1. Crônica de um administrador de rede
[1] Comentário enviado por
macumbeiro em 04/11/2004 - 02:18h:
bom artigo, concordo com vc que se torna uma missao obscura descobrir isto ou aquilo em uma distro comercial, jah instalei de tudo na minha maquina e acabo fazendo varios servidores o melhor que eu achei foi o slack !!!! nao o troco por nda...
outra coisa eh verdade esta no administrador o compromisso de se realizar o que lhe foi imposto, imagina se todos que fazem erros culpassem a rh, ou mesmo a conectiva por "cagadas" feitas em suas distribuicoes, nao ha como a empresa ter culpa......
acho mesmo que a tambem o vicio de muitos em ferramentas rh,cl e acaba pelo user ou adm. nao aprender algo a mais que seria bom ate para entender como funciona...
flw
[2] Comentário enviado por
davidsonpaulo em 04/11/2004 - 13:08h:
Aê! Apoiado!
Uma coisa que é fato é que grande parte dos usuários que entendem realmente de Linux preferem as distribuições não comerciais, pois estas permitem ao usuário um controle mais amplo sobre o sistema. Sou da opinião de que se for para dominar o Linux, que se faça isso utilizando distribuições livres, não comerciais, que te darão a verdadeira oportunidade de dissecar as ferramentas que funcionarão em qualquer outra distro, ainda que isso exiga um esforço maior por parte do usuário.
Debian e Slackware rulez!!! :D
[3] Comentário enviado por
fike em 04/11/2004 - 14:25h:
Não é uma contradição engos... ;-D
Esse foi o caminho que mais fácil para mim, cada uma tem uma distro que facilita mais. A Conectiva melhorou muito na última versão de sua distribuição, agora existe uma comunidade e parece que distro tende a crescer.
Para usuário final você tem toda razão como outros que que comentaram, o problema não é aí, está na outra ponta, com o cara que cuida da infraestrutura. Claro que as Distribuições Comerciais tem seu espaço e merecido, mas é possível uma cara como você ou eu também dar suporte ou uma solução com a mesma excelência que as Comerciais.
É muito bom esse debate, diferentes idéias ajudam muito, contribui cada vez mais para o crescimento do Software Livre.
[4] Comentário enviado por
fabio.telles em 04/11/2004 - 15:05h:
Não é verdade que para se possuir um bom suporte você precisa utilizar uma distro comercial. Isto é verdade apenas para o software proprietário onde apenas a empresa que criou o software tem acesso ao código fonte. Com software livre você encontra o suporte para todas as distros mais conhecidas por diversos sabores de empresa, basta escolher aquela que melhor atende às suas necessidades. A HP por exemplo oferece suporte 24/7 para o Debian. Outros grandes players do mercado também oferecem suporte para as distros "clássicas".
A escolha da distro passa, além do gosto pessoal, pela necessidade do cliente. Em servidores sérios, apelar para Hed Hat, SUSE, Debian, Slackware ou Gentoo, parece uma escolha natural. Para um desktop doméstico já é possível utilizar uma distro com instalação simplificada e ferramentas gráficas. Já num desktop corporativo, o administrador de rede certamente optará por ferramentas administrativas mais robustas.
[]s
[5] Comentário enviado por
pierry em 04/11/2004 - 16:55h:
É isso mesmo cara, não devemos nos limitar aos front ends, nem a uma distribuição específica, pois diversas distribuições que existem no mercado, customizam todo o sistema para um usuário iniciante, fazendo com que o mesmo fique viciado, ou até mesmo voltando ao windows, pelo simples fato de não gostar ou não se acostumar com os gerenciadores de janelas do GNU/Linux, o sistema GNU/Linux deve ser visto como uma filosofia, como uma alternativa melhor, e não como um GNU/Windows da vida...
