Qual a eth é a de acesso externo?

13. Re: Qual a eth é a de acesso externo?

Natanael Henrique
n4t4n

(usa Arch Linux)

Enviado em 18/10/2011 - 21:13h

Sim mestre Silva. O objetivo era jogar a idéia pro pessoal, já que se não configurar manualmente nem fixar por dhcp os compartilhamentos se quebram. Valeu grande Silva.


  


14. Dever de casa

WGuedes
wguedes

(usa Ubuntu)

Enviado em 18/10/2011 - 23:06h

Olá, Galera e Grande Silva

Estou fazendo o dever de casa. Hoje, não sei de vou conseguir trazer as novidades, mas essa novela ainda não terminou. Se não der hoje, amanhã, estou aqui,sem falta, valeu?

Um abraço!
WGuedes


15. Concluindo o dever de casa

WGuedes
wguedes

(usa Ubuntu)

Enviado em 19/10/2011 - 21:18h

Caro Silva

Obrigado pelo elogio. Não chego a ser exatamente MUITO inteligente, mas sou esforçado. Com a genialidade dos FERAS VOL, combinada com a sua brilhante instrutoria, vou aos poucos realçando o meu brilho. Mas estou certo de que jamais ofuscará o dos nossos bravos linuxeres.

Só pra dar mais um lustro nesse meu brilho que ainda anda muito opaco, dá-me mais essa luz:
Como saber se o NFS não aceita mais a configuração no_root_squash?

Estou finalizando um reverificação dos procedimentos recomendados e já, já retorno, inclusive com a resposta à sua recomendação: "Certifique-se de que o servidor NFS não aceita mais a configuração no_root_squash."

Abraço,
WGuedes


16. Não leia!

WGuedes
wguedes

(usa Ubuntu)

Enviado em 20/10/2011 - 01:36h

Brother Silva
Acho que você não vai querer ler isto, mas mesmo assim, resolvi arriscar.
Tentei juntar os retalhos da nossa discussão. Não ficou muito pequena, mas acho que vale a pena conferir. Fiz isto pra tornar mais claras as coisas por aqui. Podia haver, como realmente havia, alguma coisa que tivesse passado despercebida por mim.

Como a cada vez que era preciso reiniciar os Ips se descompunham, para: micro 1 192,168,1,100 e micro 2 192,168,1,101, resolvi alterar as informações de cada um nos arquivos exports e fstab.
Nossa discussão começou aqui:

Em um micro com duas placas (on e off board), pretende-se configurar uma rede NFS. Como saber qual a interface (eth) é a que dá acesso externo? Desliga-se a placa de rede, uma por vez. Assim sabe-se qual é eth0 e qual é eth1, e com qual delas se está recebendo o acesso, mas pro NFS não faz diferença quantas placas estão conectadas. Afinal, cada uma pertence a uma faixa de endereço diferente, exemplo:

eth0 -> 192.168.1.0
eth1 -> 192.168.2.0
eth2 -> 192.168.3.0...etc...etc...

Montar o NFS no IP 192.168.2.1, com o IP 192.168.1.103, do outro computador, é impossível. Os dois computadores devem estar na mesma faixa de endereços IP: ou *.*.2.* ou *.*.1.*

O endereço IP de classe "C" divide-se em: AAA.BBB.CCC.DDD onde AAA.BBB.CCC identifica a rede e DDD -> identifica o PC na rede. É necessário consertar os endereços IP's, conectar os dois computadores e depois montar o compartilhamento.

