Custo-benefício dos computadores - Avaliação elementar

Esse artigo contém algumas dicas sobre processadores e para ajudar na escolha do hardware, ou quanto vale o seu dinheiro na hora da compra.

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Por: Edwal F. Paiva Filho em 12/07/2013


Processadores



A ideia de escrever esse artigo, ocorreu depois que comprei um Web-Book com processador Intel Atom-450 e fiquei surpreso com a lentidão, independente do sistema operacional instalado.

Hoje há vários tópicos no VOL solicitando ajuda para máquinas que estão muito lentas.

Minha impressão era que os Notebooks, Web-Books e Desktops seguiam os mesmos padrões de barramento e de processadores. Isto não ocorre na prática, e para um mesmo custo, os desempenhos são muito diferentes.

A ideia é apenas passar algumas informações para o leitor, a fim de ajuda-lo na decisão, mas sem intenção de decidir por ele.

Os processadores atuais são avaliados pelo site:
O site faz uma ordenação de desempenho com testes padronizados. Há vários testes para um processador e os resultados são ponderados por critérios que não coincidem, logo o índice de desempenho ID é apenas uma referência.

Os processadores de topo têm desempenho até ID = 140000, e os processadores de base têm desempenho ID < 100 (menor que 100).

É difícil determinar um nível aceitável de desempenho de um processador, pois ele não é o único elemento da máquina. Realmente, o item que determina a velocidade da máquina é o HD, pois ele é o elemento mais lento.

Os HDs de 1 TB para Desktop (3 1/2 polegadas) giram a 7200 RPM, enquanto só HDs de notebooks de 2 1/2 polegas giram a 5400 RPM. Existem HDs de 2 1/1" de 7200 RPM, mas são usados somente em Notebooks topo de linha de alto custo.

Não obstante, um processador lento é um começo complicado para um computador.

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Comentários
[1] Comentário enviado por albfneto em 12/07/2013 - 10:48h

Artigo excelente, Parabéns, Favoritado e 10.

Por curiosidade, acessei o site indicado.

Meu Phenom 8 núcleos na USP, 16 giga de RAM, tem Benchmark do processador 8128!
legal.

já meu athlon X2, 8 giga de RAM de casa, não atinge score 1000, 973, mas mesmo assim não é lento.

Memória RAM não faz diferença? Antigamente se dizia que o micro nunca usa mais de 4 Giga,

mas em casa, com 8,quando faço edição de vídeo ou cálculos de computação distribuída,ele chega a usar uns 4-6, e no da fac, outro dia,BOINC com os 8 nucleos trabalhando, estava usando quase 8 dos 16.

Gosto de Desktops grandes, para mim, os portáteis só tem como vantagem a portabilidade, mas trabalhar neles por horas é cansativo.

[2] Comentário enviado por izaias em 12/07/2013 - 11:30h

Notebook não dá pra mim!
All in Ones, apesar de não ser citado o iMac (com suas configurações parrudas), são um pouco complicados para o próprio usuário fazer um upgrade de Hardware.

Pra mim o ideal é Desktop!


Meu Intel Core i5-3330 @ 3.00GHz alcançou 5903. :)

[3] Comentário enviado por nicolo em 12/07/2013 - 13:33h


[1] Comentário enviado por albfneto em 12/07/2013 - 10:48h:

Artigo excelente, Parabéns, Favoritado e 10.

Por curiosidade, acessei o site indicado.

Meu Phenom 8 núcleos na USP, 16 giga de RAM, tem Benchmark do processador 8128!
legal.

já meu athlon X2, 8 giga de RAM de casa, não atinge score 1000, 973, mas mesmo assim não é lento.

Memória RAM não faz diferença? Antigamente se dizia que o micro nunca usa mais de 4 Giga,

mas em casa, com 8,quando faço edição de vídeo ou cálculos de computação distribuída,ele chega a usar uns 4-6, e no da fac, outro dia,BOINC com os 8 nucleos trabalhando, estava usando quase 8 dos 16.

Gosto de Desktops grandes, para mim, os portáteis só tem como vantagem a portabilidade, mas trabalhar neles por horas é cansativo.


