Samba (smb.conf)

smb.conf todo em português com exemplos

Categoria: Samba

Software: Samba

[ Hits: 23.809 ]

Por: Marcos Carraro


Previamente minha pasta está criada em /media/dados.

Para criar os usuários primeiro você deve criá-los no Linux:

# adduser beltrano

Ele irá solicitar uma senha, prossiga, alguns dados pessoais para o tal usuário serão solicitados.

Para deletar o usuário caso você tenha criado um errado:

# deluser fulano

Feito isso será necessário adicioná-los ao Samba.

Para adicionar o usuário ele irá solicitar a senha assim que executado o comando:

# smbpasswd -a fulano

Para remover o usuário:

# smbpasswd -x beltrano

Reiniciar o Samba:

# /etc/inid.d/smbd restart

Agora é só correr para o abraço.

[]'s
Marcos Carraro


 [global]

    #   A Seção [global] significa que a configuração especificada abaixo,

    # aplicam-se ao servidor ou são gerais. Enfim é a base para o funcionamento

    # do samba

    

    # Especifica a quantidade de memória do servidor SAMBA

    # quanto mais melhor, mas 10MB já é bastante

    # para umas 5 a 10 estações.

    ;shared mem size = 1048576

    

    # Nome o workgroup que as estações Windows irão apontar

    workgroup = INFRA
    

    # Para acessar o servidor, pode ser digitado um nome que voce colocar abaixo

    netbios name = marquinhos

   

    # Observação que irá aparecer sobre o computador, e caso a observação do

    # compartilhamento esteja vazio o compartilhamento usará essa observação.

    server string = Servidor de Testes Marquinhos | Ubuntu 10.04 

    

    # Especifica o tipo de servidor nmbd (Servidor de Nomes NetBIOS) que será

    # divulgado na rede. O padrão é igual a Windows NT. As opções válidas são

    # "NT", "NT Server", "NT Workstation", "Win95" ou "WfW" .  Exemplo:

    ; announce as = NT Server

    

    # O diretório-base dos logon scripts é o volume [netlogon]. No exemplo, se o

    # diretório de compartilhamento netlogon for igual a "/home/samba/netlogon",

    # o script do usuário "roberto" seria procurado em

    # /home/samba/netlogon/roberto.bat

    ;logon script = %U.bat

    

    

    # Este parâmetro define o conjunto de máquinas que podem acessar o servidor

    # samba. Pode-se utilizar o nome ou o endereço IP da máquina.

    #

    # É possível, por exemplo, restringir o acesso a somente uma sub-rede de

    # classe C, como em "allow hosts = 150.203.5.". Pode-se ainda usar o sub

    # parâmetro "EXCEPT" para excluir-se alguma(s) máquina(s), como por

    # exemplo:

    ;hosts allow = 150.203. EXCEPT 150.203.6.66 150.203.15.0/255.255.255.0

    # Abaixo abre acesso para lapland e somente hosts no nis com o grupo da net:

    # foonet

    hosts allow = 172.16.1.

    

    

    # Exatamente o oposto do parâmetro anterior, já que aqui podem ser

    # listadas todas as máquinas que não devem ter acesso aos serviços.

    ;hosts deny = 150.203.5. minha_máquina.domínio.com.br

    

    # Carrega a configuração das impressoras que estão

    # instaladas no servidor samba

    printcap name = /etc/printcap

    load printers = yes

    

    # Seleciona o tipo de impressão padrão, caso não funcione normalmente.

    # bsd, sysv, plp, lprng, aix, hpux, qnx

    ;   printing = bsd

    

    # Transforma todos os usuários que de algum modo foram indicados como

    # visitantes em usuário guest

    #  guest account = guest

    

    # Criará um arquivo de log para cada usuário. Ex. log.renato

    # É possível usar %m para obter logs por maquinas

    log file = /var/log/samba/log.%u

    

    # Tamanho máximo permitido para um log.

    max log size = 50

    

