Enviado em 01/12/2016 - 02:03h
Peço licença:
Gostaria de compartilhar o sentimento de traição feita pelo Legislativo Nacional na madrugada passada.
Enquanto o Brasil estava de luto, velando a Chapecoense, os larápios foram lá e votaram o pacote anticorrupção como bem entenderam.
Votaram uma lei que corta poderes do Judiciário em casos como a Lava-Jato. Isto ajuda a barrar investigações do Ministério Público.
Projeto a favor da corrupção. Legislaram mais uma vez em causa própria.
Aproveitando para citar, também votaram no Senado em 1ª instância a PEC dos cortes de gastos até o fim do mundo.
O pessoal que investiga na Lava-Jato ameaça pular fora em massa se o Conde Crápula (vulgo Presidento) sancionar essa descaracterização do pacote.
Este é um dos motivos de que não daria certo retorno de militares ao poder. Quem estaria acima deles?
A mesma lei que está acima dos nobres deputados. Não é necessário mais gente que que queira tornar-se donos ou "senhores da bola".
Por falar em "senhores da bola" ninguém investiga o "Partido Senhores Da Bola".
Sabe aquele moleque gordo e sardento, o dono da bola, que joga bola no campinho e o time dele começa a perder?
Mudam-se as regras ou leva-se a bola embora.
É assim aqui no Tucanistão. Mais de 20 anos de feudo e vassalagem.
Os (tele)jornais (e os de papel) dão evasivas sobre as notícias do "escândalo da merenda".
Nem falam do escândalo do cartel dos trens do Metrô e CPTM.
Do nada aumentou o número de panes nas composições.
Deste último, qual foi o tratamento? Ordem de privatização.
Isto é mais um cala-boca de quem é "dono da bola".
Os poucos deste bando que foram citados na Lava-Jato escaparam por falta de provas.
Por mais que os delatores falassem.
Dois pesos duas medidas.
Ou a tal Direita ressurrecta, que possui ares fascistas. Esta, no fundo, quer se tornar tão podre quanto a esquerda hegemônica.
Muito pouco falou-se em noticiários. Só agora o povo acordou e foi fazer panelaço, direto de seus lares quentinhos.
Lembrando ainda de que a G.L.O.B.O. manipula: não por criação de fatos, mas pela omissão dos mesmos.
Gostaria de compartilhar o sentimento de traição feita pelo Legislativo Nacional na madrugada passada.
Enquanto o Brasil estava de luto, velando a Chapecoense, os larápios foram lá e votaram o pacote anticorrupção como bem entenderam.
Votaram uma lei que corta poderes do Judiciário em casos como a Lava-Jato. Isto ajuda a barrar investigações do Ministério Público.
Projeto a favor da corrupção. Legislaram mais uma vez em causa própria.
Aproveitando para citar, também votaram no Senado em 1ª instância a PEC dos cortes de gastos até o fim do mundo.
O pessoal que investiga na Lava-Jato ameaça pular fora em massa se o Conde Crápula (vulgo Presidento) sancionar essa descaracterização do pacote.
Este é um dos motivos de que não daria certo retorno de militares ao poder. Quem estaria acima deles?
A mesma lei que está acima dos nobres deputados. Não é necessário mais gente que que queira tornar-se donos ou "senhores da bola".
Por falar em "senhores da bola" ninguém investiga o "Partido Senhores Da Bola".
Sabe aquele moleque gordo e sardento, o dono da bola, que joga bola no campinho e o time dele começa a perder?
Mudam-se as regras ou leva-se a bola embora.
É assim aqui no Tucanistão. Mais de 20 anos de feudo e vassalagem.
Os (tele)jornais (e os de papel) dão evasivas sobre as notícias do "escândalo da merenda".
Nem falam do escândalo do cartel dos trens do Metrô e CPTM.
Do nada aumentou o número de panes nas composições.
Deste último, qual foi o tratamento? Ordem de privatização.
Isto é mais um cala-boca de quem é "dono da bola".
Os poucos deste bando que foram citados na Lava-Jato escaparam por falta de provas.
Por mais que os delatores falassem.
Dois pesos duas medidas.
Ou a tal Direita ressurrecta, que possui ares fascistas. Esta, no fundo, quer se tornar tão podre quanto a esquerda hegemônica.
Muito pouco falou-se em noticiários. Só agora o povo acordou e foi fazer panelaço, direto de seus lares quentinhos.
Lembrando ainda de que a G.L.O.B.O. manipula: não por criação de fatos, mas pela omissão dos mesmos.