Num modem da Net está ligado um roteador da cisco no qual estão conectados eth0 e eth1 do micro 1 e eth0 do micro 2 e, sob o comando ifconfig em cada uma das máquinas, temos:
Micro 1
eth0  Link encap:Ethernet  Endereço de HW 70:71:bc:db:f4:3b
inet end.: 192.168.1.102 (Passou a ser 192.168.1.100) Bcast:192.168.1.255 Masc:255.255.255.0
endereço inet6: fe80::7271:bcff:fedb:f43b/64 Escopo:Link
UP BROADCAST RUNNING MULTICAST MTU:1500 Métrica:1
pacotes RX:66521 erros:0 descartados:0 excesso:0 quadro:0
Pacotes TX:52640 erros:0 descartados:0 excesso:0 portadora:0
colisões:0 txqueuelen:1000
RX bytes:78831905 (78.8 MB) TX bytes:5570558 (5.5 MB)
IRQ:20 Memória:fe500000-fe520000
eth1 Link encap:Ethernet Endereço de HW 14:d6:4d:50:97:7e
inet end.: 192.168.1.103 Bcast:192.168.1.255 Masc:255.255.255.0 (Foi extirpada)
endereço inet6: fe80::16d6:4dff:fe50:977e/64 Escopo:Link
UP BROADCAST RUNNING MULTICAST MTU:1500 Métrica:1
pacotes RX:368 erros:0 descartados:0 excesso:0 quadro:0
Pacotes TX:851 erros:0 descartados:0 excesso:0 portadora:0
colisões:0 txqueuelen:1000
RX bytes:64145 (64.1 KB) TX bytes:246674 (246.6 KB)
IRQ:18 Endereço de E/S:0xc000
lo Link encap:Loopback Local
inet end.: 127.0.0.1 Masc:255.0.0.0
endereço inet6: ::1/128 Escopo:Máquina
UP LOOPBACK RUNNING MTU:16436 Métrica:1
pacotes RX:532 erros:0 descartados:0 excesso:0 quadro:0
Pacotes TX:532 erros:0 descartados:0 excesso:0 portadora:0
colisões:0 txqueuelen:0
RX bytes:189734 (189.7 KB) TX bytes:189734 (189.7 KB)

Micro 2
eth0  Link encap:Ethernet  Endereço de HW 00:13:74:00:5c:38  
inet end.: 192.168.1.100 (Passou a ser 192.168.1.101) Bcast:192.168.1.255 Masc:255.255.255.0
endereço inet6: fe80::213:74ff:fe00:5c38/64 Escopo:Link
UP BROADCAST RUNNING MULTICAST MTU:1500 Métrica:1
pacotes RX:2640 erros:0 descartados:0 excesso:0 quadro:0
Pacotes TX:1963 erros:0 descartados:0 excesso:0 portadora:1
colisões:0 txqueuelen:1000
RX bytes:1583756 (1.5 MB) TX bytes:328078 (328.0 KB)
Memória:dffc0000-e0000000
lo Link encap:Loopback Local
inet end.: 127.0.0.1 Masc:255.0.0.0
endereço inet6: ::1/128 Escopo:Máquina
UP LOOPBACK RUNNING MTU:16436 Métrica:1
pacotes RX:0 erros:0 descartados:0 excesso:0 quadro:0
Pacotes TX:0 erros:0 descartados:0 excesso:0 portadora:0
colisões:0 txqueuelen:0
RX bytes:0 (0.0 B) TX bytes:0 (0.0 B)
wlan0 Link encap:Ethernet Endereço de HW 00:11:6b:44:34:40
UP BROADCAST MULTICAST MTU:1500 Métrica:1
pacotes RX:0 erros:0 descartados:0 excesso:0 quadro:0
Pacotes TX:0 erros:0 descartados:0 excesso:0 portadora:0
colisões:0 txqueuelen:1000
RX bytes:0 (0.0 B) TX bytes:0 (0.0 B)


Esse roteador distribui endereços IP por dhcp, pois suas interfaces eth0 e eth1 têm endereços de mesma rede, sequenciais, ou seja:

micro1 -> (eth0)192.168.1.102 e (eth1)192.168.1.103
micro2 -> (eth0)192.168.1.100

Basta apenas uma interface. Se desconectarmos a rede eth1 do roteador e deixarmos somente a eth0, vamos poder montar o NFS assim:
(micro1)-eth0-192.168.1.100<------> 192.168.1.101-eth0-(micro2)

EXEMPLO DE CONFIGURAÇÃO
Imagine que o micro 1 esteja com o servidor NFS compartilhando /dados.