    # Nível do log, enquanto maior mais detalhes são mostrados. É recomendado

    # usar até 2 e o nível 0 representa nenhum.

    debug level = 1

    

    # Máquinas Windows tendem a travar de tempos em tempos. Este

    # parâmetro é utilizado para verificar o estado da conexão, a cada 20

    # segundos.

    keepalive = 20

    

    # Autenticação de usuários - Modalidade de segurança

    #

    # "security=share": Sem segurança. Todo e qualquer usuário será aceito. As

    # operações de arquivo e impressão serão executadas com as permissões do

    # usuário UNIX associado ao hóspede (guest account = ...). Se você escolher

    # essa modalidade, verifique se o usuário UNIX terá permissões suficientes

    # para acessar arquivos e, se for o caso, imprimir. Assim senhas de acesso

    # são solicitadas por recurso compartilhado e não por usuário. Ou seja cada

    # diretório ou impressora poderá ter uma senha única conhecida por todos os

    # usuários autorizados.

    #

    # "security=user": Segurança por usuário, local. A senha do usuário é

    # reduzida a letras minúsculas e confrontada com a senha UNIX. Essa

    # modalidade de segurança obriga que os usuários sejam cadastrados no Linux,

    # e suas senhas sejam atribuídas corretamente. As operações sobre arquivos e

    # de impressão serão feitas com a permissão do respectivo usuário UNIX.

    # Todavia, pode-se abrir aos hóspedes o acesso a determinados volumes ou

    # impressoras - para esses objetos, a segurança operará no estilo SHARE.

    #

    # "security=server": Segurança por usuário, remota. O Samba pega o nome de

    # usuário e a senha, e autentica junto a outro servidor, que poderá ser

    # outro Linux rodando Samba, ou um Windows NT. Apesar da autenticação ser

    # remota, ainda é necessário criar os usuários UNIX localmente em

    # determinados casos.

    #

    # "security=domain": Segurança por usuário, remota. Praticamente idêntica à

    # modalidade SERVER, porém convive com instalações mais complexas onde

    # existem computadores NT operando como PDCs (primary domain controllers)  e

    # BDCs (backup domain controllers). Nesse modo, mais de um servidor de

    # autenticação pode ser especificado na linha password server do arquivo de

    # configuração. (O suporte do Samba a domínios do NT ainda é incompleto e

    # deve estar pronto na versão 2.1; por ora, a modalidade DOMAIN não difere

    # muito da modalidade SERVER.)

    security = user

    

    # Quando tentarem efetuar um login, e o usuário ou a senha não sejam

    # válidos, será repassado para o usuário visitante: 

    # Onde são válidos: "Bad User" (mau usuário), "bad  password" (má senha)

    # ou "never" (não será repassado para o usuário visitante).

    # map to guest = never

    

    # Servidor de senhas, ou seja, o nome NetBIOS da máquina junto a qual

    # o Samba vai autenticar os usuários.

    ;password server = Senhs_server

    

    # Especifica o nome do servidor de usuários e senhas, quando especificado

    # security = server

    ;   password server = <NT-Server-Name>

    

    # Quando a senha não for válida tente 8 modos diferentes. Ex.: Para uma

    # senha ou usuário abcdefgh, tente 

    # abcdefgh Abcdefgh aBcdefgh ... ABCDEFGh ABCDEFGH

    ;  password level = 8

    ;  username level = 8

    

    # O Windows 98, bem como versões mais recentes do Windows NT Workstation,

    # transmitem senhas criptografadas no processo de autenticação. Como não é

    # possível usar o mesmo padrão de criptografia, é necessário executar o

    # programa smbpasswd para a criação de senhas criptografadas.

      encrypt passwords = yes

    #  smb passwd file = /etc/smbpasswd

    

    # É usado para sincronizar a alteração de senhas feitas no windows, para o

    # servidor linux.

    ;  unix password sync = Yes

    ;  passwd program = /usr/bin/passwd %u

    ;  passwd chat = *New*UNIX*password* %n\n *ReType*new*UNIX*password* %n\n *passwd:*all*authentication*tokens*updated*successfully*

