O Ser e o Ter no Linux

Linux é um fato ou um acontecimento em nossas vidas? Qual a sua percepção desta filosofia de vida? Nunca pensou nisto? Leia mais...

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Por: kleos Johnni C Teles em 27/07/2006


O Ser e o Ter no Linux



Participando de um fórum nesta semana surgiu uma questão que causou ambiguidade e polêmica: O software aberto é mesmo aberto?

As argumentações postadas foram pertinentes e recheadas de significado. Mas, será que tiveram significância? Creio que este lado semântico deveria ser levado em conta. Pois aparentando similaridade divergem na essência do que realmente é e onde pretende-se chegar num aprofundamento de qualquer tema.

O que significa "aberto"?

Antes analisemos o que é significado: é o conteúdo semântico de um signo lingüístico, ou seja, o valor social atribuído às palavras, pessoas, objetos, papéis sociais etc em contextos específicos. Significância é o elemento atribuído de algum tipo de valor. Este valor é dado, de acordo com o sujeito que observa ou faz uso de tal elemento. Usando de sua subjetividade. o sujeito "carrega" o elemento ou objeto de uma carga afetiva, dando-lhe um valor a partir do seu ponto de vista {Wikipedia}.

Entendemos então que significado é igual a percepção aparente do objeto (fato), já significância traz consigo um valor agregado ao objeto (acontecimento). Por exemplo, a foto de uma senhora pode não ter muito valor para muitas pessoas, mas para os filhos, ela tem muita significância.

Retomando a discussão inicial: O que é mesmo software aberto? Seria a definição/conceituação usual de uma ideologia de liberdade de desenvolvimento e produção criada pela comunidade de Software livre? Aqui já entra outro debate, mas também pertinente : O SL é mesmo livre?

Qual a significância destes termos para você? Percebo que tenho minhas respostas (significância) e cada um dos leitores possuem as suas. O ponto é, conseguiremos chegar numa significância conjunta que faça do SL e do CA (código aberto) um acontecimento social, com todas as suas reais e benéficas aplicações/consequências? Ou nos reduziremos ao fato, a uma percepção rasa e individualista do tema? É bom pensar no assunto...

Kléos Johnni 26/05/06

   

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Comentários
[1] Comentário enviado por removido em 27/07/2006 - 18:17h

Ainda não surtei! =)

[2] Comentário enviado por removido em 27/07/2006 - 18:52h

ai ai

[3] Comentário enviado por User-kuruma em 27/07/2006 - 19:51h

Nossa, agora acabei de crer que sou um tatu mesmo. Acho que vou estudar filosofia.

[4] Comentário enviado por limasala em 27/07/2006 - 23:42h

vixi não funfei nada

[5] Comentário enviado por removido em 27/07/2006 - 23:46h

Nem vou surtar!

Abraços e Deus abençoe

[6] Comentário enviado por tenchi em 28/07/2006 - 01:31h

Ah, não entendi. Foi uma pergunta meio sem nexo nem anexo.... Na minha opinião, pra maioria dos usuários finais (não para o desenvolvedor) , não há muita diferença entre um 'free software' e um 'freeware'. Também há a falsa idéia de que livre quer dizer 'di grátis'. Você pode pagar por um 'Suse Intrerprises' ( que na verdade não é livre, mas eh linux) e baixar uma cópia do windows vista (BETA), ou do office 2007 (BETA), do próprio site da microsoft, e de graça. Inversão de papéis? Windows grátis e Linux pago? (será o fim dos tempos?). Pra ver como liberdade não tem preço.



[7] Comentário enviado por removido em 28/07/2006 - 01:40h

Tenchi, o SUSE Linux Enterprise (versão 10 recentemente lançada) é livre, exceto os plugins proprietários que vêm junto por comodidade (flash, java, etc). O que é cobrado é o suporte; sem pagar você pode atualizar o sistema por 60 dias, mas depois pode continuar usando normalmente, mas sem poder atualizar pelos servidores do SLED 10. Nada a ver a comparação com os betas da M$, afinal, quem pagaria para ser beta-tester de uma empresa beta até nos releases oficiais?

