PuTTY - Release 0.66 - Parte IV

Quarta parte do artigo sobre PuTTY - Release 0.66.

[ Hits: 4.419 ]

Por: Perfil removido em 16/03/2016


O painel Rlogin



Esse painel permite configurar opções que se aplicam as conexões Rlogin.

Rlogin permite automatizar o login através de um arquivo chamado .rhosts localizado no servidor. Você coloca uma linha em .rhosts dizendo algo como:

[email protected]

Quando você faz uma conexão Rlogin o cliente envia o nome de usuário e o usuário que está rodando o cliente Rlogin. O servidor checa o nome de usuário e o nome do host contra o arquivo .rhosts, e se eles combinam NENHUMA senha é solicitada.
Linux: PuTTY - Release 0.66 - Parte IV
Em sistemas Unix isso somente funciona se a conexão vem de uma porta TCP abaixo de 1024, esses sistemas proíbem que processos sem privilégio usem esse recurso. Essa restrição não existe no Windows e QUALQUER usuário pode inicializar a conexão, mesmo em uma porta baixa. Observe que o mecanismo de Rlogin com .rhosts é inútil para distinguir usuários de máquinas Windows. Se .rhosts aponta para uma máquina Windows, qualquer um pode spoofar o nome de usuário na conexão Rlogin e acessar o servidor.

O nome em "Local username" deve ser definido quando não coincide com seu nome de usuário do Windows.

O painel SSH

Esse painel será tratado separadamente em um artigo.

O painel Serial

Esse painel permite configurar opções que se aplicam as conexões em uma linha serial.
Linux: PuTTY - Release 0.66 - Parte IV
A opção "Serial line to connect to" - número 1 - permite definir a porta serial onde a conexão será estabelecida. As portas seriais normalmente são definidas no Windows como COM[1-4].

A opção "Configure the serial line" permite configurar os parâmetros utilizado pela porta serial.

Em "Speed" definimos o valor da velocidade da conexão em bauds. Valores típicos são: 9600, 19200, 38400 ou 57600. O valor depende do dispositivo COM.

Em "Data bits" definimos quantos bits de dados são enviador por cada byte transmitido. O valor pode assumir 8 ou 7.

Em "Stop bits" definimos quantos bits de parada são utilizados na conexão. Valores típicos são: 1, 1,5 e 2. Isso depende do hardware e do protocolo.

Em "Parity" definimos o esquema utilizado para configurar o bit de paridade. Esse campos pode assumir os seguintes valores: None, Odd, Even, Mark e Space.
  • None - Nenhuma paridade é enviada.
  • Odd - um bit extra é enviado ao lado de cada byte, se o número de bits 1 for ímpar.
  • Even - um bit extra é enviado ao lado de cada byte, se o número de bits 1 for par.
  • Mark - um bit extra é enviado ao lado de cada byte, e terá sempre o valor 1.
  • Space - um bit extra é enviado ao lado de cada byte, e terá sempre o valor 0.

Em "Flow Control" definimos o valor do esquema de controle de fluxo.

None - Nenhum controle de fluxo é utilizado. Pode gerar perdas de dados na velocidade máxima da linha.

XON/XOFF - O controle é feito com o envio de XON e XOFF dentro do fluxo de dados.

RTS/CTS - O controle é feito com RTS e CTS na linha serial.

DSR/DTR - O controle é feito com DSR e DTR na linha serial.

Continua na Parte V.

KYETOY - 2016

Página anterior    

Páginas do artigo
   1. Introdução
   2. A seção Proxy
   3. O painel Rlogin
Outros artigos deste autor

Montando um Media Server com o MediaTomb

Sudo 1.8.12 - Parte II - Como sudo funciona

Oracle 9i, Apache e PHP

Que tal conhecer mais o Linux pondo a mão na massa? Conheça o Woo Hoo, projeto para uma nova distro

Sudoers 1.8.12 - Parte II - Manual

Leitura recomendada

Dúvidas freqüentes após instalação do Linux

Configurando o bind 9 no Debian

Instalando Gnome DropLine (Slackware 10.2+)

Instalar Slackware 12.2 no Dell Inspiron 1525

Linux imprimindo em Windows via rede

  
Comentários

Nenhum comentário foi encontrado.


Contribuir com comentário