[4] Comentário enviado por
streetlinux em 19/02/2005 - 21:42h:
Fala mano. Legal sua dica. Já tive problemas aqui quando eu estava ouvindo um cd no Xine e teclando no Gaim. Quando acabou o cd kra... os sons do Gaim entrou em ação, isso mesmo, aqueles que tocam quando vc recebe uma mensagem... lokura, ficou quase 5 minutos tocando... hehe
Qualquer hora eu testo esse ESD.
Falow kra!
[5] Comentário enviado por
tagallo em 20/02/2005 - 23:39h:
eh pra quem nao tem placa de som com suporte a multiplos canais, o lance eh usar um servidor de som, e apesar do ESD ser meio velinho já, nao vi ninguem sugerir uma implementacao melhor!
[7] Comentário enviado por
andre.vmatos em 15/10/2008 - 18:47h:
Hmmm, interessante. Pra quem quiser e tiver o KDE instalado, mesmo que não esteja dentro dele, pode usar o Arts, que é o sistema de som padrão do KDE, totalmente backend (ou seja, sem GUI, sem precisar carregar libs do KDE) e, na verdade, como o ESD, é uma Layer (camada) entre o ALSA e os programas. Com o arts, acredito ser possível rodar um número ilimitado de sons ao mesmo tempo, dependendo só da capacidade do computador. Ele é bom também pq, por ser um dos mais usados, a maior parte dos programas tem suporte a ele, como audacious, xmms, emesene, amsn, etc. E programas que usam direto o alsa, ele permite que vc redirecione as chamadas ao alsa direto para ele, não tendo que fazer configuração nenhuma interna nos programas, e tocando quantos sons quiser. Não testei se dá para iniciá-lo no boot, mas aki, quando abro, por exemplo, o fluxbox, executo, como usuário comum, o artsd, sem parâmetros, e já posso usa-lo.
Esse é um problema antigo, e não vejo motivo para o ALSA, que é um sistema tão robusto e tão bom, não implementar nenhuma solução definitiva para esse problema, como uma layer padrão para entradas de mais de um som, direto no alsa, com gerenciamento de driver à parte. Flwsss