    

    # Usuários UNIX não precisam necessariamente ter o mesmo nome dos

    # usuários NetBIOS. A tabela /etc/smbusers permite estabelecer

    # equivalências entre nomes dessemelhantes.

    ;  username map = /etc/smbusers

    

    # Esta opção é um tuning de performance.

    # Em muitos casos ela realmente melhora o desempenho.

    socket options = TCP_NODELAY SO_RCVBUF=8192 SO_SNDBUF=8192

    

    # É o tamanho do pacote de dados enviado para as

    # estações, normalmente é melhor deixar tudo com 16Kb

    # em se tratando de interfaces de rede tipo NE2000

    ;max xmit = 16384

    

    # Esta opção indicara para as máquinas da rede 192.168.2.255, que esta

    # máquina estará no grupo de trabalho CONECTIVA, além do grupo original.

    ;   remote announce = 192.168.2.255/CONECTIVA

    

    # Está opção vai anunciar para outra rede, que existe o workgroup remoto

    # e que pode ser acessado.

    ;   remote browse sync = 192.168.3.25 192.168.5.255

    

    #Navegador-mestre local (local master browser)

    # É um servidor onde são guardados os nomes das máquinas que existem na rede

    # windows.

    # Configure a seguinte opção como 'no' se você não quiser que o Samba

    # torne-se um mestre local. Do contrário, as regras normais de eleição

    # é que valerão. (ou seja, local master = yes NÃO garante que o Samba

    # seja o mestre local)

    local master = no

    

    # Nível do sistema operacional, que determina sua preferência em

    # tornar-se mestre local. Quanto maior o número, maior a chance de o

    # servidor tornar-se um mestre. O padrão do windows nt é 32. Evite colocar o

    # mesmo número que alguma máquina windows, pois a mesma não gosta de perder

    # eleições para máquinas linux que tenham o mesmo número.

    os level = 33

    

    ## Se a seguinte linha for configurada como 'yes', o Samba será o

    # navegador-mestre do DOMÍNIO. Não use esta opção se você já tem um

    # servidor NT que seja o PDC.

    ;   domain master = yes

    

    # Esta opção força uma eleição para mestre local quando o Samba é

    # acionado, e lhe dá uma pequena vantagem na disputa.

    #

    # NÃO habilite esta opção em mais de uma máquina, do contrário

    # os diversos 'preferred masters' vão ficar promovendo eleições

    # para mestre o tempo todo; isso causará tráfego inútil de rede

    # e pode prejudicar a qualidade das listas de navegação i.e. elas

    # poderão não conter todas as máquinas da rede e não ficará tão lento, se

    # tudo estiver configurado corretamente.

    preferred master = no

    

    # Use somente se existe um nt server em sua rede, configurado para ser o

    # primeiro domínio de controle

    ;   domain controller = <NT-Domain-Controller-SMBName>

    

    # Caso seja habilitado, tornará o linux um domínio de login, para estações

    # windows 95

    ;   domain logons = yes

    

    # sicroniza a data do sevidor para as estações.

    # interessante para ter controle sobre data/hora

    # de criação de arquivos e coisas do genero

    # E em sua máquina windows/dos digite para configurar a hora:

    # net time /set /yes

    ;time server = True

    

    

    # É a forma de como será procurada a máquina:

    # As opções são: "lmhosts", "host", "wins" e "bcast"

    # lmhosts - Tenta usar um arquivo de configuração do samba 

    # hosts - Tenta resolver o nome pelo ip, usando o /etc/hosts, o nis ou o dns

    # wins  - Procura o ip no servidor wins

    # bcast - Procura a máquina por Broadcast 

    #

    # É recomendável deixar sempre o bcast como último recurso, pois assim

    # pelo menos a rede local continuará funcionando se por acaso ficar

    # isolada das demais redes.

    #name resolve order = hosts

    

