BrOffice 3.0.1 no Slackware Linux

Publicado por Vinicius Sauer em 07/02/2009

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BrOffice 3.0.1 no Slackware Linux



Usando as informações do site faleiros.eti.br, fiz um pacote para a nova versão do BrOffice para o Slackware. Esse pacote baseia-se no arquivo BrOo_3.0.1_LinuxIntel_install_pt-BR.tar.gz.

Como o arquivo tar.gz era baseado em pacotes rpm, fiz a conversão conforme as indicações do site para gerar o pacote. Ou seja, apenas "reempacotei" em um único arquivo para ficar em acordo com os tgz do Slack e facilitar a instalação.

Download:
Aqui está fino!

Espero ser de alguma valia.

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Comentários
[1] Comentário enviado por pinduvoz em 09/02/2009 - 04:43h

Boa idéia para qualquer distro, menos para Slack.

Eu acho que quem usa Slack gosta de "por a mão na massa", ou, em outras palavras, não quer nada mastigado.

Mas valeu a intenção.

[2] Comentário enviado por vsauer em 09/02/2009 - 15:53h

Não tem nada mastigado. O pessoal do BrOffice fornece o programa em rpm, as únicas coisas que fiz foi mudá-los pra tgz e colocar tudo em um único pacote, ao invés de um monte.

[3] Comentário enviado por pinduvoz em 09/02/2009 - 18:44h

Vc não entendeu.

Quando eu disse "mastigado" quis dizer que vc teve o trabalho de converter rpm para tgz e upar o pacote para Slack, coisa que os slackers gostam eles mesmos de fazer.

Qual é a graça de usar Slack senão o trabalho que ele dá?

Entendeu agora?

[]'s.


[4] Comentário enviado por xerxeslins em 12/02/2009 - 23:45h

Obrigado por fornecer o pacote em formato tgz! Era isso mesmo o que eu estava procurando!

Abraço!

[5] Comentário enviado por cabrulcs_ em 19/02/2009 - 23:41h

Bem,

vsauer, muito boa a sua iniciativa de disponibilizar esse pacote já "mastigado". Isso é bom para quem ainda está começando a usar o Slack.

pinduvoz, eu entendo o que você quis mostrar. Realmente é gratificante fazer o próprio trabalho. Gosto disso e é por isso que uso Slack. Porém, é exatamente esse tipo de comentário que faz com que os usuários das outras distribuições sempre digam: "Xiita", todas as vezes que eu respondo que uso Slack. =/

Fazer por nós mesmo é legal, mas é sempre bom ter algo "mastigado" de vez em quando.

Não me entendam mal.

Abraços aos dois.

[6] Comentário enviado por pinduvoz em 20/02/2009 - 04:33h

cabrulcs,

eu não tenho absolutamente nada contra o Slack (que já usei) e seus usuários, até porque não os enxergo como "xiitas". Eu os enxergo como pessoas que realmente gostam de por a mão na massa.

Agora, usuário "idiota" (outra categoria, que inclui especialmente os mal-educados e os donos-da-verdade) tem em todas as distros. E nessa categoria certamente dá para incluir aqueles que chamam os Slackers de xiitas.

Minha filosofia, em se tratando de Linux, é: use o que quiser, mas tente experimentar de tudo um pouco, pois o legal é aprender a usar Linux e não aprender a usar uma distro.

Abraço retornado.


[7] Comentário enviado por Lisandro em 22/03/2009 - 22:09h

Realmente muito bom.
Adoro colocar a mão na massa, mas nem sempre tenho tempo e quando tenho quero fazer outras coisas e não ficar empacotando programas.
Valeu pelo pacote.

[8] Comentário enviado por Khaoz em 02/04/2009 - 09:01h

"Eu acho que quem usa Slack gosta de "por a mão na massa", ou, em outras palavras, não quer nada mastigado."

