Gentoo - Instalação partindo de LiveCD/USB do Sabayon LXDE

Neste artigo pretendo mostrar uma maneira simples e prática de instalar o Gentoo. A instalação será feita usando um LiveCD, ou LiveUSB, do Sabayon LXDE.

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Por: Lucas da Silva Mariano Meneses em 03/05/2013


chroot / Kernel



Agora copie o arquivo "resolv.conf" para /mnt/gentoo/etc, faça assim:

sudo cp -f /etc/resolv.conf /mnt/gentoo/etc/resolv.conf

Crie o diretório "proc":

sudo mount -t proc none /mnt/gentoo/proc

E, finalmente, entre no sistema com o chroot:

sudo chroot /mnt/gentoo /bin/bash

Agora você está dentro do seu Gentoo, antes de começar a configurar algumas coisas, execute esses comandos:

# env-update
# source /etc/profile


Antes de prosseguir, é preciso configurar o arquivo /etc/portage/make.conf, pois nele estão as informações para as compilações do sistema.

Leia essa sessão do Handbook, para ter noção de como usar as USE Flags.

Pode, também, usar o meu "make.conf" como exemplo:
Se é a primeira vez que você está tendo contato com o Portage, recomendo deixar as USE Flags originais na variável USE por enquanto, depois você pode configurar a seu gosto.

Terminada a configuração do arquivo "make.conf", sincronize o Portage com o comando:

# emerge --sync

Agora vamos atualizar o sistema, para isso execute (e vá dar uma volta):

# emerge --update --deep --newuse world

Agora vamos compilar o nosso amado kernel. Se você não sabe compilar um kernel, pode querer ler:
Primeiro baixe os sources do kernel Gentoo, assim:

# emerge gentoo-sources

Depois, configure o kernel com os comandos:

# cd /usr/src/linux
# make menuconfig


Depois use esses:

# make bzImage
# make modules
# make modules_install
# cp arch/x86/boot/bzImage /boot/gentoo-<versão do seu kernel>
  #Por exemplo: gentoo-3.7.10-r1

Agora instale o GRUB:

# emerge grub

Se você não sabe como configurar o GRUB, use estes guias:

Se for GRUB Legacy: Ou, para o GRUB 2:

Algumas configurações

Use o comando abaixo para configurar o arquivo /etc/fstab:

# nano /etc/fstab

Pode usar o meu como exemplo, se quiser:
# See the manpage fstab(5) for more information.
#

#  <fs>    <mountpoint>   <type>   <opts>   <dump-freq pass-num>
# NOTE: If your BOOT partition is ReiserFS, add the notail option to opts.

#/dev/BOOT   /boot         ext2    noauto,noatime   1 2
/dev/sda1    /             ext4    noatime          0 1
/dev/sda2    none          swap    sw               0 0
/dev/cdrom   /mnt/cdrom    auto    noauto,ro        0 0
/dev/fd0     /mnt/floppy   auto    noauto           0 0
/dev/sda3    /home         ext4    noatime          0 2



Configure o nome do Host com o comando:

# nano /etc/conf.d/hostname

Configure o arquivo keymaps:

# nano -w /etc/conf.d/keymaps

Na linha:
keymap="us"

Troque para:

keymap="br-abnt2"


Ajuste o fuso horário para a sua região:

# cp /usr/share/zoneinfo/America/Sao_Paulo /etc/localtime

Crie uma senha para o usuário root:

# passwd

Crie um usuário para você:

# useradd -m -G users,video,audio,wheel -s /bin/bash <seu usuário>

Instale alguns pacotes importantes:

# emerge gentoolkit
# emerge dhcp
# emerge dhcpcd
# emerge wireless-tools
# emerge wpa_supplicant


Depois de tudo isso, desmonte os discos e reinicie.

Se tudo correu bem, você estará no seu belíssimo Gentoo. Agora é instalar o Xorg e a sua interface gráfica favorita.

Alguns guias sobre a instalação de DEs no Gentoo, podem ser vistos no link abaixo:
Gostaria de lembrar que esse foi apenas um pequeno tutorial, ainda falta muita informação. Mas essas informações adicionais podem ser obtidas no Handbook do Gentoo em inglês, e mesmo em português, pois, apesar da documentação em português não ser mais mantida, ainda existe algumas coisas nela que são válidas.