Abraços,
Pierry Ângelo Pereira
Slackware User: 18/04/2000
Info: pierryangelo@linuxmail.org
[6] Comentário enviado por
dinho_rock em 04/11/2004 - 17:50h:
Sou da seguinte opinião: nao importa qual distribuição você use, desde que use-a bem. De que adianta alguém usar um slack ou um mandrake se não entende bem a fundo. Linux no fundo é tudo igual. Feramentas de configuração ajudam e as vezes atrapalham... não se pode ser radical de não querer usar pois poderá estar perdendo tempo apenas pra falar que sabe, ou de só querer usar elas pois elas não resolvem todos os problemas.
Outro detalhe que tem que ser levado em conta é: A grande maioria dos usuários não tem e nem quer saber de como funciona o linux, de compliar um kernel, de compliar programas etc, ele quer é usar a internet, usar um editor de textos, ouvir músicas e jogar um joguinho sem se preocupar com mais nada. Eu não vou ficar explicando pra minha mae por exemplo sobre a filosofia do linux, pois ela não vai querer saber.
Acho que isso que é o legal do linux, tem espaço para todos.
[7] Comentário enviado por
engos em 04/11/2004 - 18:48h:
Concordo em partes com você.
Cheguei a comprar uma Box do Conectiva devido ao suporte, quando li a limitação do suporte deles mandei a Box de volta (isso há uns 4/5 anos) e até hoje não recebi meu reembolso, mesmo ligando e cobrando isso deles, claro que desisiti há anos.
Minha conclusão é que deve-se utilizar "distros comerciais" quando se trata de uma empresa séria, pois o suporte deve existir, mas de uma distro com suporte decente, não a brincadeira que é (ou era) o do Conectiva.
Bem, de qualquer forma não mudei da distro Conectiva pelo ocorrido com o suporte, mas sim pelo fato dela ser uma distro de muito pouca qualidade que vivia apresentando problemas. Já passei por algumas distros e hoje uso o Mandrake, que se entendi bem pelo seu ponto de vista é uma "distro comercial" e até agora não me deu nenhum problema, diferente da Conectiva, dentre outras.
Acho que você se contrareia muito ao dizer que temos que saber o que acontece com o sistema, depois deixa a entender que resolveu seu problema ao sair de uma "distro comercial" para uma "não comercial". Qual a diferença em aprender como se fazem as coisas em uma "distro comercial" e uma "não"?
Agora, o que você quer dizer com "distro comercial"? Todas as distros não são comerciais, isso é proibido, o que é comercial são os suportes.
Gosteis de como você redigiu o artigo e principalmente por fazer uma observação sobre o Linux e GNU/Linux.
[]s
[8] Comentário enviado por
gransoft em 05/11/2004 - 10:46h:
ARAGUARI-MG, 5 de novembro de 2004.
Prezados Srs.,
E, como possuir dois micros é luxo para a maioria dos Brasileiros, nada mais viável do que dois HD's em duas "gavetas"...
O HD de trabalho/produção é cuidadosamente retirado e guardado no "cofre", enquanto o outro HD é facilmente introduzido e "detonado" com qualquer distribuição GNU/Linux de Revistas (R$12,90), sem a paranóia de "perder" partições com algo importante.
Um pouco de critério sempre é bom:
S.O., DNS, DHCP, Apache, SaMBa, MySQL, SMTP/POP3 (XMail !!!), interfaces gráficas ...
E sempre anotando e guardando os arquivos de configuração, para uso posterior.
Atenciosamente,
Janis Peters Grants.
Skype: gransoft
http://www.gransoft.com.br
gransoft@zipmail.com.br
[9] Comentário enviado por
neriberto em 05/11/2004 - 13:37h:
Salve turma, quem aqui começou com o linux guarani levanta a mão ? pois é eu tbm e delá pra cá o único sistema da cl que realmente me agradou foi a versão 4, depois fui pro red hat, muito bom e hoje estou no slackware, concordo com o autor do artigo no que ele disse e penso o seguinte, de todas as distros que usei não existe uma melhor pois todas serviram para o meu aprendizado, e se hoje uso slackware(pode crer em casa e no trabalho) uso pq sinto mais liberdade, eu particularmente gosto da idéia de saber exatamente como as coisas funcionam e como se faz, se temos uma distro como o engarde linux que é um putz gateway,.., que se gerencia tudo por uma interface web, acredito que ela deve ser usada, mas tbm acredito que se pudermos entender como tudo isto funciona, ahh sim seremos admins muito mais hábeis a solucionar um problema, e talvez até mesmo a resolver um bug.
