as interfaces gráficas se "misturam". Você vai abrir o Openbox e uma caralhada de serviços e aplicativos do Gnome 3 sobem junto, pesam na memória RAM e causam uma poluição visual nos menus e tal.
E o que mais me deixou bolado nisso tudo foi o fato de que, na hora de remover o que você quer, o APT não arrasta tudo referente ao meta-pacote. Após purgar o LXDE do sistema inúmeros resquícios dele permaneceram na máquina.
Você tem que usar o 'apt-get autoremove nome-do-pacote' para remover o pacote e outros que dependam dele.
Minha dica para quem não quer ficar instalando um monte de tralhas: por padrão o Ubuntu e o Debian tratam os pacotes recomendados como dependências, basta usar o synaptic para desmarcar essa opção e será possível instalar pacotes sem puxar coisas que não deveriam ser instaladas.
Por exemplo, eu uso Lxde e tenho o Gnome-documents instalado, mas não precisou vir o Gnome inteiro para ter esse aplicativo.