Scripts sugeridos

PJEOffice - Baixa automaticamente última versão do CNJ (Conselho Nacional de Justi&cce

Repositorio Nacional do Conselho de Justiça criou uma nova versao PjeOffice para Processo eletronico PJE. Link oficial do repositório dá muitas instrucões compiladas na internet sem muita efetvidade. Mas este script é funcional, simples e testado. Para rodar script com código abaixo. Detalhe importante: para evocar, o administrador não foi cuidadoso com nomes dos arquivos e mudou ... vou fazer artigo para simplificar uso do PjeOffice, mas para chamar Pje precisa fazer o seguinte: no Diretório que vc rodou script cd pje-office e digite ./pjeOffice.sh Sim o administrador do CNJ mudou letrinhas maiúsculas do diretório e do programa intencionalmente, mas funcina.

Por: Marcos Moraes


MoonScript - Agenda telefônica semifuncional em 101 linhas

O MoonScript é uma "linguagem" de programação, que faz cross-compile (ou seja, traduz seu código) para Lua (sim, a linguagem brasileira, usada no WoW). Porém, uma maneira de descrevê-la melhor é uma linguagem que faz algo como o CoffeeScript faz com o JavaScript. Para testar a funcionalidade da linguagem, a testei fazendo uma mini-agenda-telefônica (quebrada, só adiciona contatos...) para ver se ela é "boa mesmo", e rendeu em surpreendentes 101 linhas um programa funcional. Ah, só mais uma coisa. Olhe a TreeView. Quem já programou em GTK sem o Builder, e usou TreeViews, alguma vez ficará boquiaberto.

Por: Ramon


Octave - Decomposição LU

Em álgebra linear, a decomposição LU é uma forma de fatoração de uma matriz A não singular como o produto de uma matriz triangular inferior L e uma matriz triangular superior U, isto é A=LU. Às vezes se deve pré-multiplicar a matriz a ser decomposta por uma matriz de permutação. Esta decomposição se usa em análise numérica para resolver sistemas de equações (mais eficientemente) ou encontrar as matrizes inversas.

Por: Daniel Moreira dos Santos


Adicionar proxy no Internet Explorer na inicialização

Caros, após um período de pesquisa consegui criar este script que na inicialização adiciona configurações de proxy, sites locais e marca a opção de não utilizar proxy para endereços locais. Em redes com domínio é possível realizar o procedimento via G.P.O. Como a necessidade era outra e utilizo o Squid 3 como proxy, segue a dica caso alguém precise. A receita é a seguinte: Abra um bloco de notas, copie e cole o conteúdo do script abaixo, faça as alterações de acordo com o que precisem. Em opções de salvar, salve como "nome_que_quiser.vbs" (com a extensão VBS). Altere o logon.bat de seu domínio ou máquina cliente. Coloquei para abrir o script após terminar de mapear as pastas da rede. Exemplo: net use f: \\servidor\pasta /y \\servidor\netlogon\scriproxy.vbs O usuário não tem interação e as configurações não precisam ser feitas máquina a máquina, visto que algumas redes possuem várias estações e etc. Valeu.

Por: Ronaldo Esposito Sales


Crivo de Eratóstenes Simples em Fortran 95

Para compilar, use: "gfortran sieve001.f95 -o sieve001", igual GNU Pascal e GCC Particularidades desta linguagem: - Início e fim de blocos demarcados por palavras, lembrando Pascal; - Cláusula "Program" ao início do programa semelhante a Pascal; - Declaração de variáveis no início do código, como em Pascal. - Arrays podem ser bem flexíveis ao serem dimensionados; - Usam-se parêntesis para determinar elementos de um array; - A simples declaração "LISTAGEM(:)=12345" preenche todos os elementos do array LISTAGEM com o mesmo valor. - Cláusula de fim de blocos terminam geralmente com a seguinte estrutura: "END" + "Comando titular do bloco" + "Identificador criador pelo programador". Exemplos: END DO, END IF, END PROGRAM XXXXXXX, END FUNCTION XXXXXXX; - Comentários são declarados após um ponto de exclamação; - Operadores lógicos são identificados por palavras abreviadas entre pontos (.OP.). Exemplos: .AND. .OR. .NOT. Provavelmente foi daí que veio .AND., .T. .F. do Dbase, Clipper etc.; - Originalmente "maior que (>)", "menor que (<)", "maior ou igual que (>=)", "menor ou igual que (<=)" etc em Fortran escreviam-se igual ao que se usa hoje em Bash Script ou no comando test: * Maior que: .GT. (Greater Than). Em Bash: -gt * Menor que: .GT. (Less Than). Em Bash: -lt * Maior ou igual que:: .GE. (Greater or Equal Than). Em Bash: -ge * Menor ou igual que:: .LE. (Less or Equal Than). Em Bash: -ge * Igual a: .EQ. (Equal). Em Bash -eq * Diferente de: .NE. (Not Equal). Em Bash -ne Usados dentro de colchetes em scripts em comandos "if/elif" e "while", por exemplo. - Atualmente os operadores simbólicos consagrados do tipo ">" para a omparação "maior que" podem ser usados em lugar das letras e pontos. No script fica como exemplificado. - Formatação de entrada/saída de strings e números, são mais complicadas que em C. São feitas com uma variável de string pré-declarada ou com um comando chamado "FORMAT", podendo até ter um número de linha de código (label) para identificá-lo. FORMAT lembra um comando chamado "PICTURE" do Clipper/XBase; - Impressão de término de linha ('\n' em C) no comando Write pode ser cancelada com a incomum declaração "Advance='no'"; - Cláusula "PARAMETER" pode definir constantes; - Strings são definidas por uma notação semelhante a uma multiplicação de um tipo de dado (Character) por um valor. Exemplo: Character*5. - Não existe operador para resto de divisão (módulo, sinal de porcentagem "%" em C), sendo necessário o uso de uma função já implementada na linguagem (não aparece neste código). - Não encontrei operador de auto-incremento semelhante ao "duplo mais" em C. Fortran não é lacônico, conciso e simbólico quanto C, porém pode ser tão poderoso quanto. Existem algumas facilidades sintáticas que não devem ser subestimadas.

Por: Perfil removido





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