[1] Comentário enviado por
pontozip em 05/01/2007 - 13:24h:
Tbm fico pensando sobre isto, a cada dia que passa o Linux vai se tomando conta, me preocupa que depois que isto estiver em estado avançado as regras mudem e tudo comece de certa forma ser taxado.
[2] Comentário enviado por
mordecai em 05/01/2007 - 14:45h:
Deixa de pessimismo galera!!
Acho que não há problema algum numa empresa vender um pacote linux e cobrar por ela, compra quem quiser. Isso também é liberdade, não é ?
Ao mesmo tempo estão aparecendo também outras distribuições livres e alternativas aos formatos fechados.
Abraço!
[3] Comentário enviado por
pontozip em 05/01/2007 - 15:09h:
A licença GPL tbm pode sofrer alterações ...
[4] Comentário enviado por
davidsonpaulo em 05/01/2007 - 16:19h:
Pessoal, menos... Qualquer um que queria se dizer membro da comunidade do software livre deve saber o que é software livre. Deve conhecer a licença GNU GPL, sob a qual é publicado o kernel do Linux e a maioria dos programas que constituem a base da totalidade das distribuições Linux, e saber que ela não pode ser revogada.
No atual estágio de desenvolvimento do kernel Linux, onde a grande maioria das tecnologias utilizadas estão protegidas pela GPL, não há como tornar o código do Linux proprietário e, mesmo que isso fosse feito, ficaria restrito a versões futuras do kernel, pois todo mundo que conhece a GPL sabe que, se você publicar a versão 1.0 do seu software sob a GPL poderá publicar a versão 1.1 sob outra licença, mas a versão 1.0 continuará sendo GPL e qualquer pessoa poderá fazer um software derivado dela desde que publique a modificação sob a GPL também.
Quanto a exploração comercial, é fato que nenhum projeto vai realmente pra frente sem investimentos financeiros. Sim, porque até mesmo o Richard Stallman ganha dinheiro com Software Livre (ou não?). O Linus Torvalds ganha dinheiro com Linux. O Mark Shutleworth (do Ubuntu) ganha dinheiro com Linux. O lucro (ou capital, não sei exatamente) da Mozilla Foundation foi estimado em mais de 50 milhões de dólares! Faça uma ligação com o sucesso cada vez maior que o Firefox vem fazendo, você chegará a uma conclusão interessante...
E se ninguém ganhasse dinheiro com Linux e Software Livre? Ele não seria o que é hoje. Os lucros da Red Hat e da Novell são ótimos indicadores de como anda o crescimento do Linux e do Software Livre. Porque o que é livre não deixará de sê-lo. E, entre os modelos da Microsoft e da Free Software Foundation, prevalecerá um modelo intermediário. E que modelo é esse? O modelo praticados por aqueles que ganham dinheiro com Software Livre. Quem? Red Hat, Novell, Canonical, Mandriva...
Abraço
[5] Comentário enviado por
jmhenrique em 05/01/2007 - 17:16h:
Essa discussão é a que norteia o projeto debian. Comecei a usá-la depois que li o contrato social debian. Inclusive a debian não se vende ideologicamente a nada e nem a ninguém, por exemplo, ela até fez uma versão do firefox chamada iceweasel por não concordar com o licenciamento do logotipo da raposa, que não é gpl. Para o debian, o mais importante é e sempre será o usuário, e é isso o que ela tem feito. Inclusive retirando partes do kernel que não seguem a ideia de liberdade debian
[6] Comentário enviado por
ramires79 em 06/01/2007 - 10:26h:
O problema esta sendo as Distribuições ou a licença GNU GPL.
Devemos nos preocupar com a licença GNU GPL... olha essa materia...
Sexta-feira, 20 de outubro de 2006
Alguns mitos sobre a licença GNU GPL
Gilberto Sudré (e-mail) é Graduado em Computação, especialista em Redes pela UFES, em Cab. Estruturado pela Avaya Communication e Projetos de Redes pela Cisco Systems. MBA em Gestão Empresarial. Desenvolve trabalhos de Consultoria em Redes de Comunicação de dados e Segurança da Informação para Empresas no Brasil e Exterior. Articulista do Jornal A Gazeta. Prof. de Graduação da Faesa, Pós-Graduação da FGV e UFES. Coordenador Técnico do CDI-ES e Mantenedor da Comunidade de Usuários de Rede sem Fio do Estado do ES. Diretor de Tecnologia da UNITERA.