Handbook, em inglês: Documentos para a instalação do Gentoo:
Bem, é isso.
Espero ter ajudado, boa sorte! Até a próxima.

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Páginas do artigo
   1. Download: ISO / Stage e Portage Gentoo
   2. chroot / Kernel
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Comentários
[1] Comentário enviado por albfneto em 03/05/2013 - 11:44h

é Bom Mesmo esse artigo, é o mesmo basicão que usei a dois anos, exceto que usei genkernel e minha rede foi configurada diferente, eu uso wicd. mas eu usei Sabayon XFCE par instalar.

Meu Gentoo está sendo rolado a dois anos nunca precisei reformatar. Meu Sabayon então, tem muito tempo, era um 5.2 originalmente agora é o 11 atualizado.

Favoritado seu artigo, parabéns, Lucas!

[2] Comentário enviado por removido em 03/05/2013 - 13:10h


[1] Comentário enviado por albfneto em 03/05/2013 - 11:44h:

é Bom Mesmo esse artigo, é o mesmo basicão que usei a dois anos, exceto que usei genkernel e minha rede foi configurada diferente, eu uso wicd. mas eu usei Sabayon XFCE par instalar.

Meu Gentoo está sendo rolado a dois anos nunca precisei reformatar. Meu Sabayon então, tem muito tempo, era um 5.2 originalmente agora é o 11 atualizado.

Favoritado seu artigo, parabéns, Lucas!


Valeu Alberto! Vindo do mestre do Sabayon e do Gentoo vale muito!

[3] Comentário enviado por removido em 03/05/2013 - 13:43h

Não sabia dessa versatilidade dos Gentoo's.

Muito interessante, esclarecedor e didático.
O Gentoo carrega certos preconceitos/receios, mas você conseguiu simplificar o processo.

Parabéns! Muito bom seu artigo.

[4] Comentário enviado por removido em 03/05/2013 - 13:48h


[3] Comentário enviado por izaias em 03/05/2013 - 13:43h:

Não sabia dessa versatilidade dos Gentoo's.

Muito interessante, esclarecedor e didático.
O Gentoo carrega certos preconceitos/receios, mas você conseguiu simplificar o processo.

Parabéns! Muito bom seu artigo.


Obrigado Izaias! Estou pensando em escrever um artigo no intuito de desmistificar algumas coisas do Gentoo, mas ainda não sei ao certo como escrever.

[5] Comentário enviado por removido em 03/05/2013 - 14:16h

Sugestão:

Que tal algo como atualizar, instalar navegadores/aplicativos e mante-los atualizados.
Também como personalizar e/ou instalar um ambiente gráfico preferido.
Onde buscar e como compilar: há diferenças entre pacotes referentes a diferentes ambientes escolhidos?

Já leu o artigo do Gedimar sobre o Slackware? É bem por aí.


Se bem que o Gentoo, sem querer exagerar, é sim para usuários avançados.
Há coisas que são realmente mais complicadas e temos que aceitar isso.

[6] Comentário enviado por removido em 03/05/2013 - 14:20h


[5] Comentário enviado por izaias em 03/05/2013 - 14:16h:

Sugestão:

Que tal algo como atualizar, instalar navegadores/aplicativos e mante-los atualizados.
Também como personalizar e/ou instalar um ambiente gráfico preferido.
Onde buscar e como compilar: há diferenças entre pacotes referentes a diferentes ambientes escolhidos?

Já leu o artigo do Gedimar sobre o Slackware? É bem por aí.


Se bem que o Gentoo, sem querer exagerar, é sim para usuários avançados.
Há coisas que são realmente mais complicadas e temos que aceitar isso.


Tenho que concordar com você, mas não diria necessariamente usuários avançados, diria usuários que sabem fazer algumas coisas que não são tão difíceis assim, como: compilar um kernel ou configurar um GRUB. Penso que a parte mais difícil é o primeiro contato com o Portage.