O exports ficaria assim: /dados 192.168.1.101(rw,sync,no_root_squash). Este IP é do micro 2. (feito)
Já o cliente, o micro2, põe-se no /etc/fstab:
#192.168.1.100:/dados /media/dados nfs rw,bg,tcp,rsize=32768,wsize=32768,soft,nointr,nolock,noac,timeo=600,user,noauto 0 0 (feito)

Estas duas linhas em negrito estão, no /fstab, em uma única linha. O (feito) é só pra informar que esse procedimento foi executado como determinado. Não foi digitado no /fstab.

Com esta configuração montamos o NFS como usuário comum. Certifique-se de que o servidor NFS não aceita mais a configuração no_root_squash.

No cliente instalamos o pacote nfs-common, que vai puxar uma série de dependências para que o compartilhamento funcione (feito). Certifique-se de que o instalou e de que está ativo.(Está instalado. Como saber se está ativo?) Não esqueça de criar as pastas /media/dados e /dados

Agora temos: micro1 -> (eth0)192.168.1.103 e micro2 -> (eth0)192.168.1.100 (feito)
Uma interface de rede está "ativa" quando está pronta pra uso, faltando apenas conectar e pode ser vista com o comando ifconfig. Quando uma interface está "inativa" ela não aparece com o ifconfig.

Então concluímos que uma placa pode estar:

desconectada e ativa;
desconectada e inativa;
conectada e inativa.

Como a placa recebe seu IP por dhcp do roteador cisco, não adianta mudar o IP no PC. A mudança tem de ser feita diretamente no roteador!

Executados os comandos ~$ sudo mkdir -p /root/.local/share e ~$ sudo gedit /etc/exports.
Lá no exports não havia nada. Agora, só há /dados 192.168.1.101(rw,sync,no_root_squash).

~$ ifconfig
eth0 Link encap:Ethernet Endereço de HW 14:d6:4d:50:97:7e
inet end.: 192.168.1.100 Bcast:192.168.1.255 Masc:255.255.255.0

eth1 Link encap:Ethernet Endereço de HW 70:71:bc:db:f4:3b
UP BROADCAST MULTICAST MTU:1500 Métrica:1


A eth1 está ativa, mas desconectada. É assim mesmo... Isso é o esperado.

Abra o /etc/exports (micro1) com o nano: $ sudo nano /etc/exports e deixe o conteúdo assim:

/dados 192.168.1.101(rw,sync,no_root_squash)

onde: /dados - diretório compartilhado no micro1 (Ao tentar compartilhar /dados, que é uma pasta no Sistema de Arquivos, o sistema informou que o pacote de compartilhamento não estava instalado e perguntou se era pra instalar. Autorizada a instalação, o sistema informou que instalaria o Samba, o que foi autorizado. Ao final, avisou que era necessário reiniciar a seção.)

192.168.1.101 - IP do pc que vai montar o NFS, o micro2

(rw,sync,no_root_squash) - regras de compartilhamento

No micro2, com IP 192.168.1.101, deixa assim, no /etc/fstab:
# NFS 192.168.1.100
192.168.1.100:/dados /media/dados nfs rw,bg,tcp,rsize=32768,wsize=32768,soft,nointr,nolock,noac,timeo=600,user,noauto 0 0
Coloque o IP do computador onde está a pasta /dados (no micro 1), com IP 192.168.1.100.
Colocar o IP do computador (de qual o computador, o cliente?)
Colocar na pasta /dados do micro 1 ou onde está a pasta /dados do micro 1. A pasta /dados do micro 1, aliás a de cada micro, está em Sistema de Arquivos (uma) e em /media (a outra). É pra colocar em SA ou em /media?

Não esqueça de que o micro2 vai montar o NFS. Instale o nfs-common:
$ sudo apt-get install nfs-common, senão, não monta.

