[1] Comentário enviado por
aj.vini em 29/10/2009 - 18:07h:
Bacana, só faltou uma coisinha importantíssima: se quiserem que todos os apelidos/alias sejam memorizados, tem que colocar todos os comandos ensinados no ~/.bashrc ...
[2] Comentário enviado por
fabriciorodrigo em 30/10/2009 - 10:41h:
Uma dúvida! tem como reiniciar algum serviço para que as variáveis entre em "vigor" sem reiniciar o sistema?
parabens pelo artigo e obrigado pela atenção!
[]'s
[4] Comentário enviado por
Teixeira em 30/10/2009 - 16:16h:
Foi isso que fiz no meu Basic Linux, pois devido ao fato de ser uma distro minimalista e baseada na Slackware 4.0 os comandos todos tinham de ser feitos "na munheca", para orgulho dos linuxistas de antanho.
Convenhamos que - embora fácil - não é nada agradável para simplesmente lermos um disquete termos de montar o /dev/fd0, ir para o diretório correspondente e listar o conteúdo desse diretório.
Depois, ao final da operação, lembrar de voltar para o diretório raiz e desmontar o device a cada disquete com que formos trabalhar.
Então eu providenciei aliases para acionamento de floppy drive, de CD, para usar o mplayer (já que no Basic Linux para cada tipo de arquivo há uma série de parâmetros diferentes para o player), para desligar o PC, e para redimensionar as telas conforme a necessidade.
Bem, os novatos devem ser avisados de que isso que eu fiz era importante no passado, pois as distros GNU/Linux mais modernas são capazes de abrir um floppy drive de forma transparente para o usuario, sem essa burocracia toda.
Substituindo-se por aliases e em alguns casos por scripts a cosa fica bem mais cômoda.
No meu caso porém, e devido a falta de atenção, consegui alguns "kernel panic". Mas se estiver tudo certo, haverá um bom ganho em produtividade.
O uso de aliases é extremamente útil quando no nosso dia a dia precisarmos usar comandos complexos (aquelas linhas de comando compridas e cheias de parâmetros) cuja digitação seja penosa para nós.