[7] Comentário enviado por removido em 03/05/2013 - 14:26h

O artigo do Gedimar é mesmo um bom exemplo, já tinha começado algo, então vou seguir a linha de raciocínio que tinha iniciado (as provas não me deixaram terminar rsrsrs), mas vou tomar o início do artigo do Gedimar como exemplo.

[8] Comentário enviado por pcsgoncalves em 03/05/2013 - 18:53h

Gostei muito do seu artigo! Também uso Gentoo há cerca de 2 anos e estou muito feliz com essa distribuição! Sem dúvida é uma das mais "trabalhosas", embora não tão difícil assim, de instalar, mas o esforço e a demora (até compilar tudo!! ufa!!) vale a pena. E a documentação, embora em inglês (em português tá muito defasada), é muito completa. Grande abraço!!

[9] Comentário enviado por removido em 03/05/2013 - 18:56h


[8] Comentário enviado por pcsgoncalves em 03/05/2013 - 18:53h:

Gostei muito do seu artigo! Também uso Gentoo há cerca de 2 anos e estou muito feliz com essa distribuição! Sem dúvida é uma das mais "trabalhosas", embora não tão difícil assim, de instalar, mas o esforço e a demora (até compilar tudo!! ufa!!) vale a pena. E a documentação, embora em inglês (em português tá muito defasada), é muito completa. Grande abraço!!


Valeu! Realmente, já faz um tempo que a documentação em português foi deixada de lado. Apesar disso, ainda consegui achar algumas coisas nela, mas a maioria foi na documentação em inglês mesmo.

[10] Comentário enviado por xerxeslins em 03/05/2013 - 22:49h

Nota 10 e favoritado!

Não uso gentoo/funtoo, mas admiro!

Espero um dia usar gentoo ou funtoo normalmente, sem estresse.

Uma dúvida:

Você disse que "Se é a primeira vez que você está tendo contato com o Portage, recomendo deixar as USE Flags originais na variável USE por enquanto, depois você pode configurar a seu gosto. "

Quer dizer que eu posso usar as USE flags originais e usar o sistema normalmente, sem me preocupar com isso, se assim eu quiser?

Abraço!

[11] Comentário enviado por removido em 04/05/2013 - 06:50h


[10] Comentário enviado por xerxeslins em 03/05/2013 - 22:49h:

Nota 10 e favoritado!

Não uso gentoo/funtoo, mas admiro!

Espero um dia usar gentoo ou funtoo normalmente, sem estresse.

Uma dúvida:

Você disse que "Se é a primeira vez que você está tendo contato com o Portage, recomendo deixar as USE Flags originais na variável USE por enquanto, depois você pode configurar a seu gosto. "

Quer dizer que eu posso usar as USE flags originais e usar o sistema normalmente, sem me preocupar com isso, se assim eu quiser?

Abraço!


O que eu quis dizer com isso é que o melhor é ir arrumando as use flags aos poucos, a medida que você vai instalando as coisas, como Xorg, xfce etc. Se você coloca todas as use flags que vai usar no seu Gentoo logo no início da instalação, você terá um Portage muito reclamão e vai acabar perdendo a paciência e desistindo da instalação. Quando eu instalei eu fiz da seguinte forma, editei todas as variáveis menos as use flags, depois que terminei de instalar o sistema básico, ai eu comecei a editar as USE Flags, isso para instalar Xorg, xfce chromium, libreoffice etc.

[12] Comentário enviado por xerxeslins em 04/05/2013 - 08:02h

Ok! Obrigado!

[13] Comentário enviado por albfneto em 04/05/2013 - 08:45h


Quer dizer que eu posso usar as USE flags originais e usar o sistema normalmente, sem me preocupar com isso, se assim eu quiser?


A rigor, Xerxes, vc pode usar as FLAGS originais sim e mesmo um make. conf original Funcionar funciona!

Vamos dar um exemplo, suponha que vc vai instalar um gentoo sem KDE e não quer mexer nas FLAGS, nem no make.conf, então copia
para o gentoo um grande (em tamanho) make.conf de Sabayon, que tenha muitas FLAGS de KDE. Vai funcionar, só que não otimizado e com um monte de deps
de KDE que não serão usadas, mas serão compiladas.