Não esqueça de criar os diretórios /dados e /media/dados. (já foi)
O fstab ficou assim:

# /etc/fstab: static file system information.
#
# Use 'blkid' to print the universally unique identifier for a
# device; this may be used with UUID= as a more robust way to name devices
# that works even if disks are added and removed. See fstab(5).
#
# <file system> <mount point> <type> <options> <dump> <pass>
proc /proc proc nodev,noexec,nosuid 0 0
# / was on /dev/sda1 during installation
UUID=5e8d11ff-c9cb-4f9c-bd0e-105ab3a39cab / ext4 errors=remount-ro 0 1
# swap was on /dev/sda5 during installation
UUID=46d7ebc5-b2b7-44f8-90d2-3194dd02ebae none swap sw 0 0
/dev/fd0 /media/floppy0 auto rw,user,noauto,exec,utf8 0 0


# NFS 192.168.1.100
192.168.1.100:/dados /media/dados nfs rw,bg,tcp,rsize=32768,wsize=32768,soft,nointr,nolock,noac,timeo=600,user,noauto 0 0
Comandado ~$ sudo apt-get install nfs-common, a instalção foi concluída com sucesso.
Criados o /media/dados e o /dados.
Abra o /etc/exports (micro1) com o nano: $ sudo nano /etc/exports e deixe o conteúdo assim: /dados 192.168.1.101(rw,sync,no_root_squash), onde: /dados - diretório compartilhado no micro1
192.168.1.101 - IP do pc que vai montar o NFS, o micro2: (rw,sync,no_root_squash) - regras de compartilhamento.

No micro2, com IP 192.168.1.100, vc deixa assim no /etc/fstab:
# NFS 192.168.1.100
192.168.1.100:/dados /media/dados nfs
rw,bg,tcp,rsize=32768,wsize=32768,soft,nointr,nolock,noac,timeo=600,user,noauto 0 0

Veja que você vai colocar o IP do computador onde está a pasta /dados, no micro 1, com IP 192.168.1.100.

Faça: $ sudo mkdir -p /root/.local/share. (feito)

Use o editor de texto "nano" no terminal que ele salva o exports como exports mesmo, arquivo-texto comum. Deixe-o como mostrado acima. Depois é só abrir o nautilus no cliente que o NFS vai estar no lado esquerdo.

Checando:

Micro 1 = Eth0 192.168.1.100
$ sudo mkdir -p /root/.local/share = o share está lá e o /recently-used.xbel está dentro do share;
$ sudo nano /etc/exports = /dados 192.168.1.101(rw,sync,no_root_squash)

Micro 2 = Eth0 192.168.1.101
fstab = 192.168.1.100
nfs-common = instalado

O NFS não está no Nautilus, o gerenciador de arquivos. Só tem um “Navegar na rede”, no qual um clic faz surgir, do lado direito, a “Redes Windows”.

Um clic em “Rede Windows” e, no canto inferior direito da janela, aparece [“Rede windows” selecionado (0byte)]; dois cliques e aparece uma caixa dizendo “Não foi possível montar a localização” “Falha ao recuperar a lista de compartilhamento do servidor”.

Aparentemente não está faltando nada, mas antes de conferirmos quero que me satisfaça uma última dúvida:
micro1 -> IP 192.168.1.103 -> servidor NFS compartilhando /dados???
micro2 -> IP 192.168.1.100 -> cliente que vai montar /media/dados???
onde:
micro1 - servidor - exports com "/dados 192.168.1.100(rw,sync,no_root_squash)"
micro2 - cliente - fstab com aquela linha grandona montando 192.168.2.103 (IP servidor)

A tentativa de compartilhar a pasta dados do Sistema de Arquivos (ou a outra) dá essa mensagem de erro:
"compartilhamento de rede de usuário" retornou erro 255: net usershare add: cannot share path /dados (ou /media/dados) as we are restricted to only sharing directories we own.
Ask the administrator to add the line "usershare owner only = false"
to the [global] section of the smb.conf to allow this.

Inseri a linha "usershare owner only = false" na seção Global do arquivo smb.conf, mas continua acontecendo a tal mensagem de erro.

Aparentemente tudo bem, tudo certo. Basta conectar os dois computadores na rede, esperar uns 3 minutos, que o servidor NFS vai ser enxergado.