[8] Comentário enviado por FelipeAbella em 28/07/2006 - 08:13h

Eu tive que ler umas 3 vezes, mas acho que entendi o seu ponto de vista(ou eu posso estar surtando, mas é outra história...).

O fato é que Código aberto, tem tudo(teoricamente falando) que você precisa recompilar o programa, editar, e aprender com ele...(Início do surto)

Mas foi um acontecimento em minha vida, que representou liberdade e um novo aprendizado.(Surtei de vez)

Parabéns pelo artigo.

[9] Comentário enviado por JosuéDF em 28/07/2006 - 08:44h

muito polêmico esse assunto de SL e CA...

[10] Comentário enviado por fernandus em 28/07/2006 - 10:22h

Texto simples e acessível à comunidade, pois engendra conhecimento em uma área obliterada pelo desconhecimento de noçoes claras que separam e coadunam a significancia com o significado.
zezinho (4 anos)

[11] Comentário enviado por bosetti em 28/07/2006 - 10:24h

Ainda bem que não so tão inteligente assim =/

[12] Comentário enviado por philosopho em 28/07/2006 - 11:10h

Cara que viagem!!!!
Chegamos à conclusão que alguns continuarão usando Windows e outros usando Linux pelo simples fato da significância de cada um.
O fato é que a essência do linux não é pagar ou deixar de pagar algo a alguém e sim ter acesso a sua origem (fontes).
Parabéns pelo incentivo ao pensamento.

[13] Comentário enviado por marcelinhotux em 28/07/2006 - 11:43h

Meio confuso esse raciocínio hein???
pelo que eu entendi, ai vai minha opinião...
as pessoas as vezes confundem CÓDIGO ABERTO com DE GRAÇA e nem sempre é assim.
Código aberto é aquele que você pode olhar o código fonte e alterá-lo da maneira que desejar, mas citando a distribuição compilada.
A maioria das distribuições linux são de graça, mas também tem versões com mais utilitários que são pagas, ai fica a critério de cada um escolher o que é mais vantajoso para usar.
=]

[14] Comentário enviado por fdettoni em 28/07/2006 - 11:46h

Não querendo tirar o mérito do artigo, mas não consegui entender o objetivo. Acredito ter entendido o artigo em si e a discussão, mas não vejo razão alguma para ter sido publicado nesta área. Algumas criticas, espero que construtivas, em torno do texto.

- A linguagem utilizada não atingirá niguém além das pessoas que já pensam nisso o tempo todo, e como qualquer um, não consegue encontrar respostas. Se quer atingir as massas, escreva de modo que uma batata consiga ler e entender.

- Achei o artigo muito pobre, poderia ter enriquecido um pouco mais com opiniões encontradas, comparação entre opiniões diversas para ajudar o leitor a formar uma opinião própria.

Em relação ao assunto, eu particularmente acredito que tudo isso, código aberto, software livre, software aberto, etc, são apenas rótulos para filosofias diversas, e como não estamos falando de uma ciência exata e sim humana, cada um terá seu próprio ponto de vista. Cada ser deve seguir sua própria filosofia, sua própria índole, não apenas no software, mas em todos os aspectos da vida. Temos todo o avanço técnologico e cultural hoje porque o ser humano, geralmente, não tem a têndencia de seguir têndencias. Em relação a softwares e minha própria opinião, sempre vou desenvolver e utilizar softwares que esteja de acordo com o que eu acredito ser "correto", sejam eles softwares livres, proprietários, open source, ou não.
Acho que ao invés de querer entender a significancia de um rótulo, perdemos um tempo precioso que podemos utilizar difundindo ou melhorando este mesmo rótulo.

Para mim, rótulos são apenas rótulos, o importante é a essência. Não uso o linux por ser grátis ou por ser software livre, ou por ser código aberto. Uso pela liberdade que encontrei nele, a liberdade de ser quem eu sou sem ser obrigado a seguir padrões.

