Enviado em 28/04/2013 - 02:21h
A nossa "constituição" não é uma Constituição. É um amontoado de Leis criado para causar confusão.
Grande parte dos artigos terminam em: "a ser regulamentado em Lei Complementar".
E muitos deles, 25 anos depois, ainda nem foram regulamentados. E se fossem, causariam mais confusão ainda.
É só perceber o tanto de recursos legais que começaram a aparecer alegando inconstitucionalidade depois da promulgação dessa "constituição".
Existem por volta de 50.000 leis federais, mais as lei estaduais e as municipais que dobram (ou triplicam) esse número.
Qual cidadão consegue conviver com isso e ficar em sã consciência?
E quando eu falo em "cidadão" me refiro àquela pessoa que tenha um mínimo de estudo e que saiba quais são os seus direitos e deveres, pessoa muito difícil de encontrar neste País justamente porque é impossível para alguém sequer ler esse tanto absurdo de leis quanto mais saber o que deve ou não deve fazer.
Se nem um Juiz ou um Promotor ou um Advogado conseguem lidar com esse tanto absurdo de Leis, o que resta para o cidadão que não trabalha na área?
Sem falar nas tais Medidas Provisórias que nada mais são do que os Decretos de antanho, do tempo da chamada "ditadura".
Tecnicamente já vivemos em uma ditadura legalizada, porém, de modo velado, silencioso.
Além do que, o PT não veio para o rodízio democrático das eleições, que é o que caracteriza uma República. Veio para se perpetuar no poder.
A chamada "ditadura militar" era assim também. A cada quatro ou seis anos mudava o Marechal Presidente.
E antes que alguém diga que eles não eram eleitos, eu respondo: que diferença isso faz num País onde as pessoas votam em pessoas e não em ideologias, em programas de governo. Num País onde as pessoas votam movidas pelo marketing de quem aparece mais na mídia. Votam em troca de 50 "pila".
Além do que, na época, foi o próprio povo quem pediu que os militares tomassem o poder, pois não aguentavam mais a roubalheira do governo João Goulart, governo este, diga-se de passagem, era da mesma ideologia dos que estão aí.
Grande parte dos artigos terminam em: "a ser regulamentado em Lei Complementar".
E muitos deles, 25 anos depois, ainda nem foram regulamentados. E se fossem, causariam mais confusão ainda.
É só perceber o tanto de recursos legais que começaram a aparecer alegando inconstitucionalidade depois da promulgação dessa "constituição".
Existem por volta de 50.000 leis federais, mais as lei estaduais e as municipais que dobram (ou triplicam) esse número.
Qual cidadão consegue conviver com isso e ficar em sã consciência?
E quando eu falo em "cidadão" me refiro àquela pessoa que tenha um mínimo de estudo e que saiba quais são os seus direitos e deveres, pessoa muito difícil de encontrar neste País justamente porque é impossível para alguém sequer ler esse tanto absurdo de leis quanto mais saber o que deve ou não deve fazer.
Se nem um Juiz ou um Promotor ou um Advogado conseguem lidar com esse tanto absurdo de Leis, o que resta para o cidadão que não trabalha na área?
Sem falar nas tais Medidas Provisórias que nada mais são do que os Decretos de antanho, do tempo da chamada "ditadura".
Tecnicamente já vivemos em uma ditadura legalizada, porém, de modo velado, silencioso.
Além do que, o PT não veio para o rodízio democrático das eleições, que é o que caracteriza uma República. Veio para se perpetuar no poder.
A chamada "ditadura militar" era assim também. A cada quatro ou seis anos mudava o Marechal Presidente.
E antes que alguém diga que eles não eram eleitos, eu respondo: que diferença isso faz num País onde as pessoas votam em pessoas e não em ideologias, em programas de governo. Num País onde as pessoas votam movidas pelo marketing de quem aparece mais na mídia. Votam em troca de 50 "pila".
Além do que, na época, foi o próprio povo quem pediu que os militares tomassem o poder, pois não aguentavam mais a roubalheira do governo João Goulart, governo este, diga-se de passagem, era da mesma ideologia dos que estão aí.