Ao final desse ano serão praticamente 7 anos de experiências, boas e ruins, com Linux. Primeiro contanto foi com o Conectiva, que estava em uma das suas primeiras versões, 3.0 se não me engano.
Fascinado com todo esse mundo novo, novas interfaces, novos softwares, migrei para o Slackware, por onde fiquei cerca de 6 ou 5 anos, mas por sua falta de tempo e pelo gosto do Patrick, resolvi, depois de fazer residência no Slack, trocar de distribuição.
Descobrindo novos mundos
(sem flames!)
Como toda crise comecei a testar outras distribuições procurando por alternativas mais práticas. O Debian foi a primeira distribuição que não consegui me adaptar bem, mas a facilidade de manter o sistema me agradou, e muito. O apt-get (aptitude) é simplesmente fantástico. Ubuntu é ubuntu, mas serve. Finalmente ao final da minha jornada, encontrei o Gentoo, desempenho fantástico, mas a mantenibilidade do sistema é impraticável.
Por mais que eu tentasse manter meu sistema up-to-date não conseguia, sempre novas atualizações, algumas delas travaram toda a atualização do sistema e por aí vai. Assumo que não me dediquei o suficiente para achar soluções para os updates quebrados. Resolvi então achar outra solução. Precisava de facilidade e, uma vez usuário gentoo, desempenho.
Eis que surge a idéia do Genbuntu, que seria uma base do sistema compilada, gerada pelo gentoo + emerge e programas menos utilizados, que não necessariamente precisariam de um desempenho grande, executados no Ubuntu, mas pelo gentoo. Com certeza existem N outras soluções para esse "problema", mas resolvi abordar dessa forma. Usando o que aprendi na instalação do gentoo, escolhi instalar o Ubuntu e usar o chroot para trazer para o gentoo os softwares instalados no Ubuntu.