Acho que já falei besteiras demais. Meus parabéns pelo artigo, a estimulação do pensamento sempre é bem vinda.

[]'s

[15] Comentário enviado por sidereus em 28/07/2006 - 14:52h

Mais uma crítica...

Acho que deveria existir aqui no vol, uma seção de "pensamentos" onde seu "artigo" seria perfeitamente encaixado lá, pois eu, particularmente, não considero o que você escreveu de "artigo", embora, o tenha lido com muita estima.

Acreditando, de todo o meu entendimento, que você dedicou alguns instantes valiosos de seu tempo para especular sobre a liberdade de software e suas consqüências no âmbito da sociedade, valeu a iniciativa! É sinal de que ainda existem pessoas ligadas às ações humanitárias em meio a um mundo caótico onde o "ter" vale mais do que o "ser".

Um abraço!

Sidereus

[16] Comentário enviado por eisen em 28/07/2006 - 17:34h

Bom, agora é minha vez de falar. Acredito que o incentivo ao pensamento, por parte do amigo, é de muita valia. É sim uma questão polemica, onde pode-se haver varias interpretações, IMHO, esta questão de siglas, nomes e etc... é algo que merece uma atenção maior, pois nem sempre o que parece é. Gostaria de deixar aqui meus parabens ao coléga.
Porém gostaria de deixar também uma critica construtiva, como ja foi citado acima, pelos nobres companheiros, creio que sua reflaxão, sem demérito algum, não se encaixa na categoria "Artigos", e muito menos em um local onde, novamente IMHO, as pessoas esperam por conteudos técnicos. Concordo também no ponto onde se fala da linguagem a qual o artigo foi transcrito(tive que ler umas 3 vezes, hehehe), para mim(que não sei nem usar uma crase) textos onde se discutem questões de interesses comuns como esta, deveriam ser acessivel a toda a comunidade, pois nem todos os membros da comunidade são genios, a maioria são meros usuarios como eu.
Mesmo assim, deixo meus parabens ao amigo, pela contribuição, e pelo enriquecimento ao nosso vocabulario.
Abraços.

[17] Comentário enviado por alegrife em 29/07/2006 - 14:21h

Muito louco, mas gostei :))...

[18] Comentário enviado por sax0n_m0f0r em 30/07/2006 - 23:14h

bom, até onde minha pré-ignorancia nao chegou, acredito que software livre fica claro quando se mexe com ele eheheh

alias pra fazer a verdade essa pergunta foi mais o estilo "Tostines vende mais porque é fresquinho ou é fresquinho porque vende mais ?" ehehe

[19] Comentário enviado por sax0n_m0f0r em 30/07/2006 - 23:15h

E LINUX HOJE NAO É UM FATO, É UMA NECESSIDADE ;-)

[20] Comentário enviado por Evilrick em 31/07/2006 - 13:48h

Caro johnni, gostei muito da idéia do seu texto.
Concordo com o que o pessoal postou acima: Muitos possuem dificuldade em diferenciar a idéia do que é o software livre daquele "programinha-grátis-que-puxei-na-net". Há "software livre" que é pago, da mesma forma que há soft gratuito que não é livre.
Acredito que o termo livre (perdõem a repetição desse termo) seja aplicável ao SL (mesmo que o soft em questão não seja grátis) por permitir, através da divulgação de seus códigos-fonte, que qualquer um possa modificá-lo às suas próprias necessidades -- coisa que não ocorre com a grande maioria dos freewares para Windows cujos códigos são inacessíveis ao público em geral.

Imagino o sofrware livre como uma maneira de pensar e agir que te permita total liberdade de escolha, manipulação e etc. Algo que tem como requisito fundamental os programas de código aberto. Caso contrário, o que temos é apenas o soft 0800 (caso o mesmo não seja pago).

Putz, surtei :-P

Foi uma ótima idéia instigar a discussão.

[]s amigo, \o.

[21] Comentário enviado por removido em 15/08/2006 - 18:14h

.


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