Como em outros Sistema Operacionais, para facilitar o uso do
GNU/Linux, modernamente emprega-se interfaces gráficas diversas.
As mais conhecidas e usadas são o
KDE (K Desktop Environment - Ambiente para Desktop K) e o
GNOME (GNU Network Object Model Environment - Ambiente Modelo para Objetos de Rede do GNU):
Mas há
vários outros.
Ocorre que o GNOME, em sua versão 3 (inclui a interface
Gnome-Shell), é considerado pesado e difícil de ser configurado, além de ser muito exigente quanto ao hardware e à placa de vídeo, e por isso, não funciona bem, ou o faz com certa dificuldade, principalmente em alguns computadores mais antigos.
Contudo, tem seus fãs:
Por causa destas dificuldades com o GNOME3 e com a interface gráfica do Ubuntu, o
Unity, começaram a ser planejadas modificações, mais especificamente, derivações (ou
forks).
Um fork do Gnome-Shell é o
Cinnamon, feito pelo time do
Linux Mint. Por sua vez, o principal Fork do GNOME2, é o
MATE.
O que quer dizer a sigla, não se conhece com exatidão. Uns dizem que apenas faz referência à erva Mate (chimarrão), e outros, que seria "MetAphoric Test Environment" - Ambiente de Teste Metafórico - porque mantém e usa as telas clássicas do GNOME 2 (Metaphor) ao invés de usar o GNOME-Shell:
O MATE começou a ser desenvolvido assim que o GNOME 2 acabou, e foi lançado em Junho de 2011, por alguns programadores do
Arch Linux, que estavam descontentes com o GNOME 3:
E apesar de ter apenas um ano, já está bastante desenvolvido:
Até pouco tempo atrás, não havia Desktop MATE para nenhuma distro derivada do
Gentoo. Contudo, o Mate foi incluído pelo Time Sabayon, elaborando os
Ebuilds e o
Overlay Mate, e depois incluído no também
Overlay Gentoo Zugaina.
Isto possibilita a instalação e uso do MATE em distros de compilação, como o Gentoo e Sabayon.