No Nautilus, o gerenciador de arquivos, no lado esquerdo, aparece uma pasta com o nome NFS maiúsculo. Veja a imagem: http://va.mu/Iox0

No canto esquerdo do nautilus vai aparecer uma pasta chamada NFS. Na foto acima não tem mas fica no lado esquerdo, perto do "Browse network".

Se escrito no /etc/fstab como indicado, vai vê-lo.

Não se esqueça de que no servidor NFS (micro1) deve ser instalado o servidor NFS assim(e vão ser instalados também todas as dependências): $ sudo apt-get install nfs-kernel-server

É só clicar no NFS, no nautilus, que ele monta automaticamente sem precisar de terminal.

Veja o IP externo com o comando ifconfig, ou tire o cabo de rede, refrente à conexao externa e digite mii-tool. Isto mostra qual a placa que esta desconectada.

Os endereços ip's são distribuídos pelo servidor dhcp do roteador. Não adianta reconfigurá-los manualmente que o próprio servidor dhcp faz voltar ao que era antes.

Pode-se configurar o servidor dhcp do roteador para distribuir endereços IP's fixos de acordo com o endereço MAC de cada computador. Assim, distribui sempre o mesmo IP para um pc e assim os compartilhamentos não se quebram.

Em micro-redes de até 5 pcs, pode-se desligar o servidor dhcp do roteador e configurar os computadores manualmente, mas não é muito prático, principalmente quando se pode contar com o recurso de ip fixo por dhcp.

Sob o comando sudo apt-get install nfs-kernel-server, a instalação foi executada e, ao final, o sistema indaga se deve substituir o sistema instalado anteriormente por este que é mais atual e informa que o anterior foi alterado ontem (17/10/2011).

Uma das opções da lista era comparar os dois e mostrou o que segue abaixo:
Diferenças entre as versões linha por linha
  &#9474;                                                                             
&#9474; --- /etc/exports 2011-10-17 23:19:13.486752298 -0200
&#9474; +++ /usr/share/nfs-kernel-server/conffiles/etc.exports 2011-07-14
&#9474; 18:05:52.000000000 -0300
&#9474; @@ -1,2 +1,10 @@
-/dados 192.168.1.100(rw,sync,no_root_squash)
&#9474; -
&#9474; +# /etc/exports: the access control list for filesystems which may be
&#9474; exported
&#9474; +# to NFS clients. See exports(5).
&#9474; +#
&#9474; +# Example for NFSv2 and NFSv3:
&#9474; +# /srv/homes hostname1(rw,sync,no_subtree_check)
&#9474; hostname2(ro,sync,no_subtree_check)
&#9474; +#
&#9474; +# Example for NFSv4:
&#9474; +# /srv/nfs4 gss/krb5i(rw,sync,fsid=0,crossmnt,no_subtree_check)
&#9474; +# /srv/nfs4/homes gss/krb5i(rw,sync,no_subtree_check)
&#9474; +#


Na tentativa de fechar o diálogo, foi pressionado o botão “esc” e não se sabe o que o sistema fez: se substituiu ou não.

Deve ter alguma coisa aqui que ficou pra depois. É que já tarde preciso trabalhar daqui há pouco, valeu?

Abraço,
WGuedes



17. Nfs

yros aguiar
yros

(usa Slackware)

Enviado em 20/10/2011 - 02:14h

Meu querido, com as duas placas na mesma rede vc nao vai conseguir definir por qual placa sera o acesso a internet, pois as duas placas estao na mesma rede do gateway, ou vc cria um ip virtual de uma rede diferente nos dois micros, ou vc deixa na mesma rede os dois e cria um ip virtual da mesma rede com uma mascara /30. Se as duas placas estiverem no mesmo enlace. Se estiverem em enlaces fisicos diferentes vc deve colocar outro ip em uma das placas pois se nao tera problemas de conectividade, pois o micro nao sabera por qual placa de rede enviar o pacote. Se a necessidade eh so montar o nfs entre estes dois micros a melhor ideia seria uma rede diferente cm mascara /30. pois esta rede nao seria afetada pelo trafego da outra rede.

