Introduzindo um pouco mais a fundo o shell script (revisado)
Shell Script é a linguagem de programação de alto nível interpretada pelo shell. Se você não entendeu o significado da frase anterior, é bem provável que este artigo possa lhe ser útil.
Parte 2: Santa prototipagem Tux-man!
Sim... Jovem prodigioso jedi, prototipagem é derivada da palavra protótipo. :)
E quando referido a programação, prototipagem, é um ante projeto confeccionado para testar os recursos que um sistema originalmente oferece além da redução das incertezas sobre as funcionalidades do mesmo.
Essencialmente (e desprezando muitas fazes de desenvolvimento) pense comparativamente a esta idéia, nas fases de relacionamento íntimo chamadas de namoro e noivado como ensaios do objetivo casamento (é, eu também senti calafrios?). Se tudo correr bem casamos. Se surgirem dúvidas ou desastres tentamos consertar a situação ou abandonamos a missão, mas, curiosamente nunca desistimos desta guerra e procuramos outros, digamos, caminhos.
Porém nosso arsenal está mais poderoso agora devido a experiências anteriores e portanto não cometemos os mesmos erros... Embora "na prática a teoria seja outra", quanto a relacionamentos humanos neste nível de intimidade.
Logo se um código foi, total ou parcialmente, prototipado em Shell Script, tem muitas chances de ter seus objetivos alcançados quando for traduzido para outra linguagem, além de herdar a portabilidade do Shell já solucionando problemas de dependências de instalação e compatibilidades quando o mesmo for portado fora do ambiente de onde originalmente foi depurado.
Logo dedicação ao estudo sobre o tema é essencial à sobrevivência e posteriormente à evolução. Vale lembrar que o maior inimigo de um sistema computacional é um usuário mal informado e não o mal intencionado.
Como exemplo de mal uso de recursos de um sistema cito um caso pessoal parido por preguiça mental e fatores de mal funcionamento orgânico provocado "semvergonhosamente" por grande ingestão de álcool etílico - vulgarmente conhecida como ressaca - a qual me fez executar o comando proibido da morte (# rm -rf * , por favor não tentem fazer isso em casa cri-antas) presenteando-me com um sistema literalmente " limpíssimo e leve" como a insustentável idiotice do meu ser e por isso, nada funcional. Um exemplo do que eu chamo de leso auto eutanásia antológica (leia - suicídio por uso da lógica de anta etilicamente lesada).
É... Mais um enorme pedaço de [*****] para adubar minha tosca existência no universo de T.I. Mas graças ao "papai do Shell" que cuida muito bem de seus filhos, eu tinha um sistema de backup eficiente e não por coincidência escrito em Shell Script que tirou nota alta em seu teste de prototipagem compulsória.
E quando referido a programação, prototipagem, é um ante projeto confeccionado para testar os recursos que um sistema originalmente oferece além da redução das incertezas sobre as funcionalidades do mesmo.
Essencialmente (e desprezando muitas fazes de desenvolvimento) pense comparativamente a esta idéia, nas fases de relacionamento íntimo chamadas de namoro e noivado como ensaios do objetivo casamento (é, eu também senti calafrios?). Se tudo correr bem casamos. Se surgirem dúvidas ou desastres tentamos consertar a situação ou abandonamos a missão, mas, curiosamente nunca desistimos desta guerra e procuramos outros, digamos, caminhos.
Porém nosso arsenal está mais poderoso agora devido a experiências anteriores e portanto não cometemos os mesmos erros... Embora "na prática a teoria seja outra", quanto a relacionamentos humanos neste nível de intimidade.
Logo se um código foi, total ou parcialmente, prototipado em Shell Script, tem muitas chances de ter seus objetivos alcançados quando for traduzido para outra linguagem, além de herdar a portabilidade do Shell já solucionando problemas de dependências de instalação e compatibilidades quando o mesmo for portado fora do ambiente de onde originalmente foi depurado.
O poder da inteligência e a falta que ela pode fazer...
Claro que o alto poder sobre o sistema o qual citamos anteriormente pode gerar falhas de segurança e proteção à integridade do mesmo e por isso, não podem e nunca devem ser desprezados, lógico a menos que se tenha total certeza das consequências ao utilizá-lo.Logo dedicação ao estudo sobre o tema é essencial à sobrevivência e posteriormente à evolução. Vale lembrar que o maior inimigo de um sistema computacional é um usuário mal informado e não o mal intencionado.
Como exemplo de mal uso de recursos de um sistema cito um caso pessoal parido por preguiça mental e fatores de mal funcionamento orgânico provocado "semvergonhosamente" por grande ingestão de álcool etílico - vulgarmente conhecida como ressaca - a qual me fez executar o comando proibido da morte (# rm -rf * , por favor não tentem fazer isso em casa cri-antas) presenteando-me com um sistema literalmente " limpíssimo e leve" como a insustentável idiotice do meu ser e por isso, nada funcional. Um exemplo do que eu chamo de leso auto eutanásia antológica (leia - suicídio por uso da lógica de anta etilicamente lesada).
É... Mais um enorme pedaço de [*****] para adubar minha tosca existência no universo de T.I. Mas graças ao "papai do Shell" que cuida muito bem de seus filhos, eu tinha um sistema de backup eficiente e não por coincidência escrito em Shell Script que tirou nota alta em seu teste de prototipagem compulsória.