Outra coisa, ultimamente tenho pensado e acredito que não precisamos de mais sabores Linux e sim mais aplicativos Linux, principalmente para a area do desenvolvimento e desktop. por exemplo se tem distros com ferramentas para gerenciamento de servidores pq não uma distro com ferramentas para programadores, front-end´s em gtk ou qt. Nos top 10 da vida não vemos um aplicativo ERP compatível com o nosso querido Linux, podemos até rodar sua base de dados em Oracle no Linux mas o front-end geralmente é feito em Delphi, e pelo que fiquei sabendo a Borland abondonou o projeto(por favor confirmem esta noticia pra mim). Enfim não estou criticando o sistema acreditem este é apenas meu ponto de vista, acredito no sistema :) e espero que com o projeto mono nosso sistema possa alavancar ainda mais no Desktop, pois no Servidor não importanto a distro pra mim é o que domina.
Uso Slackware 10 com Gnome no Desktop e no Server e não sinto falta da M$
[10] Comentário enviado por
jbill em 06/11/2004 - 10:14h:
Cara todos nos temos estas e outras oportunidades quando samos livres, e sabemos onde andamos, portanto viva o LINUX
[11] Comentário enviado por
jbill em 06/11/2004 - 10:15h:
Cara todos nos temos estas e outras oportunidades quando somos livres, e sabemos onde andamos, portanto viva o LINUX
[12] Comentário enviado por
nscesar em 07/11/2004 - 09:49h:
A única dificuldade que tenho com o linux é na reprodução de músicas mid, fora isto, 95% do que se faz com windows é possível fazer com o Linux, espero que breve estaremos pau a pau, e não precisaremos mais dele.
nscesar
[13] Comentário enviado por
ericjardim em 08/11/2004 - 07:10h:
Fui atraído a este artigo, devido a sua divulgação no site NotíciasLinux com a seguinte chamada: "Será que existe mercado para Distribuições Linux não comerciais?". Achei a chamada tentadora, mas confesso que esperava encontrar outro tipo de resposta ao ler o artigo.
Fazendo justiça, o autor aborda uma questão realmente importante, e se mantém até o fim do artigo com uma posição imparcial quanto a questão da preferência de uma determinada distribuição. Verdade seja dita, as pessoas, principalmente aqui no Brasil, tratam as distribuições do GNU/Linux como se fossem "times de futebol" e as defendem com paixão. É verdade que as distribuições competem entre si, mas de uma forma diferente e bastante saudável. De fato, a variedade de distribuições é o que vai garantir a sobrevivência do Linux. Mas isso é assunto para outro artigo.
Sendo direto, o que eu realmente gostaria de comentar, é a afirmação que se encontra no texto de que as "ferramentas gráficas" estão aí para "viciar" os administradores. Não acho que seja bem por aí. É verdade, e o autor cita isso no texto, que ferramentas podem atrapalhar o trabalho de alguém. Concordo. Mas daí dizer que o uso de ferramentas que facilitam a administração atrapalham porque dão um alto grau de superficialidade, acho que é contraditório. Não acredito que esse seja um pensamente saudável para se ter a respeito delas.
Pode até ser verdade, que as ferramentas gráficas que existem por aí que servem para facilitar o trabalho administrativo sejam incompletas, defeituosas ou até mesmo como acusa o autor, superficiais. Entretanto, nada disso justifica a não utilização delas. É verdade também que uma ferramenta muito superficial não seja adequada para fazer ajustes mais finos. Mas se pensarmos bem, existe um propósito para sua existência.
Mas esperem um pouco... estamos falando de ferramentas livres. Não há nada que nos impeça de participar de um processo de melhora ou até mesmo da criação de uma nova ferramenta baseada em outra. Se uma ferramenta é superficial, podemos alterá-la para ter uma abordagem "top-down", de tal forma que o seu utilizador faz refinamentos a medida que se torne necessário. Ou até mesmo completar as alterações com instruções mais "baixo nível".