Ex: micro 1 - 192.168.8.1 mascara 255.255.255.252

Micro 2 se tiver apenas uma placa de rede, crie um ip virtual: ifconfig eth0:1 192.168.8.2 mascara 255.255.255.252

Assim o micro 2 estara com o nfs montado, e o micro 1 tera uma interface somente pra servir a este nfs.

Nao tendo impacto de broadcasts gerados pela sua rede principal.


18. Tiro ou deixo?

WGuedes
wguedes

(usa Ubuntu)

Enviado em 20/10/2011 - 21:36h

Valeu, VROS

Vou experimentar sua dica. Depois informo sobre o resultado, valeu? Obrigado mesmo!

Silva

Como já dito, instalei o Samba porque, na hora de compartilhar a pasta Dados, o sistema informou que o sujeito não estava instalado e preguntou se eu queria instalar. Entendi que isto seria necessário e mandei bala, apesar de já estar desconfiado de que o Samba visa conectar rede entre Windows e Linux. E agora, desinstalo o Samba? Como faço isto?

Valeu pela dica do Morimoto. É muito interessante. É possível que até já tenha passado por ela e como não menciona Ubuntu, apenas Mandriva, Red Hat e Debian achei que não serviria para o meu caso. Sabe como é leigo, né? Hoje já sei que Ubuntu deriva do Debian (deriva, mesmo?) e vou começar a tentar o enlace entre os dois moleques que estão ansiosos por uma conexão.

E quanto a "Certifique-se de que o servidor NFS não aceita mais a configuração no_root_squash."?

Tô na área, aguardando seu posicionamento sobre desinstalar ou não o Samba e como fazê-lo.

Gratíssimo,
WGuedes


19. Re: Qual a eth é a de acesso externo?

Natanael Henrique
n4t4n

(usa Arch Linux)

Enviado em 21/10/2011 - 13:33h

wguedes escreveu:

[...]quase um livro sobre redes[...]



WGuedes você é disposto em? Estudioso e escritor. rsrs

Brincadeira. Não leve a mal, mas do jeito que você escreveu qualquer um temeria ler.

Uma dica para você e novos usuários é evitar escrever tanto assim em um post, mas caso seja necessário sempre separe os parágrafos por um espaço, assim a gente não vê uma guerra de formigas e tem mais ânimo pra ler de parágrafo por parágrafo.

Tentei ajeitar seu texto e veja como ficou bem mais didático.

Outra dica é colocar os resultados de comandos dentro das tags [ code] [ /code] (sem os espaços), pois ela mantém a formatação do texto e facilita pra quem lê pois vemos logo que se trata do resultado de um comando e já vamos direto em cima da informação.

Espero ter ajudado e boa sorte com o compartilhamento.

Abraço


20. Uma dupla da pesada

WGuedes
wguedes

(usa Ubuntu)

Enviado em 23/10/2011 - 13:16h

ACVSilva

Pois é, caro Silva, apesar de eu ter tido um período de 15 dias a meu dispor, devo confessar que não foi suficiente. O tempo não pára e isto nos impõe acelerar cada vez mais nossa correria.

O que importa é que estamos na luta e pra vencer (esta e muitas outras batalhas que virão), eu espero.

"Uma derivada do Debian........ ;-))"

Pronto, agora não tenho mais essa maldita dúvida. Valeu!

"..."Certifique-se de que o servidor NFS não aceita mais a configuração no_root_squash."?
Basta configurar o exports, parar e iniciar o nfs na mão, assim:

$ sudo service nfs-server stop
$ sudo service nfs-server start

se der erro com o no_root_squash vai aparecer erro no terminal.
PS.: eu não me lembro qual o nome do serviço pro NFS. Dá uma olhada no /etc/init.d. Botei "nfs-server" como exemplo."


Bem, fui ver no /etc /init e a conclusão é: ou o nome é muito diferente de nfs-server ou ele foi erradicado de /init.
Mesmo assim, inseri as duas linhas no exports. A questão agora é: o que significa "iniciar o nfs(...)" e ainda mais "na mão"?