Vai compilar e vai funcionar, só que geral, ex. vai compilar para um 64 bits genérico e não para o seu comp, mas funcionar funciona.

quando o Lucas fala que editar o make.conf e as FLAGS erradas vc quebra seu sistema ou não compila, é por exemplo, ref a isto:
suponha que seu pacote use QT versão 3 e vc não colocou a FLAG qt3support, no make.conf, e ainda compilou assim:

USE="-qt3support" emerge pacote

ou seja, vc abortou o suporte a QT3, se vc tiver esse pacote e ainda outras coisas em QT3, não vai funcionar mais. Outra coisa, não colocou no make.conf, nem no kernel, uma FLAG ou modulo para um hardware que vc tem , dançou!

A Rigor, Na Teoria, não há diferenças entreas FLAGS do Gentoo e as FLAGS do Slackware, pq as FLAGS são do GCC, mas no Gentoo, o Portage é que usa o GCC, ele compila para vc...

Portage é muito bem bolado, e em parte, sabendo olhar as mensagens, o Portage fala com vc, exemplo: " o pacote X não compilou,porque precisa do pacote Y que é mascarado e o pacote Z o bloqueia.....
Solução: Remova o pacote Z, momentaneamente e desmascare o pacote Y, depois instala o X e re instala o Z sem as deps:

emerge -C --nodeps Z
echo "nome inteiro do pacote Y" >> /etc/portage/package.keywords
emerge -av X
emerge -av --nodeps Z



[14] Comentário enviado por [email protected] em 04/05/2013 - 11:40h

Ops!
Isso não é pra mim não,
editar parâmetros de kernel, FLAGS/GCC/Portage... tou fora rsrsrsrs

10 pelo artigo Lucas...

[15] Comentário enviado por removido em 04/05/2013 - 11:55h


[14] Comentário enviado por [email protected] em 04/05/2013 - 11:40h:

Ops!
Isso não é pra mim não,
editar parâmetros de kernel, FLAGS/GCC/Portage... tou fora rsrsrsrs

10 pelo artigo Lucas...


Obrigado Izabel!

[16] Comentário enviado por shotcult em 08/05/2013 - 17:03h

Muito bom o artigo, eu trabalho a 5 anos com gentoo nos servidores aqui, no começo deu um trabalhinho para aprender mas depois foi só alegria, ele da um trabalho porque a maioria das coisas são na mão mesmo, quase nada automático, nada que uns scripts shell não resolva, o gentoo te deixa ir a fundo no sistema e deixar super rápido e customizado, gentoo tem me dado alegria todos estes anos, gentoo configurado e mantendo atualizado e só colocar e esquecer.

[17] Comentário enviado por removido em 08/05/2013 - 19:30h


[16] Comentário enviado por shotcult em 08/05/2013 - 17:03h:

Muito bom o artigo, eu trabalho a 5 anos com gentoo nos servidores aqui, no começo deu um trabalhinho para aprender mas depois foi só alegria, ele da um trabalho porque a maioria das coisas são na mão mesmo, quase nada automático, nada que uns scripts shell não resolva, o gentoo te deixa ir a fundo no sistema e deixar super rápido e customizado, gentoo tem me dado alegria todos estes anos, gentoo configurado e mantendo atualizado e só colocar e esquecer.


Concordo, estou usando a versão estável e está perfeito, só atualizar ele e pronto. A meu ver, depois de instalado ele dá menos trabalho que um Slack e um pouco mais que um Arch.

[18] Comentário enviado por milesmaverick em 11/05/2013 - 10:44h

O sabayon é uma das melhores distros que já usei

[19] Comentário enviado por rudregues em 18/05/2013 - 20:31h

Muito bom artigo Lucas, mas tenho uma dúvida:

Quem já possui o Sabayon instalado no HD pode usar o tutorial sem problemas?
(minha internet é lenta, não quero ter que baixar o Sabayon e gravar em LiveCD...)

Obs.: eu uso apenas o Entropy no meu Sabayon, nada de Portage

[20] Comentário enviado por removido em 18/05/2013 - 20:58h


[19] Comentário enviado por rudregues em 18/05/2013 - 20:31h:

Muito bom artigo Lucas, mas tenho uma dúvida:

Quem já possui o Sabayon instalado no HD pode usar o tutorial sem problemas?
(minha internet é lenta, não quero ter que baixar o Sabayon e gravar em LiveCD...)

