Dando uma olhada no Mageia 7 (beta)
Relato da minha experiência com a nova versão dessa distribuição, pouco lembrada atualmente, porém muito interessante e estável.
Parte 3: Conclusão
Já faz quase uma semana que estou usando o Mageia 7 (beta) e sem grandes problemas até agora. Claro, alguns bugs sempre vão existir, afinal é uma versão beta. Por exemplo, o scroll do mouse não funciona na Centro de Controle Mageia e, eventualmente, os menus do botão direito no thunar, aparecem meio incompletos e tenho que clicar novamente para ele abrir normalmente. Enfim, como disse, bugs são esperados nesse tipo de versão.
No mais, tenho gostado bastante do Mageia, a distribuição é bem estável, leve e simples de manter. Um ponto muito positivo, na minha opinião, é o modo netinstall deles. Você pode escolher os pacotes por grupos (escritório, internet etc.) ou pode escolher individualmente. Durante a minha instalação marquei apenas três opções, Documentação, Configuração e Xfce. Como disse na introdução, ele baixa só o essencial, o que é bem interessante.
Se quer uma distro pronta, é só baixar os DVDs/Live Media que eles vêm bem completos e prontos para uso, se quer uma instalação mais personalizada, utilize o modo netinstall.
Um ponto que me chamou atenção ao longo dessa semana de uso foi o consumo de memória. Achei que o Mageia tem um consumo ligeiramente maior que as outras distros que estou acostumado, mas é pouca coisa. Lendo pela internet e aqui no VOL, parece que as .rpm têm esse comportamento por padrão. Ou seja, um consumo de memória ligeiramente maior. Nada que atrapalhe ou impeça o uso, afinal, o que vale é o gerenciamento da memória, não apenas o que a distro está consumindo após o boot ou ao longo do tempo de uso.
Para concluir, o Mageia não é muito popular, mas, até agora, se mostrou muito bem feito e estável. Pelo jeito vou ficar um bom tempo com ele instalado no HD. Uma pena o projeto não possuir uma divulgação maior. Embora ele seja filho de outros projetos, merece destaque por, atualmente, ser um projeto independente. A gente está ficando um pouco preso em distribuições só baseadas em .deb (especialmente no Ubuntu) ou na moda atual, as arch-based.
Então, fica a dica; se tem vontade de conhecer uma distribuição diferente, teste o Mageia. Eu recomendaria a distribuição para quem quer um desktop estável e simples de manter. Sem esquecer que é rpm e, depois dos .deb, acho que é o que tem mais material na internet.
Seguem dois prints, o primeiro do Mageia padrão, como vem com o Xfce depois da instalação. No segundo é como deixei meu ambiente, mais com a cara do Xfce "normal". Ah, no print acima, da minha área de trabalho, como uso o tema do Mint, ele quando passo o mouse, ele marca os arquivos com a cor verde (dá para ver bem isso na imagem, com o ponteiro em cima do menu "favoritos"). Alguém sabe como se altera essa cor? Dá pra fazer isso? Se alguém souber, por favor, deixe ai nos comentários. Valeu!
Enfim, o objetivo da dica foi apenas apresentar, rapidamente, essa distro pouco divulgada. Espero que aproveitem.
Links:
No mais, tenho gostado bastante do Mageia, a distribuição é bem estável, leve e simples de manter. Um ponto muito positivo, na minha opinião, é o modo netinstall deles. Você pode escolher os pacotes por grupos (escritório, internet etc.) ou pode escolher individualmente. Durante a minha instalação marquei apenas três opções, Documentação, Configuração e Xfce. Como disse na introdução, ele baixa só o essencial, o que é bem interessante.
Se quer uma distro pronta, é só baixar os DVDs/Live Media que eles vêm bem completos e prontos para uso, se quer uma instalação mais personalizada, utilize o modo netinstall.
Um ponto que me chamou atenção ao longo dessa semana de uso foi o consumo de memória. Achei que o Mageia tem um consumo ligeiramente maior que as outras distros que estou acostumado, mas é pouca coisa. Lendo pela internet e aqui no VOL, parece que as .rpm têm esse comportamento por padrão. Ou seja, um consumo de memória ligeiramente maior. Nada que atrapalhe ou impeça o uso, afinal, o que vale é o gerenciamento da memória, não apenas o que a distro está consumindo após o boot ou ao longo do tempo de uso.
Para concluir, o Mageia não é muito popular, mas, até agora, se mostrou muito bem feito e estável. Pelo jeito vou ficar um bom tempo com ele instalado no HD. Uma pena o projeto não possuir uma divulgação maior. Embora ele seja filho de outros projetos, merece destaque por, atualmente, ser um projeto independente. A gente está ficando um pouco preso em distribuições só baseadas em .deb (especialmente no Ubuntu) ou na moda atual, as arch-based.
Então, fica a dica; se tem vontade de conhecer uma distribuição diferente, teste o Mageia. Eu recomendaria a distribuição para quem quer um desktop estável e simples de manter. Sem esquecer que é rpm e, depois dos .deb, acho que é o que tem mais material na internet.
Seguem dois prints, o primeiro do Mageia padrão, como vem com o Xfce depois da instalação. No segundo é como deixei meu ambiente, mais com a cara do Xfce "normal". Ah, no print acima, da minha área de trabalho, como uso o tema do Mint, ele quando passo o mouse, ele marca os arquivos com a cor verde (dá para ver bem isso na imagem, com o ponteiro em cima do menu "favoritos"). Alguém sabe como se altera essa cor? Dá pra fazer isso? Se alguém souber, por favor, deixe ai nos comentários. Valeu!
Enfim, o objetivo da dica foi apenas apresentar, rapidamente, essa distro pouco divulgada. Espero que aproveitem.
Links:
- https://www.mageia.org/pt-br/downloads/
- https://wiki.mageia.org/en/P%C3%A1gina_Principal_pt-BR (em português a wiki é um pouco menor. Já quebra um galho para quem tem dificuldades com o inglês)
- https://forums.mageia.org/en/ (fórum em inglês. A distribuição mantém um fórum em português, mas, dando uma olhadinha lá, parece que ele está meio abandonado)
Só não sei dizer como está relação do Mageia com máquinas UEFI pq as minhas ainda são BIOS.