Em se tratando de Linux, "na mão" (pra mim) significa digitar (ou seria dactilografar?), no terminal (ao invés de clicar numa interface gráfica) um comando que vai iniciar o nfs. Isto requer dominar diversos comandos, o que estou aprendendo, com satisfação.

Ganhei 50 ou perdi 20 pontos? Se ganhei 50, só falta descobrir qual é o comando. Repare que agora uso Ubuntu 11.10. Será que pode ter mudado o nome para, talvez... "sei lá, entende"?

"PS.: aplique o que o Morimoto falou. Dá certinho!"


Comecei ante-ontem, mas tive que abandonar a operação para problemas distantes de informática. Por isso a demora em em responder a vocês. Minhas desculpas. Assim que terminar de postar este, vou pra lá.

Ontem, inclui as duas primeiras linhas do Morimoto no exports e isto já fez aparecer o ícone do micro dois no lado direito do Nautilus ao clicar em "Rede", mas ao clicar no tal ícone, aparece outro, chamado "Print$". Clicando em "Print$", é solicitada a senha e surgem diversas pastas como "Collor", "IA64" etc. A pasta /dados, que compartilhamos no export (foi o que entendi), no início desta jornada, não aparece.

Viu como tô ficando sabido? Eu disse "Nautilus", ao invés de "Gerenciador de Arquivos". Acho que o Windows tá despregando de mim.

Meu Krd, pra você, por enquanto é só. Agora deixa eu dar uma palavrinha pro caríssimo N4t4n. Daqui há pouco digo-lhe mais alguma coisa sobre minhas peripécias informáticas. Mas tô no aguardo de comentários seus sobre o acima exposto.

Um abraço,
WGuedes

Natanael Henrique

[...]quase um livro sobre redes[...]

Um dia, hei de escrever um. Gostaria que fosse, sim, sobre Redes. Se o fizer, tenha certeza de que nos agradecimentos não vou esquecer de vocês que têm dado uma tremenda força.

"WGuedes você é disposto em? Estudioso e escritor. rsrs
Brincadeira. Não leve a mal, mas do jeito que você escreveu qualquer um temeria ler."


Repleto de razão, meu caro. Por isso mesmo pús no assunto "Não leia". Claro que era pra ler, mas se ele ficasse "pt" eu retrucaria com um "Eu avisei que não era pra ler!", sacou a jogada?

O que eu quis foi sintetizar nossa conversa, mas o texto original era muito grande, havia muita coisa repetida e, como já dito, o tempo não quis esperar eu terminar e, aí, embolou. Mas ele é valente; não se deixou intimidar por aquele pântano de letrinhas.

As repetições ilustram o empenho do "meu Guru" em compartilhar comigo um pouco da sua muita sabedoria, mas ilustra também a minha incompetência para alcançar e reter, de pronto, toda aquela informação. Não estou habituado com os jargões da área, conheço muito pouco de informática e menos ainda de Linux.

"(...) sempre separe os parágrafos por um espaço (...)."

Tenho feito isto. Inclusive aquele foi todo trabalhado no BrOffice3. Havia ainda muito a ser feito em termos de formatação.

Eu havia usado negrito - como você sugere - para os comandos e até algumas cores para destacar a correlação entre alguns termos e outros detalhes.

Tinha ficado bem melhor, mas ao colar o texto do BrOffice3 aqui no VOL, a formatação se perdeu. Como eu não queria prolongar mais a descortezia da demora na resposta, acabei cometendo o pecado de responder num texto pouco didático.

Tentei ajeitar seu texto e veja como ficou bem mais didático.

É, não reconheci meu texto e fiquei intrigado com como aconteceu aquilo. Figou muito bom. Foi você? Não sabia que é possível editar texto que não seja meu. Pode, mesmo? Aliás, não sei editar nem os meus textos aqui no VOL. Muito legal, obrigado! Melhorou muito!

Está lá a referência a duas linhas em negrito que não estão em negrito. Claro, você não poderia saber quais são. Mesmo assim valeu demais!

