Enviado em 22/07/2011 - 17:28h
Como professor de Matemática e grande interessado em tecnologia educacional, posso dizer com propriedade que o computador não é um solucionador de problemas educacionais; e se não usado de forma adequada e bem planejada pode causar o efeito contrário ao esperado pelo docente. Porém, a tecnologia e a educação já se tornaram indissociáveis. Isto é muito bom, pois veio contribuir com nosso trabalho.
Não é necessário muito esforço para encontrar software livre voltado para o ambiente educacional (da educação básica ao ensino superior) presencial e/ou a distância. O assunto é tão sério que distribuições GNU/Linux inteiras tem sido dedicadas a este propósito. Cabe ao educador avaliar a qualidade destes programas e também contribuir com os desenvolvedores.
Apesar de existirem ótimos softwares proprietários voltados para a educação, defendo o uso do software livre por várias razões: Custo zero de instalação (em quase 100% dos casos) e toda aquela lista maravilhosa de liberdades que já conhecemos.
Não sou contra pagar por um software, mas acredito que esse dinheiro seria melhor investido na formação continuada de professores para o uso das tecnologias (livres) de informação e comunicação em sala de aula. Até proponho ao VOL a criação de alguns minicursos no póximo VOL Day para professores usarem ferramentas livres. Aqui na Universidade Federal do Espírito Santo participamos de um curso de extensão de 40 horas e foi bem sucedido.
Agora, também é fato que parte dos softwares livres disponíveis para o cenário educacional estão de alguma forma incompletos. A pergunta é: o que fica mais barato para o governo? Desenvolver software livre e adaptá-lo quando necessário ou comprar licenças de software propriétário? Lembrando que o professor carece de treinamento em ambos os casos.
Não é necessário muito esforço para encontrar software livre voltado para o ambiente educacional (da educação básica ao ensino superior) presencial e/ou a distância. O assunto é tão sério que distribuições GNU/Linux inteiras tem sido dedicadas a este propósito. Cabe ao educador avaliar a qualidade destes programas e também contribuir com os desenvolvedores.
Apesar de existirem ótimos softwares proprietários voltados para a educação, defendo o uso do software livre por várias razões: Custo zero de instalação (em quase 100% dos casos) e toda aquela lista maravilhosa de liberdades que já conhecemos.
Não sou contra pagar por um software, mas acredito que esse dinheiro seria melhor investido na formação continuada de professores para o uso das tecnologias (livres) de informação e comunicação em sala de aula. Até proponho ao VOL a criação de alguns minicursos no póximo VOL Day para professores usarem ferramentas livres. Aqui na Universidade Federal do Espírito Santo participamos de um curso de extensão de 40 horas e foi bem sucedido.
Agora, também é fato que parte dos softwares livres disponíveis para o cenário educacional estão de alguma forma incompletos. A pergunta é: o que fica mais barato para o governo? Desenvolver software livre e adaptá-lo quando necessário ou comprar licenças de software propriétário? Lembrando que o professor carece de treinamento em ambos os casos.