Abordagem exemplificada de orientação à objeto com PHP 5

Este artigo vem a complementar um outro que escrevi sobre orientação a objeto nos moldes do PHP4. Dessa vez venho trazendo o que houve de mudanças para o PHP5 com duas classes que exemplificam bem essas mudanças.

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Por: Evaldo Barbosa em 17/08/2006


Mudanças numa nova versão. O que ainda falta?



Visto que o PHP é uma das linguagens mais usadas para construção de sites no mundo, é indispensável que o mesmo evolua junto com o seu propósito que é de facilitar a vida do desenvolvedor. E nessa intenção de melhorar a vida de quem desenvolve a web (e sistemas intranet também) é que esse novo jeito de programar orientado a objeto torna-se cada vez mais interessante.

Cada modificação feita nas versões visando um melhor controle do código e o reaproveitamento do mesmo provoca um pensamento entusiasta sobre o futuro dessa linguagem, que se torna mais cada vez mais robusta, lembrando em horas o Java.

Mas o que ainda falta?

No meu entender, o que ainda falta é pouca coisa. Algo que já se encaminha é a criação de variáveis a partir de seus tipos pré-definidos, porém somente quando passamos objetos como parâmetro. É um começo e possivelmente um prenúncio do que vem por ai, acredito eu. Outra coisa que me interessaria muito se fosse criada seria o controle de eventos, fazendo com que a programação orientada a objeto se tornasse mais dinâmica, uma vez que se poderia disparar métodos em determinados momentos sem que tivéssemos que mexer uma linha de código das classes criadas, personalizando assim o trabalho de cada desenvolvedor.

Conclusão


Após passar por todos os tópicos do artigo e explanar sobre a sintaxe de criação das classes em PHP5, getters, setters, visibilidade, chego à conclusão de que não há realmente por quê não utilizar esse novo jeito de programar pra web, utilizando uma maneira mais profissional, controlada e organizada. O reaproveitamento de código propiciado com a orientação a objeto é indiscutível, sendo com a versão 4 ou 5 do PHP, e não há como fugir disso.

A WEB 2.0 está ai mostrando a cara e não podemos ficar para trás. A usabilidade e o reaproveitamento são 2 dos pontos tocados quando se fala desse novo conceito da rede e disso não podemos fugir, portanto, mãos à obra, olhos ao futuro que ele está a chegar. Bom estudo!

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Páginas do artigo
   1. Introdução
   2. Construtores e Destrutores, o que mudou?
   3. A filosofia dos 'getters' e dos 'setters'
   4. Construindo uma classe 'Pessoa'
   5. Derivando 'Funcionario' de 'Pessoa'
   6. Mudanças numa nova versão. O que ainda falta?
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Comentários
[1] Comentário enviado por removido em 18/08/2006 - 08:58h

Parabéns collapse pelo artigo bem explicado...
Acredito que ajudará iniciantes, e aqueles que ainda têm medo de migrar para o PHP5, a utillizarem cada vez mais essa versão...

E tomara que muita coisa melhore nas próximas versões do PHP. Como a manipulação de eventos (dito por você), e tipagem forte de atributos/métodos...

Uma outra funcionalidade que acho interessante seria a possibilidade de se criar propriedades, como o C# (DotNet).

Abraços,

[2] Comentário enviado por F4xl em 19/08/2006 - 01:07h

Muito bom o artigo, Evaldo!

Principalmente para quem está iniciando os estudos em PHP. Um comentário que eu gostaria de ler aqui é sobre como o PHP vai se comportar no mercado concorrendo com a plataforma .NET da Microsoft, uma vez que todos parecem querer migrar para ela.

Abraços a todos!

[3] Comentário enviado por evandrofisico em 19/08/2006 - 20:52h

Para fazer um destructor em php4 é necessária uma pequena gambiarra, colocando dentro da funcao constructor um register_shutdown_function(array(&$this, 'quit'))

onde quit é o nome da funcao a ser executada antes do fim do script

[4] Comentário enviado por rockedsonbr em 30/08/2006 - 11:43h

Muito bom....

Algumas dúvidas?
O método __destruct() tem q ser envocado após o uso da classe?

$myvar->__destruct();

Posso usar unset($myvar); isto já resolve???

Andei lendo alguns artigos e pessoas tem explicações diferentes... qual o mais indicado?

Abraço


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