A GNU GPL (GNU is Not UNIX - General Public License) é provavelmente uma das licenças de uso de aplicativos mais utilizada no mundo e mesmo assim talvez seja a mais incompreendida. Isto se deve ao desconhecimento do que ela aborda ou, muitas vezes, por propagandas mal intencionadas, com o objetivo de confundir os conceitos na cabeça de profissionais e usuários.
A GNU GPL estabelece que o código fonte dos aplicativos e utilitários que utilizam este licenciamento deve ser distribuído junto com os executáveis (ou que o acesso às fontes seja feito de modo fácil).
Recentemente o IT Manager's Journal publicou uma lista bem interessante com os 10 enganos mais comuns sobre a GPL. Se queremos entender um pouco melhor esta licença é bom ficarmos atentos a estes erros de interpretação. O artigo completo pode ser visto em
http://www.itmanagersjournal.com/article.pl?sid=06/08/21/1659203.
Relaciono a seguir alguns dos mitos que acho mais significativos. O primeiro engano bastante comum é imaginarmos que um programa licenciado através do GPL não pode ser vendido (cobrado). Apesar de muitas pessoas acharem o contrário, um software distribuído através de GPL pode sim ser vendido como o fazem muitas empresas do tipo RedHat e Novell.
Outra questão muitas vezes mal compreendida é quanto a distribuição dos códigos fontes dos aplicativos. É comum imaginarmos que os distribuidores têm obrigação de deixar públicos apenas a parte do código que sofreu alguma alteração. Nada mais equivocado pois, segundo a GPL, os distribuidores precisam disponibilizar todo o código fonte utilizado para a geração do aplicativo. Além dos códigos fontes, devem ser entregues todos os scripts e arquivos de configuração necessários para a geração dos executáveis.
Por último, um engano bastante comum segundo o artigo do IT Manager's Journal é imaginar que ter um programa licenciado através da GPL em seu computador implica necessariamente em ter todos os outros aplicativos também nesta licença. Ao que parece este engano foi originado de uma palestra ministrada por Craig Mundie, vice presidente da Microsoft em uma universidade americana.
A GNU GPL está neste momento em processo de revisão e as discussões em torno da nova versão estão muito “quentes”. A versão final (GPLv3) está prometida para março de 2007 e, pelas informações disponíveis, vai significar mudanças importantes nos ambientes livres. Quem tiver interesse em acompanhar o rascunho da licença é só acessar o site
http://gplv3.fsf.org
[7] Comentário enviado por
cytron em 07/01/2007 - 01:32h:
No meu ver, Linux sempre continuará sendo grátis, mas vão sempre arrumar uma maneira de ganhar dinheiro na venda do CD, da caixa que vem o CD, o manual e tal... Esse povo é mala!
O triste é que ninguém faz propaganda de Linux na mídia, então ninguém nenhum usuário novato ou empresa pequena se sente atraído por ele, e com isso o mercado de produção não terá motivos para desenvolver aplicativos, aposto que se a parcela de usuários aumentasse mais um pouco a Adobe portaria o Photoshop rapidinho para Linux. O Acrobat ela fez porque é produto pequeno e sem lucros. Empresas querem é dinheiro, não importa o SO.
[8] Comentário enviado por
doriwal em 16/01/2007 - 14:21h:
Eu ainda sou iniciante no mundo Linux.
Concordo com a filosofia do software livre e grátis, mas os serviços gerados não podem e não devem ser grátis.
A quantidade de pessoas que conhecem Linux é muito pequena quando comparada aos que conhecem Windows, por exemplo.
É necessário divulgação para despertar o interesse do usuário para o Linux, mostrando as "vantagens" de usá-lo.
Uma empresa que opera na plataforma Windows paga por todas as suas licenças, inclusive por outros programas adquiridos, mas tem garantia do produto e principalmente suporte para suas dúvidas.
Além das vantagens técnicas do Linux, outros serviços deveriam chamar a atenção do usuário e deixá-lo seguro para mudar de plataforma, mesmo que tais serviços sejam pagos.