"Outra dica é colocar os resultados de comandos dentro das tags [ code] [ /code] (sem os espaços) (...)".

O que são tags [ code] [ /code]?

Eu vejo a galera daqui colar trechos em um retângulo amarelo, usar negrito etc. mas não encontro nenhum controle para isso, como pode? Como é que se faz isto?

"Espero ter ajudado e boa sorte com o compartilhamento."

Claro que ajudou! Ajudou bastante! Muito obrigado mesmo, pelas dicas.

Aí, tá vendo? Não vou poder dar sequencia à operação agora: acabo de receber uma ligação cobrando minha presença no aniversário de um sobrinho. Não dá pra não ir. Esse rolo vai ter que ficar pra depois.

Abraço
WGuedes


21. Re: Qual a eth é a de acesso externo?

Natanael Henrique
n4t4n

(usa Arch Linux)

Enviado em 25/10/2011 - 12:34h

wguedes escreveu:


Tenho feito isto. Inclusive aquele foi todo trabalhado no BrOffice3. Havia ainda muito a ser feito em termos de formatação.

Eu havia usado negrito - como você sugere - para os comandos e até algumas cores para destacar a correlação entre alguns termos e outros detalhes.

Tinha ficado bem melhor, mas ao colar o texto do BrOffice3 aqui no VOL, a formatação se perdeu. Como eu não queria prolongar mais a descortezia da demora na resposta, acabei cometendo o pecado de responder num texto pouco didático.


A formatação feita nos programas realmente é perdida quando se cola aqui, então o jeito é digitar o texto e depois que colar aqui formatar com as tags.
Eu prefiro digitar tudo aqui, o inconveniente disso é que caso ocorra uma interrupção de energia tudo se perde. No meu caso uso um notebook então não me preocupo com isso.

Tentei ajeitar seu texto e veja como ficou bem mais didático.
É, não reconheci meu texto e fiquei intrigado com como aconteceu aquilo. Figou muito bom. Foi você? Não sabia que é possível editar texto que não seja meu. Pode, mesmo? Aliás, não sei editar nem os meus textos aqui no VOL. Muito legal, obrigado! Melhorou muito!


Você consegue editar qualquer post seu e até mesmo deletá-los, contanto que esteja logado no site.

Somente os moderadores do fórum podem modificar os posts de outros membros. Cada membro pode modificar e deletar apenas os próprios posts.

Em todo post seu você observa ao final do texto, dois ícones no canto direito. O do caderno com o lápis serve para editar seu texto e o da lixeira serve para apagar aquela postagem.

É importante salientar que quando você edita um post as pessoas que participam daquele tópico não são notificadas e portanto não sabem que você modificou alguma coisa, então use somente para corrigir erros gramaticais ou de formatação (como foi o caso), para continuar com o tópico continue postando o tópico.


"Outra dica é colocar os resultados de comandos dentro das tags [ code] [ /code] (sem os espaços) (...)".
O que são tags [ code] [ /code]?

Eu vejo a galera daqui colar trechos em um retângulo amarelo, usar negrito etc. mas não encontro nenhum controle para isso, como pode? Como é que se faz isto?


As tags são comandos que passamos ao (no caso aqui) navegador e digita-se junto com o texto.

As tags code são usadas para identificar códigos usados em linguagem de programação como o shell script. Apesar de não ser própria para isso eu a uso para mostrar um arquivo de configuração ou uma opção dele, pois ele mantém a formatação e fica tudo bonitinho parecido com o que aparece na tela.

Os retângulos amarelos são criados com [ quote]Texto quotado[ /quote] e servem justamente para indicar a postagem de outra pessoa e não a sua.

Para negrito e itálico use: [ b]negrito aqui[ /b] e [ i]tálico aqui[ /i], sem os espaços entre os colchetes.






01 02



Patrocínio

Site hospedado pelo provedor RedeHost.
Linux banner
Linux banner

Destaques

Artigos

Dicas

Tópicos

Top 10 do mês

Scripts