Guia pós-instalação do Slackware - edição 2013
Neste artigo, aprenda a fazer as configurações essenciais para seu Slackware estar minimamente funcional após a instalação. Este guia foi escrito para o Slackware 14.0, mas serve para qualquer versão da distribuição que já tenha o slackpkg instalado.
Introdução
Slacker lcavalheiro apresentando-se ao serviço, senhores.
Hoje eu trago uma novidade não muito fresquinha, mas que vai ser uma mão na roda para todos aqueles interessados no Slackware Linux: um guia prático e conciso do que fazer no pós-instalação dessa distro.
Para quem conhece a "fera", o Slack é a única distro que, após a instalação, deixa o usuário com uma senhora cara de nádegas olhando para uma tela preta, esperando uma interface gráfica que não vai vir.
Isso acontece porque o runlevel padrão da distro é 3, que no padrão init.d (o mais Unix-like e estável, ao contrário do SystemV e outras firulas que inventaram no mundo GNU/Linux), corresponde ao modo texto puro!
Muitos novatos tremem de medo quando precisam abrir o terminal para configurar alguma coisinha boba, imagina sobreviver ao primeiro boot do Slackão...
Este artigo pretende ser um guia com relação às configurações que precisam ser feitas APÓS a instalação do Slack. Não vou ensinar como instalar nada, já tem um monte de artigo aqui no VOL ensinando isso.
* Lembre-se: está é uma configuração pós-instalação, não a instalação de programas adicionais.
Este artigo, como enunciei, não pretende ser nada original: o que vou escrever aqui é um simples compêndio de tudo que um slacker já tem decorado para fazer tão logo acabe de instalar a distro, então, googlando, você vai achar um pedaço dessas informações aqui, um pedaço dessas informações ali, e assim vai.
Decidi compilar minhas memórias como uma forma de me proteger contra o alemão, aquele tal de Alzheimer, e como uma forma de compartilhar com a galera tudo isso que o "lixão", que eu chamo de memória, acumulou com o tempo.
No decorrer deste artigo, irei supor que você fez uma instalação FULL do Slackware. Se você não fez uma instalação FULL, recomendo instalar pelo menos o pacote para localização pt_BR do KDE, vai ajudar muito mais pra frente.
Hoje eu trago uma novidade não muito fresquinha, mas que vai ser uma mão na roda para todos aqueles interessados no Slackware Linux: um guia prático e conciso do que fazer no pós-instalação dessa distro.
Para quem conhece a "fera", o Slack é a única distro que, após a instalação, deixa o usuário com uma senhora cara de nádegas olhando para uma tela preta, esperando uma interface gráfica que não vai vir.
Isso acontece porque o runlevel padrão da distro é 3, que no padrão init.d (o mais Unix-like e estável, ao contrário do SystemV e outras firulas que inventaram no mundo GNU/Linux), corresponde ao modo texto puro!
Muitos novatos tremem de medo quando precisam abrir o terminal para configurar alguma coisinha boba, imagina sobreviver ao primeiro boot do Slackão...
Este artigo pretende ser um guia com relação às configurações que precisam ser feitas APÓS a instalação do Slack. Não vou ensinar como instalar nada, já tem um monte de artigo aqui no VOL ensinando isso.
* Lembre-se: está é uma configuração pós-instalação, não a instalação de programas adicionais.
Este artigo, como enunciei, não pretende ser nada original: o que vou escrever aqui é um simples compêndio de tudo que um slacker já tem decorado para fazer tão logo acabe de instalar a distro, então, googlando, você vai achar um pedaço dessas informações aqui, um pedaço dessas informações ali, e assim vai.
Decidi compilar minhas memórias como uma forma de me proteger contra o alemão, aquele tal de Alzheimer, e como uma forma de compartilhar com a galera tudo isso que o "lixão", que eu chamo de memória, acumulou com o tempo.
No decorrer deste artigo, irei supor que você fez uma instalação FULL do Slackware. Se você não fez uma instalação FULL, recomendo instalar pelo menos o pacote para localização pt_BR do KDE, vai ajudar muito mais pra frente.