Desculpa @pinduvoz, mas uso slackware a 5-6 anos e não opteir por ele pelo simples fato de "gostar de botar a mão na massa" e não é esse o principal motivo que faz muitos slack users também optar pela distribuição.
O legal do slack é a simplicidade, robustez e o agradável fato de empacotar os software exatamente como o desenvolvedor disponibiliza, sem meter patch a toa ali no meio. Esse sim são fatores que embasam a escolha dele.
Quanto a botar a mão na massa, isso é bom para servidores. Compilar um pgsql, php, apache ... Para desktop, iniciativas como essa são muito apreciadas.

[]'s

[9] Comentário enviado por pinduvoz em 02/04/2009 - 12:38h

Nossa! Não pensei que o meu comentário fosse render tanto.

Mas, ainda assim, fico com ele, pois o legal do Slack é o "faça vc mesmo e aprenda com isso".

E isso não quer dizer que os Slackers sejam chiitas ou mesmo pessoas de "outro mundo". É apenas uma opção, que pode ter por fundamentos os citados pelo Khaoz e outros mais, inclusive o "gosto pessoal".

E, para que não fique dúvida, não tenho absolutamente nada contra o Slack. Já o instalei e gostei da experiência, deixando até umas screenshots dele aqui no VOL.

Encerrando, quem quiser pode ler sobre a minha experiência com o Slack (e minha opinião sobre ele, postada bem antes do comentário que gerou "polêmica") aqui:

http://ubuntuforum-pt.org/index.php/topic,35164.msg216470.html#msg216470

[10] Comentário enviado por Teixeira em 10/05/2009 - 10:56h

Quanto ao prazer extra que os slackers parecem demonstrar (eu mesmo sou um quase-slacker, já que o Basic Linux é baseado em Slackware modificado), acho que posso comparar com a satisfação daqueles que fumam cigarros de palha:
Não basta apenas fumar o cigarro; a satisfação está em gastar o tempo preparando, alisando, cortando a palha, picando o fumo, montando o cigarro em si, dobrando a ponta, e finalmente acendendo-o.
É um verdadeiro ritual mágico para aqueles que o praticam.
Não sou fumante, mas desde a infância venho observando os mais velhos fazendo seus cigarrinhos de palha e observando que seu êxtase não está em apenas sorver a fumaça, mas de preparar "o melhor" cigarro, participando de todas as etapas de sua elaboração artesanal.
Existem no comércio cigarros de palha já prontos. No entanto, aqueles que realmente "entendem" do assunto não largam mão do processo artesanal no qual eles mesmos se envolvem.
Colocando à parte os males que o tabagismo possa causar (e que certamente causa), esse envolvimento em trabalhar com as próprias mãos o seu próprio cigarro, propicia um trabalho prazeiroso, mas cujo grau de satisfação somente é alcançado por aqueles que o praticam efetivamente.
Nesse caso, por mais que se pratique, o cigarro de palha chegará a um grau de perfeição difícil de ser superado, pois nada mais haverá a ser aprendido.
Para nós outros, pobres mortais, fica difícil de entender certos tipos - digamos - incomuns de busca de um prazer específico.
Entre os partidários do "do-it-yourself" ("faça você mesmo") estão os chamados "craftsmen" (cuja tradução imperfeita seria "artesãos"), que fazem coisas "do arco da velha", tipo antena wireless com embalagem de batata frita ou ainda com a lata de uma determinada marca de óleo de soja; ou de caixas acústicas com caixas de papelão ondulado comum, devidamente aglomeradas até atingir a espessura ideal. E daí por diante.
Slackers o fazem como terapia, aprendizado, aperfeiçoamento, busca de satisfação pessoal (e praticamente intransferível). E nesse caso, a perfeição jamais será alcançada, pois sempre haverá o que aprender, desenvolver, investigar, constatar, etc.
Deu para entender? Se não somos slackers, não fazemos nosso próprio cigarro de palha, não inventamos nossos próprios "gadgets"
(bugingangas) e não matamos nosso leãozinho a cada dia do ano, realmente ficará difícil de entender...



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