1-Os Mac estão em outro patamar de desempenho e de preço. Na ponta do custo mais alto (chamado de high end) as coisas mudam, os notebooks tem desempenhos muito bons os "all in one" também, mas nesse caso os custos sobem muito (triplicam e até quadruplicam).
2-Em geral é possível fazer algum up grade em noteboks aumentando a memória e colocando um disco maior. Os fabricantes fornecem um "service manual" que ensina a montar e a desmontar. Isso não é nada trivial.
Já substituir o processador de notebooks é outra estória, não dá nem para pensar.

3-Em desktops a flexibilidade é bem maior, desde que não sejam muito obsoletos
Grato pela leitura.

[4] Comentário enviado por izaias em 12/07/2013 - 13:52h

Tem razão! Esqueci do ' pequeno detalhe' do patamar de preços em que se encaixa o iMac.

De fato, é possível configurar alguma coisa no hardware de portáteis, mas não é 100% reaproveitábel como num Desktop.

Desktop: preferência nacional. rs

[5] Comentário enviado por cruzeirense em 12/07/2013 - 15:24h

Interessante o artigo, mas acho que faltou entrar 3 detalhes na conta:

1) Consumo de energia - O desktop gasta muito mais energia em qualquer situação. Até que ponto isso vai interferir no preço?
2) Durabilidade - Normalmente desktops duram mais que notebooks, isso também é outro fator a levar em consideração.
3) Marca - A marca do produto é muito relevante também para a conta. Apesar do processador e outros componentes serem normalmente de marcas iguais, o suporte é dado pela empresa que fez todo o conjunto. Um core i5 de marca pouco conhecida com os 4gb de ram e 500gb de hd sai na faixa de 1.100,00 reais. Já um dell sai na faixa de 1.900,00.
Para marcas boas como a dell os notebooks e desktops estão na mesma faixa de preço.

Mas no fim das contas o que define mesmo qual o computador a pessoa vai comprar é a necessidade. A pessoa que precisa de um notebook nunca vai poder comprar um desktop, mas o contrário nem sempre é verdadeiro.

[6] Comentário enviado por nicolo em 12/07/2013 - 16:02h

[5] Comentário enviado por cruzeirense em 12/07/2013 - 15:24h: Interessante o artigo, mas acho que faltou entrar 3 detalhes na conta:1) Consumo de energia - O desktop gasta muito mais energia em qualquer situação. Até que ponto isso vai interferir no preço?2) Durabilidade - Normalmente desktops duram mais que notebooks, isso também é outro fator a levar em consideração.3) Marca - A marca do produto é muito relevante também para a conta. Apesar do processador e outros componentes serem normalmente de marcas iguais, o suporte é dado pela empresa que fez todo o conjunto. Um core i5 de marca pouco conhecida com os 4gb de ram e 500gb de hd sai na faixa de 1.100,00 reais. Já um dell sai na faixa de 1.900,00. Para marcas boas como a dell os notebooks e desktops estão na mesma faixa de preço.Mas no fim das contas o que define mesmo qual o computador a pessoa vai comprar é a necessidade. A pessoa que precisa de um notebook nunca vai poder comprar um desktop, mas o contrário nem sempre é verdadeiro.


Matematicamente, pra quem tem ar condicionado, geladeira, freezer e chuveiro elétrico (e ainda canta ópera no banho) em casa, o consumo do computador é matematicamente desprezível. (Só o chato do patrão é que reclama dos 300 micros com fontes de baixo rendimento- Funcionam como aquecedor kkkk!)

A durabilidade é um fator a se considerar porque tem coisa que dura muito pouco e dá problema,( bem lembrado.)

Acreditar (ou não acreditar) em marcas famosas é uma questão de experiência pessoal. Eu não acredito em marcas famosas. Acho que quando são realmente boas tem produtos bem caros de custo/benefício complicado.

[7] Comentário enviado por albfneto em 12/07/2013 - 17:23h

Izaías, acho que Desktop é a preferência nacional para nós: para Linuxers, Geeks, Nerds, Gamers, Overclockers etc...

mas não prá galera que só usa celular, e acessa net, navega e só entra no Orkut e no Fakebook! rsrsrsrsr, eles preferem portabilidade.


vejo pela minha Prima, netbook, tablet, celular, notebook, não desk. A Gente é que gosta de Desk.

Dizem que os Desktops vão acabar no futuro, será verdade? será pena, pq quando eu for trocar meu Athlon X2, eu preferiria outro desk, pq o notebook da minha prima é muito mais novo que o meu X2, e não tem nem sombra da performance, não chega nem perto.



