Debian/APT- Alguns cuidados com os repósitorios
Aqui vou mostrar o que pode acontecer com nosso sistema se não tomarmos alguns cuidados com nossos repositórios. Recomendo essa leitura a usuários que já tenham ou tiveram contato com APT.
Introdução
Vou ser direto, não abordarei a história do APT ou como funciona, pois não é a prioridade aqui. Recomendo a leitura para quem já teve ou tem contato com APT.
Vamos ao que interessa!
Digamos que usamos a versão stable (etch) em nosso sistema, mas gostaríamos de buscar pacotes testing (lenny) e unstable, para isso precisaríamos editar o arquivo /etc/apt/sources.list e adicionarmos os repositórios escolhidos.
Mas antes disso devemos tomar algumas providências para não haver conseqüências desastrosas.
Vou dar um exemplo:
Depois de adicionarmos as fontes do testing e do unstable, veja o que vai acontecer:
# apt-get update
# apt-get install pacote
Primeiro serão baixadas as relações de pacotes do stable, de segurança e do testing. Depois demos a ordem para instalar um novo pacote, como temos vários repositórios, o APT irá instalar a versão mais nova do pacote. É quase certo que a versão mais nova do pacote estará na testing. Assim podemos afirmar que mais nenhum pacote virá do stable. Daí você me pergunta mais???
Aí que está, se nenhum pacote vir mais do stable, estaremos contaminando nosso sistema aos poucos, além de que se misturarmos pacotes de releases diferentes podem acontecer incompatibilidades.
Conseqüências piores viriam se déssemos um upgrade no sistema, veja:
# apt-get upgrade
Neste caso o nosso stable passaria de vez a ser testing, pois o APT sempre busca versões mais recentes. E não adiantaria retirarmos o repositório testing depois de termos feito isso, pois o APT concluirá que os pacotes existentes são mais recentes do que os existentes no repositórios stable.
Vamos ao que interessa!
Digamos que usamos a versão stable (etch) em nosso sistema, mas gostaríamos de buscar pacotes testing (lenny) e unstable, para isso precisaríamos editar o arquivo /etc/apt/sources.list e adicionarmos os repositórios escolhidos.
Mas antes disso devemos tomar algumas providências para não haver conseqüências desastrosas.
Vou dar um exemplo:
Depois de adicionarmos as fontes do testing e do unstable, veja o que vai acontecer:
# apt-get update
# apt-get install pacote
Primeiro serão baixadas as relações de pacotes do stable, de segurança e do testing. Depois demos a ordem para instalar um novo pacote, como temos vários repositórios, o APT irá instalar a versão mais nova do pacote. É quase certo que a versão mais nova do pacote estará na testing. Assim podemos afirmar que mais nenhum pacote virá do stable. Daí você me pergunta mais???
Aí que está, se nenhum pacote vir mais do stable, estaremos contaminando nosso sistema aos poucos, além de que se misturarmos pacotes de releases diferentes podem acontecer incompatibilidades.
Conseqüências piores viriam se déssemos um upgrade no sistema, veja:
# apt-get upgrade
Neste caso o nosso stable passaria de vez a ser testing, pois o APT sempre busca versões mais recentes. E não adiantaria retirarmos o repositório testing depois de termos feito isso, pois o APT concluirá que os pacotes existentes são mais recentes do que os existentes no repositórios stable.
Precisa deixar só o stable, desinstalar tudo que for incompatível e instalar de novo.
Repíto o que já postei;
Só instale um repositório misturado se você precisa de um pacote que não há no stable. Não há como priorizar. O pacote pode exigir uma versão diferente de bibliotecas, atualiza ou não instala, e vai ocorrer o risco.
Depois de instalar volte ao stable.
Gostei do artigo para chamar atenção do problema.
Não concordo com a solução indicada, é temerária.