    #A comunicação inter-redes

    # wins grava as informações repassadas pelos servidores masters de cada rede

    # e possibilita que uma rede converse com outra

    # Ao retransmitir essas informações do mestre de domínio, o mestre obtem a

    # lista de servidores mestres do servidor wins, essa retransmissão demora

    # em média 15 minutos, e usa endereços ip.

    ;   wins support = yes

    

    # Indique aqui o IP do servidor WINS da instalação. Se o computador

    # for ele mesmo o servidor WINS (a linha 'wins support = yes' está

    # ativa), não use esta opção, pois do contrário o Samba acabará conectando

    # a si mesmo, recursivamente, e *travará*.

    ; wins server = 10.120.1.26

    

    # Se o nmbd responder às perguntas do nome da transmissão em nome de outras

    #máquinas. Você pode necessitar ajustar este a " sim " para alguns clientes mais velhos.

    ;   wins proxy = yes

    

    # Diz ao samba se é ou não para tentar resolver nomes netbios, através do

    # nslookup do DNS.

    dns proxy = no

    

    # Diz para o SAMBA preservar o nome do arquivo como foi enviado pela estacão

    preserve case = yes

    

    # Diz para o SAMBA interpretar minúsculas como

    # minúsculas.

    ;short preserve case = yes

    

    # Se a máquina possuir mais de uma placa de rede, é necessário estabelecer

    # em que interface(s) o Samba vai atuar. Note que isto NÃO é suficiente

    # para evitar conexões originárias de redes diferentes da(s)

    # especificada(s),

    # pois os soquetes UDP do Samba "ouvem" em todas as interfaces. Veja

    # a linha "hosts allow", mais acima, para configuração de segurança.

    #

    # No exemplo abaixo, a máquina tem 2 interfaces, cujos números IP e

    # netmasks estão bem óbvios.

    ;interfaces = 168.1.1.1/24 10.120.1.24/16

    

   

   

#Configurando compartilhamento para pastas#

[Marcos Carraro]

comment = Acesso restrito, somente Marcos tem acesso.

path = /media/marcos

valid users = marquinhos

admin users = marquinhos

public = yes

writable = yes

browseable = yes



[Publico]

comment = Publico

path = /media/publico

guest ok = yes

public = yes

writable = yes

browseable = yes



[Restrito]

comment = Teste

path = /media/dados/restrito

guest ok = yes

public = yes

writable = yes

browseable = yes



[Dados]

comment = Teste

path = /media/dados/dados

guest ok = yes

public = yes

writable = yes

browseable = yes
  


Comentários
[1] Comentário enviado por willcamarg em 08/09/2011 - 11:04h

Ola, Marcos! sou novo no ramo linux, faço minhas configuração baseadas nas que já estão prontas, estudo pra caramba pra tentar entender cada post
e como não tenho condições de fazer um curso recorro aos post's e a boa vontade dos amigos da web. Desde já peço que me ajude se for possivel numa duvida..
Fiz um servidor de arquivos simples, onde minha faixa de IP é 192.168.1.x e tenho outras maquinas com faixa de IP 192.168.0.x não consigo acessar a faixa de ip do server que é 192.168.1.1, como fazer essa comunicação?

[2] Comentário enviado por marcoscarraro em 08/09/2011 - 11:08h

Cara depende de muita coisa, eu acho que aqui não é o lugar correto para fazer a pergunta, visto que esta é somente a configuração do samba!

Estes ips, estão no mesmo gateway?
Quem distribui IPS?
Tem rotas?
Tem FW?

[3] Comentário enviado por Mc.Eagle em 09/07/2016 - 22:17h

Excelente! Vou guardar pra mim.

[4] Comentário enviado por kessy em 24/07/2019 - 09:18h

eu peguei esse pedaço

[Publico]
comment = Publico
path = /media/publico
guest ok = yes
public = yes
writable = yes
browseable = yes

ena hora que vou acessar no windows fala que eu nao tenho permição


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