Uma boa ferramenta certamente não irá deixar de funcionar, caso algumas alterações de refino sejam feitas em "baixo nível", após a sua utilização. Até onde eu sei, a ferramenta "linuxconf" vem fazendo um bom trabalho. Até porque não está presa a nenhuma distribuição. E agora?
Mas para não parecer que estou indo completamente de encontro ao que o autor pensa, acredito que possa existir, embora não conheça, alguma ferramenta que obrigue o seu utilizador sempre a utilizá-la, através de "artifícios maléficos" que não vem ao caso discutir aqui. Afinal, tem muita gente malandra por aí.
Em suma, acho que o artigo tem um tom positivo, e mostra, em vários pontos do texto, idéias interessantes e otimistas. Só achei que esse argumento de que "a interface gráfica vicia" foi o grande pecado do texto. Se olharmos com calma, veremos que não passa de um mito.
Por fim, deixo um pensamento meu que gostaria de compartilhar com vocês:
"Utilizar a interface gráfica ou não-gráfica não deve ser encarado como progresso ou retrocesso, respectivamente. Seria mais sensato pensarmos que temos mais opções de fazer a mesma coisa. Até porque, tudo que não é utilizado, fatalmente cai em desuso."
Pensem nisso ;)
[14] Comentário enviado por
leo_mxs em 04/01/2005 - 01:25h:
Eu achei o texto bastante interessante. Eu achei legal a ideia de que se deve procurar manter o maior nível de independencia possível. Mas temos que ver que essas ferrramentas são bastante interessantes pra quem tá começamdo no mundo Linux e mesmo para os usuários domésticos. Eu acho muito bom o ponto de vista do Fike
[15] Comentário enviado por
lpareal em 13/12/2005 - 02:24h:
Fernando,
seu artigo está excelente e é bem esclarecedor.
Acredito que, independendo da distribuição que esteja instalada, se possui ou não toolkits e/ou ferramentas gráficas, o mais importante para quem queira realmente ser um excelente administrador *NIX, conhecedor de seus servidores, é aprender o conceito sobre o que há por trás dele - o funcionamento dos programas.
Sou usuário de computadores há 23 anos. Comecei a ter contato com computadores em 1983, na famosa época da "reserva de mercado", quando não havia praticamente nada publicado, e ter um computador era coisa de luxo, trazida por um tio "executivo de fronteira" ou um primo "comissário de bordo", vindo do exterior.
Estamos em 2005. A reserva de mercado foi enterrada nos anos 80. A computação profissional decolou no Brasil, temos acesso à milhares de publicações sobre o tema e apareceram os sistemas operacionais modernos, dentre eles, o GNU/Linux.
Um dos maiores problemas (se não for o maior), é que fomos adestrados à "cultura da facilidade", ao utilizar um certo sistema operacional que, com seu conceito de "interface amigável", aos poucos, gerou nos usuários uma espécie de preguiça generalizada, "engessando" nosso aprendizado. Também gerou uma resistência cultural sem sentido, com várias alegações vazias.
Uma delas, que mais me incomoda, é a que o Linux é difícil, que tem comandos difíceis, que os usuários estão acostumados a usar a solução da maioria, e que mudar agora prejudicaria a produção da empresa.
Atualmente, uso uma distro Linux comercial (Red Hat 9), tanto em casa como no trabalho. Mas frequentemente tenho observado vários colegas informando que as distros não-comerciais, como a Slackware por exemplo, têm vários recursos, tanto como os Linux comerciais, porém possuem uma flexibilidade e clareza na administração que dificilmente é encontrada nos seus pares comerciais.
Sinto-me motivado a substituir os Linux atuais dos servidores de minha empresa para outras soluções. Ainda não sei coo começar, mas pretendo executar essa migração logo que possível.
Mais uma vez, muito agradecido.
Abs.,
Luciano Areal
[16] Comentário enviado por
dougc em 10/02/2010 - 16:26h:
Gostei pra caramba do artigo, as vezes a gente instala o Suse num servidor e o Ubuntu no PC a acha que entende de linux.
O que vc disse é a mais pura verdade