Obs.: eu uso apenas o Entropy no meu Sabayon, nada de Portage


Dá para usar o tutorial, é só particionar direito que não tem problema, coloquei livecd/usb para o caso de quem quer fazer uma instalação limpa (sem dual-boot), mas para quem quer ter outra distro além do Gentoo não tem problema usar essa outra distro para instalar. Sobre o Portage, seria bom que você começasse a usa-lo no Sabayon para ir acostumando, mas isso vai de cada um, eu mesmo não tinha o costume de usa-lo quando tinha Sabayon e consegui instalar o Gentoo, porém tive dificuldades e precisei de bastante paciência. Se você entende de USE FLAGs e sabe configurar um make.conf para Gentoo, é tranquilo instala-lo, mas se não... vai ter algumas dores de cabeça rsrsrs. É isso, boa sorte!

[21] Comentário enviado por rudregues em 19/05/2013 - 01:54h

Segui seu tutorial até a parte de instalar o grub, como já tenho um grub no sabayon, simplesmente rodei "grub-mkconfig -o /boot/grub/grub.cfg" para atualizar o grub. Mas ele não achava o gentoo. Tentei alterar o nome do kernel na pasta /boot pra diversos nomes e num funcionou. Então desloguei do chroot e desmontei a partição do gentoo pra tentar de novo. Nada. Mas surpresa: por algum motivo, quando montei novamento gentoo, não havia mais nada ali... apenas uma maldita pasta chamada "lost+found", como se eu tivesse acabado de formatar ou coisa do tipo.... Que eu faço?

EDIT: refiz tudo de novo, exatamente da forma que descrevi e dessa vez num sumiu nada, deve ser um bug louco, sei lá...

[22] Comentário enviado por HerrSchafer em 20/06/2013 - 17:27h

Deu erro ao emergir o gentoolkit:

localhost linux # emerge gentoolkit

* IMPORTANT: 5 news items need reading for repository 'gentoo'.
* Use eselect news to read news items.

Calculating dependencies... done!

>>> Verifying ebuild manifests
>>> Running pre-merge checks for dev-python/pypy-1.9-r2
openpty failed: 'out of pty devices'
* Checking for at least 4 gigabytes RAM ... [ !! ]
* There is NOT at least 4 gigabytes RAM
*
* Space constrains set in the ebuild were not met!
* The build will most probably fail, you should enhance the space
* as per failed tests.
*
* ERROR: dev-python/pypy-1.9-r2 failed (pretend phase):
* Build requirements not met!
*
* Call stack:
* ebuild.sh, line 93: Called pkg_pretend
* pypy-1.9-r2.ebuild, line 35: Called check-reqs_pkg_pretend
* check-reqs.eclass, line 107: Called check-reqs_pkg_setup
* check-reqs.eclass, line 98: Called check-reqs_output
* check-reqs.eclass, line 239: Called die
* The specific snippet of code:
* [[ ${EBUILD_PHASE} == "pretend" && -z ${I_KNOW_WHAT_I_AM_DOING} ]] && \
* die "Build requirements not met!"
*
* If you need support, post the output of `emerge --info '=dev-python/pypy-1.9-r2'`,
* the complete build log and the output of `emerge -pqv '=dev-python/pypy-1.9-r2'`.
* The complete build log is located at '/var/tmp/portage/dev-python/pypy-1.9-r2/temp/build.log'.
* The ebuild environment file is located at '/var/tmp/portage/dev-python/pypy-1.9-r2/temp/die.env'.
* Working directory: '/usr/lib64/portage/pym'
* S: '/var/tmp/portage/dev-python/pypy-1.9-r2/work/pypy-1.9'



[23] Comentário enviado por Pylm em 05/10/2013 - 19:56h

"Agora vamos atualizar o sistema, para isso execute (e vá dar uma volta):

# emerge --update --deep --newuse world "
Deveria ter seguido o conselho de ir dar uma volta, visitar umas pessoas, zerar Dark Souls, pq, é tenso mesmo.


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