[8] Comentário enviado por izaias em 12/07/2013 - 18:00h

Alberto,

Segundo pesquisas, que a galera aqui já deve estar sabendo, Desktops tiveram queda nas vendas em 11% ano passado. O que falando de comércio global, é muita coisa!

Seja num futuro distante ou não, não creio na extinçao do Desktop, mas vai virar artigo mais caro, porque as grandes fabricantes vão deixar de produzi-lo, deixando para essas pequenas empresas de customização, como X5 Computadores, por exemplo, suprir o mercado restante para consumidores como nós.

E se a tendência é a portabilidade, deve haver investimentos em nano-processadores, e quem sabe um dia, superem os processadores dos Desktops.

[9] Comentário enviado por sr.machado em 13/07/2013 - 14:45h

Ótimo artigo, bem pensado porém esqueceu de algo importante, o modelo SSD está barateando e já estão produzindo modelos SSD.
Eu particularmente estou patenteando um sistema/hardware que utilizará SSD como HD!

Abraços

[10] Comentário enviado por removido em 13/07/2013 - 21:57h

Meu nobo chegou a 1492,tratase de um Intel Atom D-425 1.8Ghz, Detalhe: a marca á "sim+", (uma subsidiaria da Positivo...), modelo A380...
HD: 350Gb,7200Rpm Hitachi (comprado e instalado por mim... o original da Deagate deu "pau"...tlvz futuramente eu tente um $$D)
Wi-Fi: rtl8290se
Video: Intel GL40 (acho fraco, mas...)
Monitor: LED de 14,3 Widescreen (relativamente pequeno...)

Apesar desta configuração simples (até demais), ñ me desaponta em performance (Nota: Sou "Hard User", do tipo q faz diversas (muitas, muitas) coisas ao mesmo tempo);
Por outro lado, posso dizer q ja tive "problemas" de performance com algumas máquinas mais robustas (incluindo,mas ñ somente Desktops).

Seu Artigo é bom, merece uma boa nota, mas minha conclusão: Não somos nós que escolhemos as máquinas, são elas que nos escolhem...(parece maldição,kkk).
Qnto aos Desktops desaparecerem, tlvz, mas ñ será tão cedo...garanto!

PS: Alguns Nobos possibiitam sim a troca de processadores (claro q é mais trabalhoso, mas é possível!) há alguns da intelbras, por exemplo.

[11] Comentário enviado por px em 15/07/2013 - 05:18h

Já tenho uma desculpa para estocar peças (rsrsrs) ótimo artigo fique com receio, mas creio eu que no futuro os processadores serão tão pequenos e aglomerados que nosso filhos ou netos rirão dos core i7 de hoje (ou até nos mesmos, espero eu), bateu até uma pequena nostalgia ^^ da época da década passada jah, win95 hahaha "quando os Pentium voava por ai com placas de 64mb" rsrsrs.

E quem ai e dos anos 80 em? quando viram aquela bodega discando pras redes pelo mundo todo! queria ter participado disso *.*






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Atenciosamente, Pedro.

Já leu meu último artigo?
LINK:
http://www.vivaolinux.com.br/artigos/userview.php?login=px

[12] Comentário enviado por cruzeirense em 16/07/2013 - 13:43h

"Acreditar (ou não acreditar) em marcas famosas é uma questão de experiência pessoal. Eu não acredito em marcas famosas. Acho que quando são realmente boas tem produtos bem caros de custo/benefício complicado."

A marca deve ser levada em consideração com certeza! Por exemplo, uma pessoa que troca muito de computador, não vai precisar de um produto muito durável, resistente (de marca boa), por isso pode optar por um produto mais barato, e isso interfere de forma importante no custo-benefício. Lembrando que o custo benefício depende da necessidade de cada um, não é uma regra geral.

Querendo ou não existem marcas boas e ruins sim... isso é fato..

Abraços!

Renato

[13] Comentário enviado por valterrezende em 17/07/2013 - 12:36h

Gostei do Artigo

Parabéns !!!

[14] Comentário enviado por lcavalheiro em 21/07/2013 - 10:15h

Gostei do artigo, e da discussão levantada pelo Alberto e pelo Izaías. Isso remete a uma velha questão da humanidade: eficiência é posta de lado pela praticidade. Por isso o Windows ainda está por aí...


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